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Prefeito de Brasiléia recebe chaves de antigo prédio do Poder Judiciário para uso municipal

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O espaço será utilizado para atender demandas já existentes e aquelas que ainda surgirão, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento dos serviços públicos

Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de Brasiléia, Guilherme Miotto, entrega as chaves do prédio onde anteriormente funcionava o Poder Judiciário. Fotos: internet

O prefeito de Brasiléia, Carlinhos do Pelado, recebeu na manhã de hoje as chaves do prédio onde anteriormente funcionava o Poder Judiciário na cidade. A cerimônia de entrega foi realizada pelo Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de Brasiléia, Guilherme Miotto.

A cessão do imóvel inclui não apenas a estrutura física do prédio, mas também todo o mobiliário presente no local, o que representa um ganho significativo para a gestão municipal.

Com novo prédio do Fórum Dr. Evaldo Abreu de Oliveira, passou a funcionar agora no Centro Administrativo de Brasileia que fica na Av. Rui Lino. Cessão do imóvel antigo estará sobre administração pública: Foto: internet

O novo espaço será utilizado para atender tanto as demandas já existentes quanto as novas necessidades da administração pública, melhorando as condições para o desenvolvimento dos serviços essenciais à população. De acordo com o prefeito, a medida contribuirá para o aprimoramento da organização e funcionamento das atividades municipais.

Em sua fala, Carlinhos do Pelado expressou sua gratidão ao Poder Judiciário pela parceria institucional e ressaltou que a colaboração entre os poderes é fundamental para fortalecer a gestão pública e garantir um atendimento mais eficiente à população de Brasiléia.

Em novembro de 2024 novo prédio foi inaugurado

O novo Fórum é acessível e adaptado às necessidades de pessoas com deficiência, garantindo a inclusão e o respeito aos direitos humanos: Foto: internet

Com a entrega da nova estrutura e modernas instalações e equipamentos, o Fórum Dr. Evaldo Abreu de Oliveira, da Comarca de Brasiléia, o prédio passou a funcionar como Centro Administrativo da cidade. A entrega do novo Fórum representa um marco de modernidade e compromisso com a justiça e bem-estar da população de Brasiléia.

Este é um dos maiores investimentos da atual gestão, que tem à frente a desembargadora Regina Ferrari (presidente), o desembargador Luís Camolez (vice-presidente) e o desembargador Samoel Evangelista (corregedor-geral).

O novo prédio oferece maior conforto e eficiência no atendimento aos cidadãos e aos profissionais do sistema judiciário, o prédio conta com salas reservadas para crianças, salas para audiências de conciliação e instrução, salão do Tribunal do Júri totalmente reformulado e, o principal: espaço do Portal de Acolhimento, que busca tornar a prestação dos serviços jurisdicionais mais céleres e humanizados.  

Além disso, o novo Fórum é acessível e adaptado às necessidades de pessoas com deficiência, garantindo a inclusão e o respeito aos direitos humanos e possui ainda uma sala de memória onde o público pode conhecer um pouco da história da justiça acreana.

Após anos de desafios no antigo prédio, especialmente durante o período de inverno, quando as constantes alagações causavam transtornos e comprometiam o funcionamento adequado, a mudança para a nova sede representa um avanço significativo para o Poder Judiciário do Acre.

Após anos de desafios no antigo prédio, especialmente durante o período de inverno, quando as constantes alagações causavam transtornos, a mudança representa um avanço significativo para o Poder Judiciário do Acre. Foto: internet

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Da zona rural para a sala de aula, professor do Estado relata história de superação

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Entre os aprovados do concurso da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), o maior da história com 3 mil vagas, está o professor Edimar do Santos Passamani. Ele foi aprovado para lecionar a disciplina de física e já foi devidamente lotado no Instituto de Educação Lourenço Filho (IELF).

A história do professor Edimar dos Santos é de superação. Nascido na zona rural do município de Plácido de Castro, ele iniciou os estudos na Escola Santa Rita de Cássia, localizada no km 65 da rodovia AC-040, km 13 do ramal Eletra. Quando finalizou a 3ª série do ensino fundamental, anos iniciais, foi o único a avançar para a etapa seguinte.

“Quando comecei a estudar, em 1998, não tinha energia elétrica e sempre foi difícil, até para ter professor na zona rural, tanto que fiquei dois anos sem estudar porque não havia professor”, faz questão de lembrar.

Professor Edimar dos Santos superou muitos obstáculos até ser aprovado no concurso da educação. Foto: Douglas Bocardi/SEE

Nesse período, ele acabou ajudando o pai na roça. O tempo passou e ele conheceu um programa de aprendizagem rural que hoje é o Caminho da Educação do Campo.  “Foi uma experiência diferente de tudo o que havíamos vivenciado, a metodologia era inovadora”, recordou.

Já adulto, ele realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e na primeira vez não obteve êxito. Em 2012 fez novamente a prova e, em 2013, ingressou no curso de licenciatura em física na Universidade Federal do Acre (Ufac). Já na instituição, ele decidiu novamente fazer o Enem, dessa vez para Direito, momento em que conseguiu 940 pontos na redação.

Por toda esta trajetória, ao assumir o cargo de professor efetivo diz que o sentimento é de muita alegria. “Era o meu sonho quando estava no ensino médio, porque a vida na roça era muito pesada e eu acabei me inspirando nos meus ex-professores e todo o dia, quando acordo, eu penso que realizei um sonho. Então é muito gratificante”, enfatiza.

Amor pela educação

O professor Edimar faz questão de dizer que ama estar em sala de aula. Ele leciona desde 2017. “Lecionar não é simplesmente ensinar o que aprendi, o que está lá no currículo, mas poder transformar vidas e influenciar outros estudantes a buscarem o melhor para suas vidas”, afirma.

Ele foi incentivado por um ex-professor de matemática a fazer a licenciatura em física. Por um tempo ele lecionou matemática. “Me sentia um peixe fora d’água, porque eu não sabia muito de física, mas aos poucos eu fui estudando, me superando, me dedicando”, explicou.

Professor Edimar dos Santos: “Lecionar é transformar vidas”. Foto: Douglas Bocardi/SEE

Algumas vezes ele foi reprovado em concursos até ser aprovado em um processo seletivo. Lotado no IELF, onde já foi professor provisório. “Após sete anos atuando como professor temporário, agora em 2026 tomei posse como professor efetivo”, destacou.

“Foram 14 anos desde a conclusão do ensino médio até a efetivação no serviço público. Sair da zona rural com apenas algumas mudas de roupa e enfrentar o desconhecido em busca de um sonho foi uma verdadeira caminhada marcada por desafios, lutas e muita perseverança”, afirmou.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Secretaria de Planejamento analisa preços e dá dicas de economia para compra de material escolar

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Por Arlene Pessoa e Marky Brito

Montar a mochila para o ano letivo de 2026 exige mais do que seguir uma lista de materiais: demanda estratégia. Para ajudar pais e responsáveis a enfrentar esse desafio, a Secretaria de Planejamento do Acre (Seplan) realizou, entre 13 e 15 de janeiro, um levantamento detalhado nos principais estabelecimentos de Rio Branco. O objetivo é mostrar onde estão as maiores armadilhas e também as melhores oportunidades de economia.

Alerta: diferenças de preços assustam

A grande surpresa deste ano é a disparidade extrema entre os preços de um mesmo item. Sem pesquisa, o consumidor pode pagar até dez vezes mais por um produto idêntico. O caso mais emblemático é o da borracha branca simples, cuja variação chega a 990,9%, custando R$ 0,55 no local mais barato e R$ 6,00 no mais caro.

Essa diferença não é novidade, mas vem crescendo. Em 2023, a maior variação registrada para o mesmo item foi de 698%. Em 2026, 28 dos 42 produtos analisados apresentam variação superior a 100%, ou seja, podem custar mais que o dobro, dependendo da loja. Outros destaques negativos são o apontador simples (680% de variação) e a tesoura escolar (351,8%).

Boas notícias: o que ficou mais barato?

Apesar das disparidades, há motivos para respirar aliviado. Comparando 2026 com 2025, vários itens importantes ficaram mais acessíveis. Entre as reduções mais significativas estão:

• Refil para fichário (80 folhas): queda de 24,68%;
• Lápis de cor (12 cores): redução de 24,22%;
• Marca-texto: diminuição de 22,88%.

O cenário é animador, especialmente se comparado a 2024, quando apenas dois itens da categoria de papéis e cadernos tiveram queda registrada. Em 2026, o número subiu para seis, desafogando o orçamento das famílias.

Dicas de ouro para economizar

A pesquisa reforça um ponto essencial: preço alto não é sinônimo de qualidade. Muitas vezes, o valor sobe apenas por conta de personagens licenciados ou marcas famosas estampadas nos materiais. Para evitar gastos desnecessários, vale seguir algumas orientações simples:

1. Priorize a funcionalidade: um caderno básico cumpre o mesmo papel que um personalizado — por uma fração do preço;
2. Pesquise até nos itens pequenos: produtos como a cola bastão subiram 15,28% este ano. Economizar nos detalhes faz diferença no total;
3. Atenção especial aos cadernos: o modelo de 10 matérias pode variar de R$ 18,65 a R$ 64,00. Uma rápida comparação pode render quase R$ 50,00 de economia em um único item.

O mercado de materiais escolares em Rio Branco em 2026 oferece boas oportunidades para quem pesquisa antes de comprar. Com atenção e planejamento, é possível montar a lista completa sem comprometer o orçamento familiar.

Acesse o relatório completo aqui.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Prefeitura de Assis Brasil realiza reunião para alinhar cadastro habitacional e ações de prevenção

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A Prefeitura de Assis Brasil realizou uma reunião de alinhamento com as equipes da Defesa Civil, Assistência Social, Procuradoria-Geral do Município (PGM), Secretaria de Obras, Setor de Cadastro e equipe de Engenharia, com o objetivo de organizar e definir critérios para o cadastro de famílias que residem em áreas de risco, áreas de proteção ambiental e locais afetados por enchentes nos períodos de chuvas.

Durante o encontro, foi discutida a importância de um trabalho técnico e integrado para identificar, mapear e atualizar informações das famílias que vivem nessas áreas, subsidiando o planejamento de futuras ações de realocação, sempre com base em critérios legais, sociais, ambientais e técnicos.

O município irá realizar esse cadastro em parceria com o Governo do Estado, como etapa fundamental do planejamento habitacional. Assis Brasil conta atualmente com 11 unidades habitacionais já concluídas, restando apenas a etapa de entrega, além de 11 unidades em construção na parte alta da cidade. Outras unidades habitacionais ainda deverão passar por fases como cadastro, análise técnica, projetos e construção.

A Prefeitura reforça que o cadastro não garante, de forma imediata, o recebimento de unidade habitacional, nem significa concessão automática de moradia para famílias que residem em áreas de risco. Trata-se de um levantamento técnico essencial para orientar decisões futuras, conforme a disponibilidade de unidades e o cumprimento dos critérios estabelecidos.

A gestão municipal segue trabalhando de forma responsável e integrada, buscando soluções habitacionais seguras e planejadas, em parceria com o Estado e demais instituições, com foco na prevenção de riscos e na melhoria da qualidade de vida da população.

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