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Policiais Militares protestam em carreata após decisão de Tião Viana sobre corte de salário

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Viana não foi ao evento de graduação de cabos, onde se deu o início dos protestos, e a assessoria do governador não falou sobre a ausência

Com o lema “Unidos Somos Fortes” e embalados sob a música do cantor Zé Geraldo, que diz em uma de suas estrofes:”Nunca deixe se levar por falsos líderes. Todos eles se intitulam os porta vozes da razão”, o protesto dos Policiais Militares do Acre, contra o corte de seus salários, reuniu centenas de PMs, na frente do Teatro Plácido de Castro, na manhã desta sexta feira (29), local onde aconteceu a solenidade de graduação de oficiais, sem a presença do Governador do Acre, Tião Viana.

O protesto começou em frente ao Teatro Plácido de Castro/Foto: Reprodução

Segundo o representante da associação dos militares, Abrahão Pupilo, houve ingerência nas negociações do soldo da PM, e o entendimento da Procuradoria Geral do Estado (PGE), é que uma sexta parte dos vencimentos, incluindo direitos adquiridos como o de risco de vida, serão cortados já a partir de janeiro de 2018.

“Há uma esperança de uma negociação junto a PGE, O Ministério Público Estadual e o Governo do Estado para rever essa disparidade, que não tem qualquer embasamento legal. Se isso não for revisto, em assembléia geral, vamos decidir o que vamos fazer, e infelizmente a sociedade é quem vai “pagar o pato”, com a falta de segurança nas ruas”, disse Pupilo.

O deputado Federal Major Rocha e outros líderes sindicais estiveram no movimento/Foto: Reprodução

Presente na manifestação, o deputado federal Major Rocha, lamentou, “essa é mais uma vez, uma atitude desastrosa e irresponsável desse governo que está aí a tanto tempo sem o mínimo de compromisso com esses valentes combatentes do crime.

O representante Abrahão Pupilo na carreata em direção ao centro da capital/Foto: Reprodução

Porque o governador não corta o salário dos milhares de cargos comissionados? Porque não diminui o número de cargos de confiança que ele paga com nosso dinheiro? Eu me solidarizo com nossos irmãos de farda e faremos de tudo para rever esse crime que o governador quer fazer com nossos praças militares, que é cortar o pouco do salário que já recebem”, finalizou.

A solenidade de graduação de cabos e terceiros sargentos aconteceu na parte interna do Teatrão. Na mesa de autoridades presentes, o questionamento geral era a ausência de Tião Viana, que não falou sobre, nem mesmo por meio de sua assessoria, os motivos pelos quais não pode estar presente no evento.

Os manifestantes se dirigiram em carreata pela Avenida Getúlio Vargas até o Batalhão Militar do centro de Rio Branco, com cartazes e frases de consternação.

Da ContilNet

 

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Acre

Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

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O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.

A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.

Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.

Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.

A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.

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Nível do Rio Acre segue em queda e permanece abaixo da cota de alerta em Rio Branco

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Boletim da Defesa Civil aponta redução do manancial e registra 12 milímetros de chuva nas últimas 24 horas

A Defesa Civil de Rio Branco divulgou, na manhã deste domingo (22), novo boletim com informações atualizadas sobre o nível do Rio Acre na capital. O documento é assinado pelo coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Cláudio Falcão.

De acordo com a medição realizada às 6h43, o manancial marcou 8,80 metros, apresentando redução no volume em relação às medições anteriores.

Nas últimas 24 horas, o acumulado de chuva foi de 12 milímetros.

A cota de alerta na capital é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros. No momento, o nível do rio permanece bem abaixo dos limites considerados críticos.

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Acre

Sexto lote do seguro-defeso será disponibilizado na terça-feira

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O sexto lote do Seguro Desemprego do Pescador Artesanal, o seguro-defeso, será paga na terça-feira (24) para 110.904 trabalhadores do ramo, cadastrados e em conformidade com as exigências do programa.

Estes trabalhadores receberão R$ 179,7 milhões. Os cinco lotes anteriores somaram 269.372 beneficiados, com as parcelas sendo sido liberadas semanalmente, totalizando R$ 616,3 milhões.

O valor do benefício equivale a um salário mínimo mensal, fixado em R$ 1.621. O seguro é pago a pescadores artesanais durante a paralisação da pesca (defeso), no período de reprodução de cada espécie, e pode durar até cinco meses, dependendo do calendário regional de proibição.

A maior parte do público beneficiado teve sua atividade impactada no período entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou o compromisso da pasta com a correta concessão do benefício.

“O MTE tem trabalhado para garantir o pagamento de todos os pedidos de seguro-defeso que passaram por análise criteriosa, assegurando o direito de quem realmente vive da pesca.”

Troca de gestão

Em novembro do ano passado, a gestão do seguro-defeso foi reformulada passando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O objetivo da medida é diminuir o pagamento de benefícios indevidos – para pescadores que tem outras fontes de renda, por exemplo –, além de evitar fraudes.

O esforço de saneamento do programa também uniu a Controladoria Geral da União (CGU) e o MTE. Embora uma parcela relativamente pequena de benefícios tenha sido fraudada, o impacto das fraudes é considerável pois o programa já atendeu mais de 2 milhões de cadastrados em seu período de maior alcance.

Entre as alterações previstas na Medida Provisória (MP) nº 1.323, foi revisada a lista de documentos necessários para manter os cadastros ativos. Atualmente, as exigências incluem inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), ter cadastro biométrico, entregar o Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (Reap), morar em município incluído no período de defeso e participar das entrevistas realizadas pela Fundacentro nos estados onde já ocorre a piracema (período de reprodução dos peixes), que são Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas. Nestes locais a Fundação registrou 514.127 atendimentos em 126 municípios.

Entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março deste ano, o MTE recebeu 1.198.473 requerimentos individuais do benefício. As solicitações estão passando por triagem. Os estados com maior número de solicitações são Pará (351.502), Maranhão (336.803), Amazonas (106.632), Bahia (81.765) e Piauí (63.025).

Ficaram de fora dos lotes os pescadores que não apresentaram o Reap. Também foram excluídos aqueles que possuem vínculo empregatício, recebem aposentadoria, estão com o registro de pesca cancelado, atuam em atividades não previstas ou recebem benefício assistencial contínuo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

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