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Prefeitura doa terreno para construção da sede do Ministério Público em Assis Brasil
Na tarde desta Quarta-Feira (05), o Prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, recebeu a visita de uma equipe técnica do Ministério Público do Acre composta por Katia Rejane de Araújo Rodrigues – procuradora geral de justiça do MPAC, Vanderlei Cerqueira – promotor de Justiça do MPAC em Assis Brasil, Solange chalub – Superintendente do MPAC e Germano Pimentel – engenheiro do MPAC.
O objetivo da visita foi solicitar a doação de um terreno para que seja construída a sede própria do Ministério Público em Assis Brasil.
Segundo a Procuradora Kátia o órgão conta com recurso em caixa destinado pelo Ministério da justiça, por meio de Emenda do Deputado Alan Rick, no entanto falta o terreno para construção.
Na ocasião ao solicitarem a doação do terreno, a equipe apresentou a planta baixa da sede, explicando que será construído um auditório com capacidade para 30 pessoas, recepção, banheiros, protocolo, alojamento, copa, área de TI, assessoria, gabinete do Promotor e dependendo do tamanho da área cedida pela Prefeitura, haverá também a construção de um estacionamento.
No tocante, o Prefeito Jerry, se comprometeu em doar o terreno e levou a equipe para conhecer a localização do mesmo. Na oportunidade aproveitou o para agradecer o apoio do MPAC no enfrentamento da crise migratória, tanto em relação a presença, quanto em orientações, doação de donativos e alguns equipamentos para o abrigo.
“Doamos essa área de terra com todo prazer, sabendo que é um investimento para o município de Assis Brasil, que ganha com a presença do Ministério Público na nossa cidade,” disse Jerry.

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Monitorado é preso com revólver calibre 38 e drogas após denúncia de “disciplina” em bairro da cidade
Suspeito tentou se livrar da arma com a chegada da Polícia Civil e foi autuado em flagrante por tráfico e posse ilegal 
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.










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