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Prefeito acusa governo de perseguição contra seu secretário

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Prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes.

O prefeito de Epitaciolândia, Delegado Sérgio Lopes, foi às redes sociais na última sexta-feira (24) protestar contra a determinação da Secretaria de Segurança do Acre para que o secretário de Saúde daquele município, Sérgio Mesquita, cedido à prefeitura da cidade fronteiriça desde o começo da atual gestão municipal, retorne ao seu órgão de origem.

Por meio de um vídeo, o gestor municipal argumenta que Mesquita vem fazendo um excelente trabalho em Epitaciolândia, tendo tirado o município da penúltima para a segunda posição do Acre com base nos dados do Previne Brasil, programa criado pelo governo Bolsonaro para aumentar o acesso e o atendimento nas unidades de saúde do Brasil.

Sérgio Lopes atribui a medida da Sejusp a mais um ato de perseguição e represália do governo do estado à prefeitura de Epitaciolândia, segundo ele, motivada por questões político-eleitoreiras. Ele citou como ação semelhante a retirada de máquinas que estavam à disposição do município para serviços de recuperação de ramais, ocorrida há pouco tempo.

“Estou aqui para falar de mais um ato de perseguição do excelentíssimo senhor governador Gladson Cameli. Se não bastasse a retirada de máquinas que foram compradas com emenda parlamentares para serem repassadas aos municípios, agora recebemos a notícia de que iriam tirar o nosso secretário Sérgio Mesquita”, diz o prefeito.

Sérgio Mesquita é agente de Polícia Civil e foi cedido para o município de Epitaciolândia desde o início da gestão Sérgio Lopes, onde foi nomeado secretário municipal de Saúde. A notícia de sua solicitação pelo governo se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais no fim de semana na fronteira, depois de o prefeito reagir à medida.

Na notificação encaminhada ao servidor pela Coordenadoria de Recursos Humanos está claro que a prefeitura de Epitaciolândia pediu a prorrogação do prazo de cessão de Mesquita, mas o requerimento não foi deferido. No mesmo documento, é determinada a imediata apresentação do agente à Delegacia de Polícia da cidade para retornar às atividades.

A reportagem entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Sejusp, que comunicou ainda não ter conhecimento do vídeo divulgado pelo prefeito. Assim que houver uma manifestação do governo a respeito do assunto, esta matéria será atualizada com a outra versão dos fatos narrados pelo prefeito no vídeo que pode ser visualizado a seguir.

Veja o vídeo:

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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco

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Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol

Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.

De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.

Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima

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Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada 

Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .

Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .

De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .

De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .

As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .

Alerta da polícia

Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .

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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil

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Imagem ilustrativa

2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.

Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.

Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.

Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001

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