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Prefeito de Rio Branco prestigiou maratona realizada em alusão aos 45 anos do Colégio Meta

Prefeito da capital é convidado a entregar medalhas aos vencedores da MaraMeta 2023 (Foto: Renilson Rodrigues/Assecom)
O prefeito de Rio Branco, participou na manhã deste sábado (16) da 35ª edição da MaraMeta, tradicional maratona do Colégio Meta, realizada anualmente em alusão ao aniversário da instituição que este ano, completa 45 anos. A largada ocorreu no Lago do Amor com chegada na escola.
No início da semana, representantes da turma do sexto ano C foram até a prefeitura fazer o convite ao prefeito Tião Bocalom para estar prestigiando o evento que é uma das atividades que fazem parte da Olimpíada da escola.
O estudante Luiz Guilherme Barchik foi um dos alunos que esteve na reunião e aproveitou para falar de sua alegria ao ver o prefeito participando da maratona.
“Eu achei muito legal porque ele tirou um tempo dele para poder vir e ajudar a gente, gostei muito disso”.
Outros estudantes também agradeceram ao prefeito por ter aceitado o convite e feito parte desta tradicional atividade escolar.
“Eu achei que a MaraMeta foi muito boa. A escola convidou o prefeito e eu achei muito bom ele ter vindo prestigiar o aniversário do colégio”, disse a estudante Maria Valentina de Morais.
“Achei muito legal a participação dele nesses momentos importantes de escola e é isso gostei muito da MaraMeta, gostei demais e está um calor” declarou o estudante Kayke Ainbinder.
Ações como essa envolvem não apenas a rede escolar, mas também as famílias dos estudantes e amantes do esporte. Por isso muitos pais participaram da atividade.
Para Rafael Anderson, pai do Gabriel de 7 anos, é ótimo ver o empenho das crianças com a atividade e verificar que os convites que eles fizeram aos políticos e gestores municipais foi atendido.

Gilberto Batista dos Santos, mais conhecido como Gilberto Selvagem, contou que participa de corridas de rua há 8 anos
“É boa essa participação. Nós elegemos os políticos. Eles estão entre nós. É muito bom e um incentivo ao esporte. É maravilhoso.”
Gilberto Batista dos Santos, mais conhecido como Gilberto Selvagem, contou que participa de corridas de rua há 8 anos. Segundo o atleta ele já possui mais de mil medalhas e todos os anos participa da MaraMeta.
“A importância é a superação. Eu andava de cadeira de rodas. Fui superando e agora corro em tudo. Eu moro em Epitaciolândia e vim só correr e volto.”
Com a chegada de todos os participantes, o momento foi de chamar os ganhadores do pódio de cada categoria e para auxiliar na entrega das medalhas a comissão organizadora convidou o prefeito para estar fazendo parte deste momento. No fim das entregas, o gestor da capital foi surpreendido com uma medalha em forma de reconhecimento pelo trabalho que vem realizando na capital.

O prefeito de Rio Branco agradeceu a medalha e ainda destacou a referência da escola na área de ensino.
“É um prazer muito grande reencontrar o professor que há tempos não nos falávamos. Ele é um guerreiro. O Meta é um exemplo para todos nós de educação, modelo de ensino, a forma de envolver as famílias e as crianças. Isso faz a diferença dentro da educação. Então quero parabenizar esses 45 anos de Meta.”
O diretor-geral da escola, Evaristo De Luca, falou sobre a importância do prefeito no evento e agradeceu pela presença.
“Nós criamos esse evento para mostrar que é importante termos a parte intelectual e a física, isso é a saúde completa do ser humano. Obrigado prefeito pela presença e parabéns pelo seu trabalho à frente da prefeitura.”
- Foto: Renilson Rodrigues/Assecom
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.



















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