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Polícias do Acre e de Pando resgatam família brasileira que estava sendo ameaçada por criminosos

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A operação conjunta demonstra a importância da cooperação e da prontidão das forças policiais para responder a situações de emergência e proteger os cidadãos contra ameaças criminosas na fronteira.

Diante da iminente ameaça, as forças policiais agiram com urgência, realizando uma operação de incursão na mata para extrair a família em segurança. Foto cedida

A Polícia Civil do Acre e a Polícia Nacional da Bolívia colaboraram em uma operação conjunta na última quinta-feira (27). O foco da ação foi o resgate de uma família que estava sendo ameaçada por um grupo criminoso. A operação ocorreu na zona rural do país vizinho, onde os indivíduos estavam sob risco. Essas ações coordenadas entre forças de segurança de diferentes países são essenciais para combater o crime transnacional e proteger os cidadãos vulneráveis.

As autoridades receberam informações críticas de policiais civis e militares da região, indicando que criminosos armados estavam se aproximando da região de mata onde a família estava localizada. Diante dessa ameaça iminente, as forças policiais agiram rapidamente, organizando uma operação de incursão na mata para resgatar a família em segurança.

A operação demonstra a importância da cooperação e da prontidão das forças policiais para responder a situações de emergência e proteger os cidadãos contra ameaças criminosas na fronteira do Acre, e Pando.

Esta ação ressalta o compromisso das forças policiais em proteger a vida e a segurança dos cidadãos, tanto no Brasil quanto no exterior. As investigações prosseguem para garantir que a justiça seja feita e para prevenir futuras ameaças semelhantes. Foto cedida

“A operação foi coordenada de forma estratégica e contou com a colaboração entre as forças de segurança dos dois países, demonstrando a importância da cooperação internacional no combate ao crime organizado. O resgate foi bem-sucedido, e a família foi retirada da propriedade rural sem ferimentos. A Polícia Civil do Acre continua trabalhando para identificar e capturar os membros do grupo criminoso, assegurando que sejam responsabilizados pelos seus atos”, informou o delegado titular de Plácido de Castro, Leonardo Lucas.

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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero

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Sandra Assunção

Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.

Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.

Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.

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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.

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Enquanto a ponte não sai do papel, os moradores seguem dependendo da balsa mantida pelo Deracre, que oferece travessia gratuita, mas sofre com as limitações impostas pelo regime hidrológico do

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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado

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Reprodução/ Correio 24 Horas

Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.

A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.

Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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