Cotidiano
Prefeita de Tarauacá confirma primeiro caso de Covid-19 neste sábado
Feijó registrou, na última sexta-feira o primeiro caso confirmado de coronavírus. A informação foi dada por meio de nota pela prefeitura da cidade.
Com Assessorias
Trata-se de uma mulher que esteve em Rio Branco nos últimos dias.
Após oito dias, ela começou a apresentar os sintomas da doença: dor de cabeça, tosse seca, febre, olfato e paladar comprometidos, falta de ar, dor no peito e diarreia. Após realizar o teste rápido houve a confirmação para covid-19.
Feijó é o primeiro município da regional Tarauacá-Envira a apresentar o primeiro caso positivo da doença.

Cidade de Tarauacá – Foto: internet
Já a prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino do (PSD), anunciou na manhã deste sábado, 2 de maio, o primeiro caso de Covid-19 no município.
Trata-se de um senhor que não saiu da cidade e quando apresentou todos os sintomas da doença procurou atendimento de saúde. Após realizar o teste rápido deu positivo.
Marilete lamenta a derrubada do decreto que impedia a entrada de pessoas na cidade, mas admite que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria.
Ainda de acordo com Marilete, a prefeitura contratou costureiras para confecção de máscaras que serão distribuidas, e seguranças para organizar as filas nos bandos. O paciente será encaminhado para Cruzeiro do Sul.
O caso ainda não foi oficializado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre).
“Infelizmente, acabamos de ser informados de que apareceu o primeiro caso positivo de Covid-19 em Tarauacá. O que mais está nos preocupando é que ele não saiu da cidade e começou a ter os sintomas. Hoje [sábado, 2] fez o teste e, infelizmente, deu positivo”, disse a prefeita.
Por fazer parte do grupo de risco, a prefeita informou que o homem deve ser encaminhado para o Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, onde estão sendo atendidos os casos de Covid-19 na região.
A decisão foi tomada após a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB-AC) entrar com uma ação alegando que alguns profissionais teriam sidos barrados na entrada da cidade.
“Lembrar que desde o início desse vírus temos tentado, de todas as formas, fazer com que não chegasse aqui. Mesmo sabendo que, por mais esforço que se fizéssemos, seria inevitável. Nosso decreto para que não entrasse e nem saísse ninguém da cidade houve uma liminar que uma juíza deferiu para que a gente abrisse a cidade. Diante disso, tomamos outras providências, como foi o decreto para uso de máscaras”, declarou.
No vídeo, Marilete afirmou ainda que a prefeitura contratou costureiras para a produção de máscaras que devem começar a ser distribuídas na cidade na próxima semana. Ela também anunciou a contratação de pessoas para trabalhar na organização de filas, evitando as aglomerações.
Por fim, a prefeita fez um apelo para que as pessoas fiquem em casa e obedeçam às medidas de isolamento social para evitar o avanço da doença na cidade.
“Fiquem atentos, não vamos brincar, vamos ficar em casa. Repito, a pessoa [que testou positivo para Covid-19] não viajou, não saiu de Tarauacá, então, o vírus pode estar espalhado na nossa cidade. Boa sorte a todos nós e nos ajudem. É uma guerra complicada e a gente tem que estar muito unido”, concluiu.
Primeiro registro em outras cidades
O município de Assis Brasil, na região do Alto Acre, também registrou o primeiro caso de Covid-19. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde no último boletim divulgado nessa sexta (1).
Em Feijó, cidade vizinha a Tarauacá, o primeiro caso da doença também foi confirmado na sexta pelo prefeito da cidade por meio de nota. O caso ainda não consta no boletim da Sesacre.
Se trata de uma moradora da cidade que esteve na capital Rio Branco nos últimos dias. A prefeitura informou que a moradora, oito dias após retornar para Feijó, começou a apresentar sintomas e procurou uma unidade de saúde. A doença também foi confirmada por meio de teste rápido.
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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