Cotidiano
Prefeitos da Frente Popular do Acre reafirmam apoio a Marcus Alexandre em reunião
Em demonstração de unidade, prefeitos reafirmam apoio as candidaturas majoritárias da Frente Popular do Acre. Durante encontro realizado na noite desta terça-feira (21), no Resort Hotel em Rio Branco, as prefeitas Socorro Neri (Rio Branco) e Fernanda Hassem (Brasileia) e os prefeitos Bira Vasconcelos (Xapuri), Tião Flores (Epitaciolândia), Bené Damasceno (Porto Acre), Ederaldo Caetano (Acrelândia) e Romualdo Araújo (Bujari), reafirmaram total apoio as candidaturas de Marcus Alexandre e Emylson Farias ao governo do Acre e Jorge Viana e Ney Amorim ao senado.
Na oportunidade, Marcus Alexandre assegurou o compromisso com as prefeituras, destacando sua experiência na gestão municipal quando prefeito de Rio Branco. “Foram seis anos na prefeitura de Rio Branco e quatro deles estive à frente da Associação dos Municípios do Acre. Conheço a realidade e as dificuldades dos municípios e me coloco à disposição do povo do Acre para ajudar os prefeitos a cuidarem melhor das cidades, na zona urbana e rural”.
Para a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, Marcus Alexandre é preparado para governar o Acre por sua vasta experiência e compromisso com a gestão pública. Ela considerou o encontro excelente. “Marcus Alexandre foi um prefeito comprometido com a saúde fiscal da Prefeitura de Rio Branco, ao mesmo tempo em que inovou na relação com a comunidade e nas soluções para as demandas sociais e estruturais da capital do nosso Estado. Por isso, nós, prefeitos da Frente Popular, damos total apoio a candidatura do Marcus. O conhecimento que ele tem da gestão pública e da realidade dos nossos municípios, além de uma disposição extraordinária para o trabalho e para o diálogo nos dá a garantia de que teremos nele um parceiro firme para seguirmos avançando nos temas que afetam a todos nós: melhoria da infraestrutura urbana e rural, mobilidade, geração de emprego e renda”.
Na missão de governar para todos, Marcus Alexandre, declarou que, caso eleito, não fará distinção entre as cidades. “Quem for governador tem que olhar para todo o Acre, independente do partido. Não vamos abrir mão de cuidar de todos os municípios e comunidades do nosso Acre. E nesse momento, contamos com o apoio dos nossos prefeitos da Frente Popular no trabalho e também no apoio das nossas candidaturas majoritárias e também proporcionais”.
Além dos sete prefeitos presentes na reunião, reafirmaram apoio aos candidatos majoritários da FPA, os prefeitos Isaac Lima (Mâncio Lima), Élson Farias (Jordão) e Assis Moura (Santa Rosa). Os três não compareceram ao encontro por estarem cumprindo agendas em seus municípios.
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“Se Mailza não tomar as rédeas antes do dia 4, não vai ter base para negociar”, alertam deputados da base governista
Insatisfação com articulação política e centralização de decisões em secretários acende sinal de alerta no Palácio; parlamentares cobram protagonismo da futura governadora

Deputados defendem que Mailza se antecipe para conversar com a base, individualmente, o mais rápido possível antes da janela de transferência do dia 4. Foto: captada
A menos de duas semanas da posse da vice-governadora Mailza Assis (PP) no comando do Executivo estadual, marcada para 2 de abril, o clima nos corredores da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) é de tensão e incerteza. Deputados da base do governo consultados extraoficialmente durante a sessão ordinária desta quarta-feira (18) revelaram um sentimento comum: Mailza precisa começar a dar sinais claros de que “ela manda” e que sua palavra terá poder efetivo, sob risco de não ter base política para negociar após a transição.
A avaliação é compartilhada por cerca de 17 parlamentares que integram a base aliada. Segundo relatos, a falta de destreza nas articulações políticas e a escolha do secretário de governo, Luiz Calixto, para ficar na linha de frente de demandas consideradas sensíveis têm gerado insatisfação crescente entre os deputados.
Outro ponto que tem pesado negativamente é o protagonismo do secretário da Casa Civil, Jonathan Donadoni, que, na visão de integrantes da base, teria escolhido um candidato “para chamar de seu”: o secretário de Relações Institucionais e suplente de deputado Fábio Rueda. A percepção é que essa centralização afasta os parlamentares da interlocução direta com a futura chefe do Executivo.
“Não queremos atravessadores”
Deputados defendem que Mailza se antecipe e converse individualmente com a base o mais rápido possível, antes do encerramento da janela partidária, em 4 de abril. O temor é que, sem uma postura mais firme e direta da vice-governadora, o governo perca capacidade de negociação e sofra debandadas ainda maiores — como as já protagonizadas por Eduardo Ribeiro (PSD) e, mais recentemente, por Tadeu Hassem (Republicanos) e sua irmã, a ex-prefeita Fernanda Hassem.
“Se Mailza não tomar as rédeas antes do dia 4, não vai ter base para negociar. Muita gente cogita isso só por falta de uma palavra mais firme da vice. Os deputados não estão querendo atravessador na relação para evitar ruídos”, disparou um parlamentar de alta influência na base governista.
Articulação frágil
A insatisfação ocorre em um momento em que Mailza ainda não assumiu formalmente o governo — o que acontecerá em 2 de abril, com a renúncia de Gladson Cameli, que deixará o cargo para disputar o Senado. Até lá, as conversas com a base têm sido conduzidas de forma protocolar, e a falta de definições claras sobre o futuro da gestão e das alianças eleitorais acirra os ânimos.
Aliados apontam que Mailza tem perfil reservado, mas ressaltam que o momento exige protagonismo. A expectativa é que, a partir de janeiro, a vice-governadora intensifique agendas públicas e articulações, mas, até agora, os sinais práticos de comando ainda são considerados tímidos.
Enquanto isso, o tabuleiro político segue em movimento, com lideranças avaliando seus destinos e a base governista à espera de um comando efetivo. A palavra final, como repetem os deputados, precisa vir de Mailza — e rápido.
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Semulher promove palestra sobre crescimento profissional e liderança feminina
O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), realiza no dia 19, às 14h, no auditório da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), em Rio Branco, a palestra “Os degraus ocultos da carreira feminina: vieses inconscientes, barreiras invisíveis e mindset de crescimento”, ministrada pela advogada e empreendedora Nara Pinski.

A atividade integra a programação do movimento “Março Delas: Acre pelas mulheres” e tem como objetivo promover reflexões sobre os desafios que ainda impactam a trajetória profissional das mulheres, como preconceitos estruturais, barreiras invisíveis no ambiente de trabalho e a importância do desenvolvimento de uma mentalidade de crescimento.
Com mais de 20 anos de atuação em mentorias, consultorias e palestras voltadas ao empreendedorismo feminino, Nara Pinski compartilhará experiências e estratégias para fortalecer a presença feminina em espaços de liderança, incentivar o protagonismo das mulheres e ampliar oportunidades no mercado de trabalho.
A iniciativa busca criar um espaço de diálogo, aprendizado e troca de experiências, contribuindo para o fortalecimento da autonomia, da liderança e da participação das mulheres nos diferentes setores da sociedade.
As inscrições são limitadas e seguem abertas. As pessoas interessadas podem se inscrever por meio do link disponível no perfil oficial da Semulher no Instagram (@semulherac).
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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