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Preso por aviso de blitz na internet ficará impedido de usar rede social
O ajudante de mecânico Francimar Marques Lopes, de 21 anos, preso em flagrante na noite da última terça-feira, 12, depois de divulgar em uma rede social a localização de uma blitz realizada pela Polícia Militar de Xapuri, vai passar uma temporada sem poder fazer uso da ferramenta WhatsApp.
A medida cautelar foi decretada pelo juiz Luís Gustavo Alcalde Pinto depois de o magistrado titular da Vara Única de Xapuri avaliar a legalidade da prisão em flagrante e constatar que a conduta policial preencheu todos os requisitos legais.
Considerando a primariedade do réu, bem como a residência fixa comprovada e a quantidade de pena prevista em lei para o crime, em caso de condenação, o Ministério Público se manifestou pela concessão de liberdade provisória de Francimar, cumulada com medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal.
O pedido de liberdade provisória foi acolhido juiz, que determinou a expedição do alvará de soltura ao flagranteado, todavia aplicando algumas medidas cautelares. Além de ficar proibido de acessar o aplicativo do WhatsApp enquanto perdurar o trâmite do processo, Francimar teve o aparelho celular apreendido até a sentença de mérito.
Além disso, o réu ficou obrigado a comparecer ao fórum todo dia 13 de cada mês para assinar e justificar suas atividades, devendo ainda manter seu endereço atualizado, recolher-se em seu domicílio, de segunda a domingo a partir das 19 horas até às 6 da manhã e comparecer a todos os atos do processo.
Ao fim da audiência de custódia, Francimar foi colocado em liberdade. Segundo o juiz Luís Gustavo Pinto, “ele saiu ciente de que o descumprimento de qualquer uma das medidas cautelares impostas, que serão fiscalizadas pelo Poder Judiciário e pelas Polícias Civil e Militar de Xapuri, poderá resultar na decretação de sua prisão preventiva”.
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Homem conhecido como “Jhonka” é assassinado a tiros no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul
Vítima, que seria usuária de entorpecentes, morreu no local; polícia isola área e perícia inicia investigação

Até o momento, não há informações sobre a autoria ou motivação do crime. O caso ficará sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Cruzeiro do Sul. Foto: captada
Um homem identificado apenas pelo apelido de “Jhonka” foi assassinado a tiros na tarde desta sexta-feira (6) na Rua Santa Luzia, no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul (AC). Segundo informações preliminares, a vítima foi perseguida e atingida por vários disparos, caindo em um quintal, onde morreu ainda no local.
Conhecido na região como usuário de drogas, “Jhonka” teve o corpo removido após a perícia da Polícia Técnico-Científica, que recolheu evidências no local. A área foi isolada pela Polícia Militar logo após o crime.
A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) após a coleta de evidências no local. A Polícia Civil assumirá as investigações para apurar as circunstâncias e motivações do crime.

Segundo informações apuradas até o momento, a vítima foi atingida por vários disparos de arma de fogo e caiu em um quintal, onde morreu ainda no local. O homem era conhecido na região como usuário de drogas. Foto: captada
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Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre realiza visita institucional à Força Nacional e ao MJSP
Nesta sexta-feira, 6, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel Ferreira, realizou uma visita institucional à Diretoria da Polícia Judiciária da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diop), órgãos vinculados ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Durante a agenda, o delegado-geral também se reuniu com o Coordenador-Geral de Polícias Judiciária e Científicas, Pedro Felipe Cruz Cardoso, e os policiais civis do Acre que atuam no ministério, oportunidade em que destacou a importância do trabalho desenvolvido e da integração entre as instituições de segurança pública.
O encontro contou ainda com a participação do delegado Getúlio Monteiro, da DIOP/MJ/SENASP, e teve como foco o fortalecimento do diálogo institucional e a cooperação entre os órgãos.

Para José Henrique Maciel, a visita reforça a atuação conjunta entre as forças de segurança. “É fundamental estreitar os laços institucionais, alinhar estratégias e valorizar nossos policiais que representam a Polícia Civil do Acre no cenário nacional”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Polícia Civil e Acreprevidência fiscalizam obra da nova Delegacia-Geral em Brasiléia
A equipe técnica da Polícia Civil do Acre (PCAC) e do Instituto de Previdência do Acre (Acreprevidência) realizou, nesta sexta-feira, 6, uma fiscalização na obra de construção da nova Delegacia-Geral em Brasiléia. A vistoria teve como objetivo acompanhar o andamento dos serviços e verificar se a execução segue o projeto previsto, garantindo a qualidade e a funcionalidade da futura unidade.

A nova delegacia esta sendo construída na Avenida José Rui Lino, nas proximidades da Escola Estadual Kairala José Kairala, e contará com uma área total de 778,11 metros quadrados. O espaço foi planejado para oferecer melhores condições de trabalho aos policiais civis e proporcionar um atendimento mais ágil, humanizado e eficiente à população da região.
Entre as instalações previstas estão salas de depoimento, cartórios, sala de acolhimento, sala para policiais militares, alojamentos masculino e feminino, banheiros, sala dos investigadores, celas e depósitos. A estrutura moderna busca atender às demandas operacionais da Polícia Civil e fortalecer a prestação de serviços à sociedade, especialmente no atendimento ao público e na condução das investigações.
Para o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, a obra representa um avanço importante para a segurança pública no interior do estado. “Essa nova delegacia foi pensada para oferecer melhores condições de trabalho aos nossos policiais e, principalmente, um atendimento mais digno e eficiente à população de Brasiléia. Estamos acompanhando de perto cada etapa da obra para garantir que a estrutura final atenda às necessidades da instituição e da sociedade”, destacou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL


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