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Polícia prende jovem com 30 kg de maconha e apreende R$ 370 em dinheiro do tráfico em Cruzeiro do Sul
Suspeito de 20 anos tentou fugir e alegou que guardava drogas por R$ 3 mil para terceiros; material estava pronto para distribuição

Uma ação das Polícias Militar e Civil prendeu neste domingo, 17, no bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul, Cauê Silva dos Santos, 20 anos, e apreendeu 30 quilos de maconha. Foto: captada
Uma operação conjunta das Polícias Militar e Civil resultou na prisão de Cauê Silva dos Santos, 20 anos, e na apreensão de 30 quilos de maconha no bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul, no último domingo (17). De acordo com o Major Abraão Silva, comandante da PM local, o suspeito tentou fugir ao avistar os agentes, mas foi detido após jogar no chão uma faca que carregava na cintura.
Detalhes da Operação
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Material apreendido:
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30,05 kg de maconha prensada (escondidos na casa do suspeito)
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86,7g de maconha fracionada (pronta para venda)
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18,9g de substância semelhante a cocaína
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R$ 370,75 em dinheiro trocado
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Balança de precisão, plásticos para embalagem e uma faca
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Declaração do acusado: Cauê admitiu que guardava a droga por R$ 3 mil para outra pessoa, mas não revelou nomes dos envolvidos na rede criminosa.
Próximos Passos
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O caso foi registrado na Delegacia Geral de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul.
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O suspeito deve responder por tráfico de drogas e posse de entorpecentes.
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A polícia investiga se Cauê integra uma organização criminosa local.
A apreensão ocorre em meio a operações de combate ao tráfico no Vale do Juruá, região que tem registrado aumento no fluxo de drogas vindas da fronteira com o Peru. A PM reforçou que continuará com ações ostensivas para coibir a venda de drogas na área.
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Sessão solene na Câmara de Rio Branco destaca direito à moradia na Campanha da Fraternidade 2026
Por Tácio Júnior
Da assessoria
A Câmara Municipal de Rio Branco realizou, nesta segunda-feira (16), uma sessão solene em alusão à Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano traz como tema “Fraternidade e Moradia”. A atividade foi proposta pelo vereador André Kamai e reuniu representantes da Igreja Católica, lideranças comunitárias e membros da sociedade civil para refletir sobre o direito à moradia digna e os desafios sociais relacionados ao tema.
Durante a sessão, Kamai destacou que a garantia da moradia é um direito fundamental e que não é possível falar em defesa da família sem assegurar condições mínimas de dignidade às pessoas. “A moradia é um direito fundamental. Não é possível falar em defesa da família se não garantimos o mínimo de dignidade, como alimentação e moradia digna. Uma família precisa de uma casa para morar, e é papel do poder público garantir esse direito”, afirmou.
O vereador também lembrou que políticas públicas de habitação já tiveram impacto importante na melhoria das condições de vida de muitas famílias acreanas. “Nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma tivemos investimentos importantes na habitação popular, que resultaram na Cidade do Povo e em outros conjuntos habitacionais que tiraram muitas pessoas de situações extremamente precárias”, ressaltou.
O reitor da Catedral de Rio Branco, padre Manoel de Jesus, destacou que o compromisso social é consequência direta da fé cristã. “A fé cristã se baseia em amar a Deus e amar o próximo. O compromisso social nasce justamente desse amor ao irmão e da luta pela dignidade do outro”, explicou.
Segundo o sacerdote, a moradia é um direito essencial que garante acesso a outros direitos básicos. “A moradia é como a porta de acesso aos demais direitos. Uma pessoa sem moradia acaba privada de muitas outras condições básicas de vida”, disse.
Para o padre Antônio Menezes, a espiritualidade cristã exige compromisso com os mais pobres e com a justiça social. “Quem diz que ama a Deus, mas não ama o seu irmão, é mentiroso. A espiritualidade verdadeira nos compromete com os mais pobres e nos leva a levantar a voz diante das injustiças”, afirmou.
Já a coordenadora da Campanha da Fraternidade 2026, Sônia Cabral, ressaltou que o debate sobre moradia também passa pela forma como os recursos públicos são distribuídos. “É preciso priorizar as políticas públicas de habitação, juntamente com saúde e educação, porque todos esses direitos fazem parte das condições básicas de moradia”, afirmou.
A sessão integrou as atividades de mobilização da Campanha da Fraternidade, que todos os anos propõe à sociedade brasileira reflexões sobre temas sociais à luz da fé cristã.




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