Acre
Política, economia e atualidade – Dimas Gurgel
“Terão de construir mais 3 celas: para mim, Lula e Dilma”, dizia Emilio Odebrecht, sobre possível prisão do filho. O presidente da Odebrecht, Marcelo, foi preso nesta sexta passada.
Fechando o Cerco
Depois de José dirceu, homem poderoso, dispara sua raiva declarando que Dilma Rousseff e Luís Inácio Lula da Silva, chegou a vez de outro homem dono de império declarar a sua. Ele não está brincando e vai ser dificil conter o dono da Odebrecht, que é um verdadeiro império na América Latina.
Ah! Menino lindo…
“O PT perdeu um pouco do sonho, da utopia, a gente só pensa em cargo, em ser eleito, ninguém trabalha mais de graça pelo partido”, disse Lula, “Estamos querendo salvar nossas peles e cargos”.
Será?
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou, nesta segunda-feira (22), que o Partido dos Trabalhadores perdeu o vigor transformador e se acomodou no poder. Ele classificou as recentes críticas do ex-presidente Luís inácio Lula da Silva ao governo Dilma como “duras e contundentes”.
Venezuela
“Nós fomos levados para uma arapuca previamente armada”. Essa foi a síntese feita pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), sobre a missão “humanitária e democrática” de oito senadores brasileiros à Venezuela.
O Brasil quer mudança
Nove em cada dez brasileiros se dizem favoráveis à redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, em pesquisa do Datafolha divulgada nesta segunda-feira (22). Entre os entrevistados, 87% apoiam a mudança na legislação — exatamente o mesmo percentual apontado em levantamento feito em abril, o maior desde a primeira pesquisa do órgão sobre o tema.
O menino não quer
Apanhou e muito, após existir uma chuva de comentários em sua página no facebook, o deputado federal Leo de Brito (PT) excluiu sua postagem em relação a seu posicionamento quanto à redução da maioridade penal.
Melhor ouvir o povo!
Já diz o ditado: ‘A voz do povo é a voz de Deus’, não é o que pensa o deputado federal Leo de Brito, que é contrário ao posicionamento de 87% da população. Oensar diferente pode, claro, mas ir contra o povo é meio complicado.
Foi sonho
Um dia desses nas minhas andanças, estava em um seringal e vi uma senhora morena magrinha e de óculos. Caminhava humildemente com uma chinela de dedo, achei que era Marina Silva defendendo os seringueiros (rsrs). Mas não era… Foi apenas sonho. Parece que a defesa só aparece na midia, não no dia-dia de Marina.
Tudo pode acontecer
Politica é politica né mesmo? Ainda não foi definido os nomes dos pré-candidatos, tanto da Frente popular como da situação em Brasileia. E se o Senador Sérgio Petecão resolver lançar sua esposa Marfisa Galvão como pré-candidata à prefeita em Brasiléia, já que a mesma é de origem Brasileense… Hein? Como? Cuma?
Quase certo
Sabemos que a fronteira precisa urgente de mudanças, sobretudo na política. Precisa de pessoas com novas idéias e que não tiveram oportunidade de desenvolver algum trabalho, um dos nomes que deve aparecer nas campanhas futuras, é do Advogado e secretário de comunicação Júnior Revollo.
Alerta
Devido ao descaso por parte do governo, ponte José Augusto poderá ser fechada nos próximos dias. Já existe um grupo se mobilizando para o bloqueio e vale lembrar que é um movimento com membros da sociedade e sem cor partidária.
DE FRENTE COM DIMAS…
Fernanda o parlamento é o que você esperava ?
R – No geral Sim, é claro que tem muitos dissabores na política. O parlamento possui uma função específica, diferentemente do executivo. Cabe ao parlamento fiscalizar, Legislar, propor, sobretudo ajudar no desenvolvimento da cidade. A Câmara de Vereadores precisa andar de mãos dadas com o povo, quando deixa de fazer isso ela entra em contradição com o seu propósito, pois ela precisa criar mecanismos de transparência e independência, porém, por se tratar de um colegiado que defende vários interesses, Vejo a Câmara de Brasileia distante deste propósito, que foi a base para a eleição de todos nós.
Vereadora como você analisa a situação atual de Brasileia em relação a infra-estrutura?
R – Precária. A população de um modo geral confiou na mudança proposta pelo Prefeito Everaldo Gomes, no entanto desde o início desta gestão o município de Brasileia retrocedeu em vários aspectos como: desvio de recursos públicos amplamente divulgado em todo o Estado, multas e penalidades aplicadas pelo Tribunal de Contas do Estado, mudanças constantes no seu secretariado, atraso de salários dos prestadores de serviço, perda e devolução de recursos de convênios, cito a exemplo a Av Manoel Marinho Monte, descumprimento de prazos, entre outros. No caso de infra-estrutura temos enormes dificuldades, até com serviços básicos como limpeza da cidade, saneamento básico, manutenção dos espaços públicos, manutenção dos ramais, falta medicamento nas unidades de saúde, enfim, nossa cidade regrediu, para exemplificar a Prefeitura lançou um programa para iluminar a cidade ano passado, mas contratou somente em 02 de março deste ano, no valor de R$ 2.443.751.50. Quase dois milhões e quinhentos mil reais , mas como todos sabem a cidade vive as escuras.
A Câmara municipal de Brasileia de forma geral tem exercido o seu papel, legislando e fiscalizando?
R- De forma geral não. Somos 11 vereadores. Respeito cada um e vejo comprometimento de todos, mas como disse anteriormente é um colegiado. Já tivemos votações importantes para cumprir o papel do vereador, que é fiscalizar, mas que foi derrubado porque o prefeito tem maioria, como foi o caso do desvio de recursos da saúde, como também foi o caso do recurso da Caixa Econômica Federal relativo à compensação financeira para detenção da folha de pagamento municipal, este último até hoje a Câmara não teve acesso. A mesa diretora comanda o Poder Legislativo e cabe a ela definir mecanismo de se aproximar do povo, a população precisa se enxergar na Câmara. No entanto nesta legislatura já foram aprovados o código sanitário, o Plano diretor, Isenções de impostos que beneficiam os alagados, audiências publicas e além das prerrogativas institucionais e indicações.
Vereadora, você e Joelso Pontes, são os nomes que mais aparece na mídia, te surpreendeu de alguma forma, seu nome não aparecer na lista publicada pelo instituo tiradentes de vereadores mais atuantes do municipio?
R- De forma nenhuma, pelo contrário, tenho a consciência que exerço meu papel como vereadora do município, respondendo a confiança a mim depositada, sinto isso quando faço aquilo que mais gosto na política que é estar nos bairros, nas comunidades ouvindo e visitando as pessoas. Isso tudo é muito relativo no final do ano passado fui eleita pela Empresa Top Eventos, que adotou a metodologia de votação via internet e in loco fui eleita a vereadora mais atuante do município.
Na sua concepção durante o mandato de oito anos da gestora Leila Galvão, seria possível Brasileia ter avançado mais?
R- A deputada Leila Galvão possui em seu currículo um histórico de prestígio na região do Alto Acre, foi vereadora por dois mandatos, vice prefeita, dois mandatos de prefeita e na última eleição o povo reconheceu seu trabalho e lhe confiou o mandato de deputada estadual, por tudo isso justifica sua competência. A Leila Galvão fez e faz muito por Brasileia. Nos seus mandatos de prefeita, além dos investimentos públicos em infra- estrutura e serviços basicos, também credenciou o município a receber investimentos públicos e privados, como: Fábrica de castanha, Acreaves, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Campus da UFAC. Deixou para o atual prefeito executar a construção das Praças do Eldorado, Ferreira da Silva e da Ponte, Veículos a receber, Academicas Comunitárias de Saúde, quadra sintetica. Mas quando se trata de gestão pública sempre há algo por fazer e o tempo todo surgem novas demandas.
Como você analisa a atual gestão municipal?
R – Vejo da seguinte forma, seu cartão de visita foi dado, o projeto de mudança tão anunciado pelo prefeito e sua equipe não ocorreu. O mandato é de 4 anos, já se passaram dois anos e seis meses e pouca coisa foi feita neste período. O povo tá cansado de desculpas, de pedir paciência, de jogar a responsabilidade em gestões anteriores ou no Governo Estadual. Jamais fugí das minhas responsabilidades, daquilo que me compete, quero o melhor para Brasiléia, nascí e cresci aqui, constituí família aqui. Torço para que nossa cidade reencontre o caminho do desenvolvimento, que possibilite uma melhor qualidade de vida para a população, mas o que vejo hoje é exatamente o contrário, falta confiança e credibilidade. Não digo isso por ser vereadora de oposição à atual gestão, é o sentimento que ouço nas ruas, gostaria de estar aqui elogiando, reconhecendo o trabalho feito, mas como cidadã e mãe de família fico triste com a situação que Brasiléia se encontra hoje. Passamos por mais uma enchente, essa maior que a outra, mas convenhamos que Brasiléia já vinha passando problemas.
Como você analisa a atual gestão Estadual?
R – O povo Acriano confiou mais um mandato ao Governador Tião Viana, porque acredita que seu projeto de governo ainda é o melhor para o Acre. O Governo do Estado, assim como o País atravessa uma grande crise econômica, mesmo com tudo isso a Máquina Admistrativa Estadual permanece com obras em andamento e outras recém inauguradas, mas o desafio é grande, o Governo Estadual tem como meta o processo de industrialização e geração de emprego e renda para o desenvolvimento do Estado. Outro ponto que vejo como importante é reconhecer as falhas e erros e corrigí-los.
Vereadora o povo brasileiro anda desacreditado, sobretudo dos politicos, para a vereadora quais os principais motivos que levaram a esse nível de desconfiança?
R – Em primeiro lugar, a Corrupção. Em seguida, a falta de compromisso de alguns políticos com aquilo que se propuseram a fazer. Um cargo político é um cargo público, as pessoas querem se sentir bem representadas. Temos crises em todas classes, poderes e categorias, como é o caso atual de corrupção na FIFA, vez por outra no Judiciário, Igrejas e outros. Mas é através da administração pública, dos políticos que verdadeiramente se decide o futuro da população, em todos os aspectos, tais como Educação, Saúde, Infra-estrutura e uma melhor qualidade de vida para todos.
Sabemos que os partidos politicos estão sem credibilidade, isso é generalizado, claro que o PT tem pago um preço mais alto que os outros, pelo fato de estar no poder a bastante tempo, como a vereadora analisa a situação atual do partido dos trabalhadores, o próprio senador Jorge Viana vem pedindo mudanças internas. Na sua concepção o PT mudou ou ainda é o mesmo de anos atrás?
R – O Partido dos Trabalhadores é formado por homens e mulheres de bem, por famílias. Não podemos generalizar casos isolados com todo o partido.O estatuto do PT prega a moralidade , a etica e o compromisso com a sociedade.Sabemos da contribuição que o partido dá ao Brasil, Acre e Brasileia não reconhecer isso é negar a nossa historia. Defendo que a Lei seja aplicada com rigor para todos que cometerem atos que desabonem os princípios da Administração Pública. Vale ressaltar que os maiores escândalos não envolvem só o PT, mas também o PMDB, que também admnistra o País, o PP, com basicamente toda sua cúpula envolvida em escândalos, assim como o PSDB, DEM e os demais.
Fernanda muito se fala em seu nome como pré-candidata a prefeita por nossa cidade, o povo quer saber, Fernanda é ou não candidata em 2016?
R – Fui eleita Vereadora. Graças a Deus venho exercendo meu mandato com afinco, zelo e compromisso. Isso tem me credenciado como possível pré-candidata à Prefeita no próximo pleito, mas repito, sou Vereadora. Sou filiada ao partido e meu nome está a disposição, assim como existem outros nomes qualificados. Minha possível pré-candidatura no PT jamais será impositiva.
Todos sabemos que você vem de uma familia tradicional na politica, é uma parlamentar jovem, além de muito simpática, seu sobrenome ajuda ou atrapalha?
R – Dimas, veja bem. Meu nome é Fernanda de Souza Hassem Cesar, foi com esse nome que a população de Brasiléia, quando teve a oportunidade de se manifestar nas urnas, me elegeu e me credenciou a Vereadora mais votada do Município de Brasiléia nas eleições de 2012. Tenho minha formação acadêmica, constituí minha família, há 14 anos trabalho na Administração Pública. Sei diferenciar o certo e o errado, sempre tive minhas convicções e ideais políticos, o que me permitiu fazer parte do cenário político da cidade que tanto amo. Acredito que a vida pública é semelhante a vida pessoal, você vai colher aquilo que você plantar. Sempre semeei o respeito às pessoas, o respeito às diferenças, o trabalho e a ética. Minha história fala por mim.
Considerações finais…
Agradeço o convite ao tempo em que te parabenizo pela coluna. Venho acompanhando seu trabalho e você vem se credenciando como colunista político.
Quero agradecer a Deus e ao Povo de Brasiléia. Até aqui adquiri muita experiência e tenho tentado imprimir um mandato comprometido com a vida, com o município, construindo uma política a partir do cotidiano. Sei da minha responsabilidade com o município, que há muito a ser feito, mas dentro das minhas possibilidades como vereadora, seguirei firme. O que realmente desejo é que Brasiléia, independentemente de questões partidárias, siga rumo ao desenvolvimento, a dias melhores. Que trabalhe em defesa das minorias.
Obrigado Dimas
Devido estar cumprindo uma agenda fora do Município, as perguntas foram enviadas por e-mail. Foram feita 13 perguntas, onde a vereadora não respondeu apenas uma, que é um direito da Vereadora.
Existe possibilidade de Fernanda Hassem, sair candidata por um outro partido que não seja o PT?
Ficamos sem resposta.
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Acre
Governo debate fortalecimento de políticas migratórias com organismo internacional
O governo do Acre avançou nas tratativas para fortalecer as parcerias voltadas à política migratória durante reunião, nesta terça-feira, 17, com representantes da Organização Internacional para as Migrações (OIM), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU) que apoia a gestão de fluxos migratórios em 175 países.

O encontro reuniu o secretário da Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac), Fabio Rueda, a secretária adjunta de Assistência Social e Direitos Humanos, Amanda Vasconcelos, e representantes da OIM no Brasil.
A reunião teve como principal objetivo discutir novas formas de cooperações entre o governo e a OIM para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao acolhimento, à assistência e à integração de migrantes que chegam ao Acre.

Desde 2010, o estado tem sido porta de entrada para diferentes correntes migratórias, incluindo haitianos, venezuelanos e cidadãos de outras nacionalidades que utilizam rotas terrestres para ingressar no Brasil. Neste período, o Acre estruturou respostas emergenciais e políticas de acolhimento. Atualmente, as cidades de Assis Brasil, Epitaciolândia e Rio Branco contam com abrigos temporários para receber os estrangeiros.
Durante o encontro, o secretário Fabio Rueda destacou a importância da articulação para o enfrentamento do tema. “O Acre tem uma experiência acumulada muito significativa na recepção de migrantes, mas é fundamental fortalecer parcerias com organismos internacionais como a OIM. Essa cooperação amplia nossa capacidade de resposta e garante mais dignidade no atendimento a essas pessoas”, afirmou.

A secretária adjunta Amanda Vasconcelos reforçou o compromisso do Estado com ações voltadas a ajuda humanitária. “Estamos trabalhando para consolidar uma rede de atendimento que assegure direitos e promova a inclusão social dos migrantes. O apoio técnico e institucional da OIM é essencial para avançarmos nesse processo com mais eficiência e sensibilidade”, pontuou.

O oficial nacional de projetos da OIM, Eugênio Guimarães, destacou que o órgão atua no Acre desde 2024. “Queremos potencializar e agregar os serviços que já estão sendo realizados no estado. A parceria com o governo do Estado é de suma importância nesse processo e queremos trazer novas experiências exitosas que estão sendo aplicadas pelo mundo nesta área de mobilidade humana”, declarou.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Acre
Força-tarefa familiar garante aprovação de pais e filhos em concurso da Educação e vaga em curso de medicina
Há conquistas que transformam o indivíduo. Outras, mais raras e silenciosas, reescrevem o destino de uma família inteira. Quando o governo do Acre publicou a lista de aprovados no último concurso público da Educação, a sala de estar de Telmo e Marlete Costa, em Rio Branco, virou o palco de um evento estatisticamente improvável: quatro membros da mesma unidade familiar viram seus nomes no Diário Oficial.

Marlete atua como professora de Educação Especial, enquanto Telmo e o caçula, Kaique, garantiram vagas como apoio administrativo. O filho mais velho, Brenno, foi aprovado como professor de geografia. Além das posses no Estado, Kaique comemora a aprovação no curso de medicina em três universidades, incluindo a Federal do Acre (Ufac).
A rotina até as aprovações exigiu disciplina. Telmo e Marlete dividiam o cansaço do trabalho formal com a gestão da casa e os cadernos. “Chegávamos todos exaustos. Cada um ia para o seu quarto, trancava a porta e ia estudar”, relembra Marlete.
As ausências em festas de família e os fins de semana dedicados aos livros moldaram o padrão de trabalho absorvido por Kaique, que cursou todo o ensino médio na rede estadual, incorporou a rotina dos pais e chegou a manter dez horas diárias de resolução de questões. “Eu chegava em casa e via meu pai e minha mãe estudando. O que eu ia fazer? Eu tinha que estudar também”, relata o jovem.
O redesenho do mapa familiar
A dinâmica de estudos, segundo o filho mais velho, transformou o que poderia ser pressão em propósito coletivo. “A nossa união foi o gás para conquistarmos nossos objetivos”, resume. Fruto do ensino público, Brenno agora retorna às salas de aula da rede estadual para retribuir o investimento. “O que me levou a escolher a docência foi a vontade de contribuir na formação de outras pessoas, assim como os meus professores fizeram comigo”, afirma.

Para o novo professor de geografia, a mudança de vida da família ilustra, na prática, o conceito de transformação do espaço e da sociedade. “A geografia não é estática, é o resultado das relações sociais, econômicas e culturais que se transformam com o tempo. A educação pública abriu portas, porque redesenhou o mapa socioeconômico da nossa família. Hoje, temos mais oportunidades e uma visão de futuro ampliada. A rede e as políticas públicas nos ajudaram a chegar ao nosso objetivo”, avalia.
Equidade na educação especial
Também para Marlete, a aprovação tem um significado direto na prestação de serviço à população, agora que atua na linha de frente da Educação Especial, área prioritária da gestão pública. Para atender os mais de 142 mil estudantes matriculados na rede estadual, a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) opera em 598 escolas e garantir que esses espaços sejam acessíveis para alunos com deficiência exige investimento contínuo.
Atualmente, mais de 11 mil alunos são assistidos na Educação Especial em todo o estado. Para fortalecer esse atendimento, o governo do Acre, na gestão de Gladson Camelí e Mailza Assis, realizou o primeiro concurso público para professores efetivos da área. “A educação transforma vidas e realiza sonhos. Educamos pelo exemplo. Quando somos o exemplo, não precisamos dizer muita coisa; eles simplesmente se espelham”, afirma a professora.
Base na rede pública

A jornada de Kaique evidencia o papel do ensino público do estado. Lotado na Escola Terezinha Miguéis enquanto aguarda o início do curso superior, credita sua formação à escola estadual.
“A educação pública do Acre vem melhorando cada vez mais. Criei uma base muito grande na rede pública, o que me permitiu aprofundar os conhecimentos depois. O segredo era me envolver de fato com o conteúdo e ter um objetivo muito específico”, analisa.
O titular da SEE, Aberson Carvalho, destaca que a trajetória da família referenda as diretrizes do planejamento da gestão. “A presença das ações da pasta no chão da escola se dá exatamente por meio de histórias assim. Quando vemos uma família inteira ingressar no serviço público por meio de concurso e simultaneamente celebrar a aprovação de um aluno oriundo da nossa rede em medicina, temos a consolidação do nosso objetivo. É o resultado concreto das ações estruturantes que estamos realizando”, explica o gestor.
Com a estabilidade alcançada e o caçula encaminhado para um dos cursos mais concorridos do país, a família agora recalcula a rota. Os planos de trocar de carro ou comprar uma casa nova já estão na mesa, mas o foco imediato é dar suporte ao futuro médico.

A experiência deixou lições práticas sobre o acompanhamento escolar. Telmo resume a vivência com um recado direto para os pais da nova geração: “O conhecimento é o caminho e isso ninguém tira do seu filho. Aproxime-se dele, oriente, instrua. Seja parceiro da escola, e a boa colheita vem”.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Acre
Governo do Acre nomeia novos servidores para a rede estadual de ensino
Convocações incluem professores e profissionais administrativos com atuação na capital e no interior




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