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Polícia Rodoviária Federal deflagra “Operação Lábaro” e prende 38 pessoas no Acre

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A Operação, que foi coordenada pelo Núcleo de Operações (NUOP), ficou dividida em três etapas

A Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no Acre (SPRF/AC) realizou a Operação Lábaro 2020 (Área Echo), entre os dias 6 e 25 de janeiro deste ano. Com reforço dos policiais rodoviários federais recém-empossados e integração com demais órgãos e forças de segurança pública que atuam no estado, a Operação teve como principal objetivo combater a criminalidade em Rio Branco e nas divisas do Acre com demais estados da região Norte do Brasil e na fronteira com os países vizinhos, Bolívia e Peru.

A ação, considerada estratégica, foi incluída dentre as medidas prioritárias do Ministério da Justiça e Segurança Pública, constando no rol de iniciativas estratégicas apresentadas pelo Governo Federal, e contou com apoio do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Receita Federal, Exército Brasileiro e polícias Federal, Civil e Militar.

A Operação, que foi coordenada pelo Núcleo de Operações (NUOP), ficou dividida em três etapas: na primeira, dias 6 e 7, ocorreu a apresentação das áreas da SPRF/AC aos novos policiais; na seguinte, dias 8 a 10, aconteceram palestras e ambientações e, na última, durante os dias 11 a 25, ocorreram as ações operativas de fiscalização principalmente contra as organizações criminosas. Ainda, houve minicurso sobre Contrabando de Migrantes, promovido em parceria com o MPAC, no dia 15.

Seguem abaixo os resultados obtidos durante o período da Operação Lábaro 2020 (Área Echo) no Acre, divulgados nesta terça-feira (28):

FISCALIZAÇÕES: Veículos fiscalizados: 7.410; Pessoas abordadas: 7.457 e Testes de alcoolemia: 1.424 (sendo 20 pessoas autuadas por embriaguez);

APREENSÕES: Crimes ambientais: 4; Arma branca: 1 unidade; Pistola: 1 unidade; Eletrônicos: 215 itens; Pneus: 20 unidades; Diversos: 204 unidades; Cigarros: 1.857 pacotes; Maconha: 55 gramas, Veículos recuperados: 6 (entre motos, carros e caminhonetes) e Presos/detidos: 38 pessoas.

Ocorrências

Dentre as ocorrências, duas chamaram a atenção dos policiais. Uma caminhonete foi abordada no Km 190, da BR-317, em Xapuri (AC), quando o condutor apresentou informações desconexas sobre a propriedade do veículo. Segundo ele, o veículo tinha sido anunciado em uma página de comércio na internet. No dia anterior, o suposto comprador havia depositado um envelope com R$29.000,00 na conta do proprietário. Diante das contradições, apontadas na abordagem, os policiais resolveram ir até o vendedor, que morava naquela cidade, e confirmaram que a quantia estava bloqueada. Diante dos fatos, o abordado acabou confessando que depositara um envelope vazio, no golpe, e recebeu voz de prisão.

No outro caso, a PRF deu ordem de parada para uma caminhonete, com um casal dentro, na BR-364, no Km 10, no Posto Tucandeiras, em Acrelândia (AC), porém o condutor desobedeceu e evadiu-se do local. Os policiais iniciaram um acompanhamento tático, e, alguns quilômetros à frente, os ocupantes abandonaram a caminhonete com as chaves no contato e entraram à mata densa. Apesar de buscas no local, os policiais não localizaram os evadidos, mas conseguiram levar a caminhonete que estava sem registro de roubo/furto. Mais tarde, em contato com o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP), da Polícia Militar, através do Centro de Comando e Controle Regional (C3R) da PRF, os policiais confirmaram que o dono da caminhonete tinha sido sequestrado e torturado para não registrar a ocorrência, enquanto os sequestradores tentavam fugir do estado do Acre com o veículo. Quando ele foi libertado do cativeiro, para fazer o registro na Polícia Civil, descobriu que seu veículo já havia sido recuperado pela PRF.

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Mega da Virada: ganhador de R$ 181 milhões ainda não retirou o prêmio

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Mega-Sena da Virada

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O dono de uma das seis apostas vencedoras da Mega da Virada, sorteada em 1º de janeiro, ainda não foi resgatar o prêmio. O sortudo, que fez o jogo em uma casa lotérica do bairro de Mangabeira, em João Pessoa (PB), tem um prêmio de R$ 181 milhões esperando por ele.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, até a noite dessa quarta-feira (7/1), o sortudo não havia ido buscar o prêmio. Ele é o único entre os vencedores que ainda não fez a retirada.

O apostador tem um prazo de 90 dias para resgatar a bolada — ou seja, até o dia 1º de abril deste ano.

Caso o sortudo não resgate os R$ 181 milhões, a fortuna é repassada para o Tesouro e será aplicada no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

O sortudo de João Pessoa fez um jogo simples no valor de R$ 6, e cravou as seis dezenas da Mega da Virada: 59 – 21 – 32 – 13 – 33 – 09.

A última edição do sorteio especial registrou o maior prêmio da história das loterias no Brasil: R$ 1,09 bilhão. Seis apostas acertaram as seis dezenas e dividiram o prêmio.

Sorteio adiado

O sorteio da Mega da Virada foi realizado na manhã do dia 1º de janeiro, após ser adiado depois de uma hora de atraso. O sorteio do concurso estava previsto para 22h de quarta-feira (31/12), mantendo a tradição de o prêmio ser anunciado no último dia do ano.

No entanto, o valor do prêmio gerou um movimento inédito nos canais de aposta: foram 120 mil transações por segundo no canal digital e quase 4,8 mil transações por segundo nas unidades lotéricas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Flávio chama Moraes de “negacionista” após decisão contra sindicância do CFM

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Flávio Bolsonaro dando entrevista - Metrópoles

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou, na noite desta quarta-feira (7/1), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “negacionismo” e de desrespeitar a ciência médica ao anular a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar a assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro bateu a cabeça em um móvel durante a madrugada em sua cela e só foi levado ao Hospital DF Star cerca de 24 horas depois. Ainda nesta quarta-feira, o médico Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente no hospital e na PF, afirmou que os exames feitos confirmaram traumatismo craniano leve após a queda. 

Por meio da rede social X (antigo Twitter), o filho “01” de Bolsonaro afirmou que a decisão do magistrado ignora protocolos básicos da medicina e coloca a vida do ex-presidente em risco. Ele também saiu em defesa do CFM e afirmou que a nota da entidade é “óbvia” ao destacar que a burocracia não pode se sobrepor ao cuidado com a vida humana.

“Alguém que bate com a cabeça num armário, em estado de sonolência na madrugada, precisa ser levado imediatamente a um hospital para exames e análise médica. Isso é C-I-Ê-N-C-I-A […] A burocracia proposital — e paranoica — de Moraes não pode se sobrepor à medicina e ao cuidado com a vida de um ser humano”, escreveu Flávio.

Para o senador, é “inaceitável que Bolsonaro tenha sido levado a um hospital apenas 24 horas após o acidente”. Flávio também afirmou que não há a mínima condição de Bolsonaro permanecer sozinho durante a noite em uma cela trancada sem acompanhamento contínuo.

“Bolsonaro poderia ter sido encontrado morto pela manhã. É essa a torcida de Moraes contra Bolsonaro?”, questionou Flávio.

Segundo o senador, a defesa jurídica do ex-presidente trabalha para obter prisão domiciliar humanitária, alegando falta de bom senso do relator do caso. Ao final da nota, Flávio também cobrou um posicionamento do presidente do STF, Edson Fachin, sobre a conduta de Moraes.

Alexandre de Moraes é NEGACIONISTA!

A nota do Conselho Federal de Medicina é óbvia ao dizer que a burocracia proposital – e paranoica – de Moraes não pode se sobrepor à medicina e ao cuidado com vida de um ser humano: alguém que bate com a cabeça num armário, em estado de… pic.twitter.com/DrSWvN3Ioc

— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 7, 2026

Decisão de Moraes

Na noite desta quarta-feira, Moraes declarou nula a sindicância instaurada pelo CFM e proibiu qualquer procedimento semelhante no âmbito da entidade, tanto em nível nacional quanto estadual. O ministro afirmou que o conselho não tem competência para apurar atos da PF.

“É flagrante a legalidade e a ausência de competência correcional do Conselho Federal de Medicina em relação à Polícia Federal”, escreveu Moraes, ao citar “desvio de finalidade” e “total ignorância dos fatos”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Polícia Civil prende homem condenado a mais de 19 anos de prisão por roubo e tráfico

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Trata-se de um indivíduo condenado definitivamente por crimes graves, com pena superior a 19 anos, e o trabalho do NEIC garante que essas decisões não fiquem apenas no papel, trazendo uma resposta efetiva à sociedade”

Em cumprimento a mandado de sentença penal definitiva, PCAC prende homem condenado por roubo e tráfico de entorpecentes. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre, através do Núcleo Especializado de Investigação Criminal (Neic), em Cruzeiro do Sul, prenderam, nesta quarta-feira, 7,  o nacional E. S. S., de 32 anos, em cumprimento a mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória definitiva pelos crimes de roubo e tráfico de drogas.

A prisão foi realizada após diligências que resultaram na localização do condenado, o qual possuía contra si decisão judicial transitada em julgado, com pena total superior a 19 anos de reclusão, a ser cumprida em regime inicialmente fechado.

O indivíduo foi condenado pela prática de crimes graves, envolvendo violência patrimonial e tráfico de entorpecentes, condutas que impactam diretamente a segurança pública e a tranquilidade da população.

“Essa prisão representa o compromisso da Polícia Civil com a aplicação da lei penal. Trata-se de um indivíduo condenado definitivamente por crimes graves, com pena superior a 19 anos, e o trabalho do NEIC garante que essas decisões não fiquem apenas no papel, trazendo uma resposta efetiva à sociedade”, afirmou o delegado Heverton Carvalho, responsável pela ação.

Após a prisão, E. S. S. foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

A prisão foi resultado de diligências realizadas pelos investigadores, que conseguiram localizar o condenado, o qual possuía decisão judicial transitada em julgado. Foto: cedida 

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