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Prêmio de Jornalismo: MPAC lança edição de 2019 comemorando uma década de sucesso

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A procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane, lançou nesta segunda-feira (17), a 10ª edição do Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). O coquetel de lançamento ocorreu no Edifício-Sede e foi prestigiado por membros, servidores, jornalistas e pela secretária de estado de Comunicação, Silvânia Pinheiro.
O tema dessa edição será “uma década conectando cidadania à notícia”, cujo propósito é lembrar os 10 anos da iniciativa do MP acreano que já foi até reconhecida pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) como referência em relacionamento com a imprensa. Com essa proposta, o MPAC quer mostrar os avanços de sua atuação, nas diversas áreas, seja na esfera judicial, seja na esfera extrajudicial, durante uma década.
Para Kátia Rejane, é uma alegria grande lançar mais uma edição do Prêmio de Jornalismo. Ela lembrou o início na gestão do ex-procurador-geral Sammy Barbosa, tendo como objetivo formar uma rede de relacionamento em que os membros pudessem ter voz e falar com sua linguagem, cabendo ao jornalista traduzir na linguagem mais comum para que a população pudesse entender qual era a missão e os serviços do Ministério Público.
“Durante esses 10 anos nós conseguimos ter muito êxito. Em todas as edições, temos notícias de um nível de qualidade muito boa, e ao longo do tempo temos conseguido atingir o nosso objetivo. Com isso, criamos mais laço com a imprensa, construímos pontes dos serviços do MP para a população. Por isso acredito que o prêmio é sucesso e temos que dar continuidade a esse trabalho sério”, afirmou a procuradora-geral de Justiça.
Segundo a secretária Silvânia Pinheiro, a principal tarefa do jornalista é o compromisso com o interesse público. “Para nós é uma alegria muito grande e para mim, como jornalista, acompanhar há 10 anos a realização do Prêmio de Jornalismo do MP, que nos faz lembrar de que somos jornalistas, que nós precisamos resgatar a responsabilidade social do jornalismo, que precisamos resgatar a cidadania das pessoas”, disse.
10ª edição do Prêmio de Jornalismo 
Coordenado pela Diretoria de Comunicação do MPAC, a 10ª edição do Prêmio de Jornalismo contemplará publicações que tenham sido veiculadas a partir do dia 13 de janeiro de 2019 em veículos com atividade nos últimos 12 meses. Podem participar profissionais de comunicação com registro profissional e acadêmicos de comunicação.
As inscrições devem ser efetuadas até o dia 22 de novembro de 2019, nas seguintes categorias: jornalismo impresso, telejornalismo, radiojornalismo, webjornalismo, fotojornalismo e destaque acadêmico. O formulário e o regulamento do concurso estão disponíveis no site premiodejornalismo.mpac.mp.br.
Uma Comissão Julgadora composta por sete pessoas apreciará os trabalhos jornalístico enviados, considerando critérios técnicos, jornalísticos e temáticos. Já a entrega da premiação ocorrerá durante cerimônia em local e data a serem definidos, com troféu e prêmio em dinheiro ao primeiro colocado de cada categoria.

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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE

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Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida 

O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.

A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.

“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.

 

Auxílio financeiro e dados estaduais

Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.

De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.

As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada 

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Ministro André Mendonça nega habeas corpus e mantém preso ex-presidente do PP Jovem no Acre

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Hélio do Nascimento Bezerra Júnior foi preso em abril de 2025 na Operação Renitência, que investiga tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e associação criminosa

A prisão de Hélio Bezerra ganhou repercussão no meio político acreano por ele ter atuado como dirigente da juventude de um partido político no estado. Foto: arquivo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu negar o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Hélio do Nascimento Bezerra Júnior, ex-presidente do PP Jovem no Acre. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (3) e mantém o investigado em prisão preventiva.

Hélio foi preso pela Polícia Federal em abril de 2025 durante o avanço das investigações da Operação Renitência, que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em atividades criminosas no estado.

De acordo com as autoridades, o esquema investigado teria ligação com tráfico internacional de drogas e armas, além de associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigadores também buscam esclarecer como os recursos obtidos de forma ilegal eram inseridos novamente na economia formal.

No pedido apresentado ao Supremo, a defesa pretendia derrubar uma decisão anterior do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que já havia determinado a manutenção da prisão do investigado.

Hélio do Nascimento Bezerra Júnior permanece detido à disposição da Justiça Federal. Foto: arquivo

Ao analisar o caso, o ministro André Mendonça entendeu que não há base jurídica para o STF rever a decisão monocrática de um ministro de tribunal superior, salvo em situações excepcionais em que fique comprovada ilegalidade evidente. Com esse entendimento, o magistrado decidiu não dar prosseguimento ao habeas corpus, mantendo válida a determinação de prisão preventiva.

A prisão de Hélio Bezerra ganhou repercussão no meio político acreano por ele ter atuado como dirigente da juventude de um partido político no estado.

Até o momento da publicação desta reportagem, a defesa de Hélio do Nascimento Bezerra Júnior não havia se manifestado publicamente sobre a decisão do STF. O espaço segue aberto caso a defesa deseje se manifestar.

Durante a vistoria em um dos carros na época, foi encontrado um carregador de fuzil com 27 munições calibre .222 Remington (5.56 mm) e mais 19 munições do mesmo tipo, armazenadas separadamente. Foto: arquivo

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PRF flagra caminhão sem silenciador e com ocupantes na carroceria durante fiscalização em Feijó

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Veículo trafegava na BR-364 com ruído acima do permitido e pessoas em partes externas, configurando infrações de trânsito e possível crime ambiental por poluição sonora

Os policiais verificaram que o caminhão estava sem o silenciador no sistema de escapamento. A ausência do equipamento impede o controle adequado dos níveis de ruído e da emissão de gases. Foto: captada

Durante patrulhamento de rotina no km 490 da BR-364, no município de Feijó, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou um caminhão M.Benz/L 1313, de cor azul, que apresentava diversas irregularidades.

Segundo a corporação, o veículo trafegava com duas pessoas posicionadas em partes externas da carroceria, expondo os ocupantes a risco iminente de acidentes. Além disso, o caminhão emitia ruídos muito acima dos limites permitidos, o que chamou a atenção da equipe e motivou a interceptação para uma fiscalização mais detalhada.

Durante a inspeção, os policiais verificaram que o caminhão estava sem o silenciador no sistema de escapamento. A ausência do equipamento impede o controle adequado dos níveis de ruído e da emissão de gases, configurando infração de trânsito e possível crime ambiental por poluição sonora.

A conduta foi inicialmente enquadrada com base no artigo 54 da Lei nº 9.605/1998, que trata de causar poluição em níveis que possam resultar em danos à saúde humana.

A PRF reforçou que o uso do silenciador é obrigatório, conforme normas do Conselho Nacional de Trânsito, sendo essencial para reduzir impactos ambientais e riscos à saúde, como danos auditivos causados pela exposição prolongada a ruídos excessivos.

O caso será encaminhado ao Ministério Público Estadual e aos órgãos ambientais competentes para apuração das responsabilidades administrativas e criminais. Os dados pessoais dos envolvidos não foram divulgados.

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