Acre
Ponto de Inclusão Digital da Justiça é lançado na Cidade do Povo no Acre

Os serviços do Sistema de Justiça mais perto do cidadão. É com essa premissa, que o Tribunal de Justiça do Acre, junto com o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Regional (RO/AC), o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC), e o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), instala o Ponto de Inclusão Digital da Justiça (PIDJus), no conjunto habitacional Cidade do Povo. Na ocasião também foi reinstalada a Casa da Justiça e Cidadania no mesmo local.
A juíza do Trabalho Daniele Adriana Stanislowski, representando o TRT-14, destacou a importância da iniciativa, já que as pessoas que moram na Cidade do Povo ficam mais distantes da maioria dos serviços públicos: “estar mais perto da população é uma comunhão em que o Judiciário está mais presente, a Defensoria está presente, o Ministério Público está presente e com o governo alcançamos a comunidade garantindo direitos e promovendo a equidade”, pontuou a magistrada.

O novo serviço, o PIDJus, vai funcionar na Escola de Gastronomia, bem como na Casa da Justiça e Cidadania. Ambos foram lançados na manhã desta sexta-feira, 21. A iniciativa também tem o apoio do Executivo Estadual, por meio da Secretaria de Estado de Educação, OCA e do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional Dom Moacyr Grechi (Ipetec).
O principal objetivo do Ponto de Inclusão Digital da Justiça é maximizar o acesso à justiça por meio da utilização de recursos tecnológicos. Com a implantação do PIDJus, será possível disponibilizar serviços que já são oferecidos de forma digital, mas que, devido ao baixo conhecimento em informática por parte de algumas pessoas, acabam sendo pouco acessados.
PIDJus
A iniciativa representa um avanço significativo para a Justiça acreana no que diz respeito à inclusão digital e ao acesso à informação. Espera-se que o PIDJus seja um facilitador para aqueles que, por diferentes motivos, encontram dificuldades em utilizar os recursos digitais disponíveis.
Com a implantação desse primeiro ponto de inclusão digital, a expectativa é de que outras regiões do estado também sejam contempladas com iniciativas semelhantes, inclusive, uma base do Centro de Justiça e Cidadania (CEJUC), em Porto Walter, município onde já funciona com um próprio servidor da localidade.
No caso de Rio Branco, o primeiro PIDJus funcionará com atendentes da própria comunidade, que estão sendo treinados para acessar os serviços e facilitar o atendimento do cidadão.
Casa da Justiça e Cidadania
Inaugurada em 2019, a Casa de Justiça e Cidadania foi criada para que a comunidade pudesse procurar o seu acesso à justiça com todo o atendimento conferido em um juizado, porém, em 2020, devido a pandemia da COVID-19 e a violência no local, a unidade teve suas portas fechadas.
Com o retorno dos atendimentos, a comunidade da região terá novamente o atendimento da justiça mais próximo.
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Acre
Família de Sena Madureira busca por jovem de 25 anos desaparecido em Brasiléia
João da Silva Alves foi visto pela última vez em Epitaciolândia; há rumores de morte durante evasão, mas sem confirmação oficial

A família de João da Silva Alves busca informações que possam ajudar a localizar o rapaz. Foto: captada
A família de João da Silva Alves, um jovem de 25 anos natural de Sena Madureira, está desesperada à procura de informações sobre seu paradeiro. Ele está desaparecido desde segunda-feira (9) no município de Brasiléia, na região de fronteira do Acre com a Bolívia.
De acordo com familiares, João foi visto pela última vez na cidade vizinha de Epitaciolândia. Desde então, não houve mais contato com o rapaz. A família vive momentos de angústia e teme pelo pior.
Circulam rumores nas redes sociais de que o jovem possa ter sido morto durante uma evasão, mas até o momento não há confirmação oficial sobre o caso nem sobre o paradeiro do corpo. As informações ainda são tratadas como boatos enquanto as buscas prosseguem.
Diante da falta de notícias concretas, parentes e amigos iniciaram uma mobilização nas redes sociais e pedem o apoio da população para obter qualquer informação que ajude nas buscas.
A família ressalta que qualquer detalhe, por menor que pareça, pode ser importante para esclarecer o desaparecimento de João da Silva Alves.
Quem tiver informações sobre o paradeiro de João pode entrar em contato pelos seguintes telefones:
📞 (68) 99231-7749
📞 (98) 98494-2447
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Acre
Polícia Militar fortalece rede de proteção à mulher com capacitação e expansão da Patrulha Maria da Penha
A Polícia Militar do Acre (PMAC) segue avançando no combate à violência doméstica com o fortalecimento da Patrulha Maria da Penha. Criada em 2019 como um núcleo experimental na capital, a unidade especializada celebra seis anos de atuação expandindo suas fronteiras: hoje, já está presente em oito municípios do estado, garantindo que o suporte às mulheres com medidas protetivas chegue aos locais mais distantes.

Nesta última segunda-feira, 9, policiais militares que atuam na Patrulha em Rio Branco e nos municípios do interior participaram de mais uma capacitação no Comando-Geral da Polícia Militar, com o objetivo de aprimorar cada vez mais o serviço prestado á população. Além disso, os profissionais também realizaram ações de fiscalização do cumprimento das medidas protetivas, em diversos bairro da capital.
Diferente do policiamento ostensivo comum, a Patrulha Maria da Penha atua de forma autônoma dentro da Diretoria Operacional. Segundo o Subcomandante-Geral da Polícia Militar do Acre (PMAC), coronel K.Albuquerque, o objetivo é criar uma “unicidade de atuação” em todo o estado, garantindo que a resposta técnica seja padronizada, respeitando as particularidades de cada regional.

“A violência contra a mulher é uma mazela que não se limita à segurança pública. Ainda assim, buscamos dar a melhor resposta possível dentro da nossa esfera de responsabilidade”, explica o Cel. K.Albuquerque. O serviço é considerado uma resposta “mais elaborada” e conta com o apoio direto do Governo do Estado, Poder Judiciário e Ministério Público.
Para manter a excelência no atendimento, a corporação investe continuamente na formação de seus quadros. Entre os novos rostos que reforçam a linha de frente está a Cabo, Joseane Baldez. Com seis anos de polícia e apenas uma semana na unidade especializada, ela destaca a importância do preparo técnico para lidar com a complexidade do tema.

“É uma capacitação fundamental para podermos atender ainda melhor as mulheres, passando as informações corretas sobre as medidas protetivas. Eu espero ajudar muito nesse processo”, afirma a militar, que ingressou na Patrulha a convite da coordenação, motivado por seu desejo de atuar na área social e protetiva.
Monitoramento
Sob a gestão da Tenente-Coronel Cristiane Soares, a Patrulha hoje monitora aproximadamente 400 mulheres em todo o Acre. O acompanhamento consiste na fiscalização rigorosa do cumprimento das decisões judiciais. Se o agressor descumpre o distanciamento, a Patrulha intervém, podendo resultar em prisões em flagrante ou uso de tornozeleira eletrônica.

Os dados de 2025 reforçam a confiança no sistema, pois no ano, nenhuma mulher acompanhada pela Patrulha Maria da Penha foi vítima de feminicídio no estado.
A coordenadora reforça que a atuação vai além da fiscalização. A patrulha atua na prevenção, com a realização de ações em escolas e grandes eventos. Nas ações de conscientização, panfletagens para educar homens e mulheres sobre relacionamentos abusivos. Sobre o fluxo de atendimento, em emergências, a orientação é ligar 190. Após a expedição da medida protetiva pelo Judiciário, a Patrulha assume o caso e realiza o monitoramento contínuo dessas mulheres.
“É fundamental que as mulheres confiem no sistema e solicitem a medida protetiva. Nossas estratégias de fiscalização mostram que essas medidas ajudam a preservar a vida das vítimas.”, finaliza a Tenente-Coronel.
Em caso de emergência, ligue para o 190. Para orientações sobre medidas protetivas e apoio especializado, procure a unidade da Polícia Militar mais próxima ou a Delegacia da Mulher (Deam).
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Ipsos/Ipec: governo Lula é desaprovado por 51% e aprovado por 43%

De acordo com a pesquisa Ipsos/Ipec, divulgada nesta terça-feira (10/3), 51% dos brasileiros desaprovam a forma como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) governa o país, enquanto 43% aprovam o governo federal. Outros 6% não souberam ou preferiram não responder.
O levantamento indica estabilidade em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro passado. Na ocasião, 42% aprovavam e 52% desaprovavam o governo Lula. Segundo a Ipsos/Ipec, as variações observadas estão dentro da margem de erro.

Além da aprovação, a pesquisa também avaliou a percepção geral sobre a administração federal. Nesse indicador, 33% dos entrevistados classificaram o governo como ótimo ou bom. O número teve uma alta de três pontos percentuais em relação ao estudo anterior.
A avaliação ruim ou péssima se manteve em 40%, enquanto 24% consideram a gestão regular.

A avaliação positiva é mais expressiva entre eleitores que declararam voto em Lula em 2022, moradores do Nordeste, pessoas com menor renda e entrevistados com 60 anos ou mais.
Por outro lado, a avaliação negativa é mais forte entre quem votou em Jair Bolsonaro (PL) na última eleição, pessoas com renda familiar superior a cinco salários mínimos, evangélicos e entrevistados com ensino superior.
A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas, entre os dias 5 e 9 de março deste ano, em 131 municípios brasileiros. O levantamento ouviu pessoas com 16 anos ou mais e tem nível de confiança de 95%, com margem de erro de até dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL










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