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Polícia: TJ debate atuação de organizações criminosas

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O evento, realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AC), contemplou a capacitação de 43 militares.

aula inaugural do Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos (CHOA) da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) Foto: Tribunal de Justiça do Acre

ASCOM - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ACRE

A aula inaugural do Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos (CHOA) da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), contou com palestra do juiz de Direito Daniel Bomfim, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco.
Ele falou sobre organizações criminosas. O evento, realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AC), contemplou a capacitação de 43 militares.

A repressão aos entorpecentes é uma tarefa de todo o Estado e esse crime está intimamente relacionado às organizações criminosas. O juiz de Direito apontou que há cerca de 200 presos provisórios a partir de decisões tomadas por sua unidade pelo enquadramento na Lei n° 12.850/2013.

Com menos de cinco anos de vigência, Bomfim apresentou parte do histórico jurídico e como a definição da Lei de Organização Criminosa veio a atender uma demanda da sociedade. O conhecimento dos instrumentos da legislação, bem como a entendimento da evolução dos dispositivos permite que a atuação dos agentes públicos opere de forma mais efetiva.

“A PM representa o Estado na rua, representa a ordem e a lei”, exemplificou. Tendo em vista que a polícia tem o dever de fazer cessar o crime e o dever de prender, o palestrante evidenciou que cerca de 80% dos autos de infração dos processos criminais são feitos pela PMAC e muitas vezes estes são ainda testemunhas nos processos.

Reconhecimento

Na ocasião, o magistrado recebeu um Certificado de Agradecimento da PMAC, em reconhecimento da importância do estreitamento da parceria entre o Poder Judiciário com o Executivo, que coopera na qualificação do quadro efetivo do Estado.

magistrado recebeu um Certificado de Agradecimento da PMAC (Foto: Tribunal de Justiça do Acre)

Novos desafios

O aprendizado integra a matriz curricular estipulada para a ascensão ao oficialato. Desta forma, o subtenente Antônio Almeida Rocha discursou sobre os novos desafios em nome de sua turma. “Essa é uma oportunidade de evocar a esperança, pois é importante avaliarmos a evolução da Polícia Militar e como integramos essa história”, ressaltou.

O tenente coronel Messias, diretor de ensino da PMAC, enfatizou que o planejamento estratégico contempla o desenvolvimento de treinamentos. “O objetivo da formação é que os oficiais assumam funções e continuem a carreira preparados para contribuir na segurança pública”, esclareceu.

O comandante-geral da PMAC Júlio Cezar reforçou a importância de bem servir a sociedade na luta contra o crime.

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“A corporação se aperfeiçoa por meio dos cursos. É nosso dever honrar a confiança que a população tem na PM, fazemos isso quando obedecemos à legislação e somos reconhecidos por nossa atuação e honestidade”.

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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