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Polícia Militar realiza colação de grau de 120 alunos do ensino médio do Colégio Tiradentes
Alinhados, com uniformes impecáveis e o garbo e a elegância típicos dos militares, 120 alunos do Colégio Militar Estadual Tiradentes (CMET), da Polícia Militar do Acre (PMAC), participaram nesta quinta-feira, 18, em Rio Branco, do ato que marca o fim de mais um ciclo na vida estudantil: a colação de grau. Os estudantes dão início agora à corrida pela formação superior e ingresso no mercado de trabalho.

Ao todo, 120 formandos se despediram da comunidade escolar. Foto: Joabes Guedes/PMAC
Amigos e familiares acompanharam o rito militar das arquibancadas da quadra de esportes do CMET. Ao ostentar a túnica branca, um dos uniformes que vestiram durante vários anos na instituição de ensino, os estudantes se despediram da comunidade escolar na presença de autoridades civis e militares, entre elas o comandante-geral da PMAC em exercício, coronel PM Emílio Virgílio de Oliveira.
O major PM Rodolfo Velásquez, diretor da instituição escolar, destacou a importância da disciplina e do comprometimento dos alunos ao longo de suas trajetórias. “Temos imenso orgulho por formar jovens cidadãos que, sem dúvida, estão preparados para grandes desafios. Vê-los hoje se despedindo dessa escola e sabendo que receberam uma experiência de aprendizado de excelência, que os coloca no patamar dos melhores colégios do país, nos dá a certeza de que cumprimos nosso papel”, afirmou.

Major Rodolfo Velásquez, diretor do colégio, durante a solenidade. Foto: Joabes Guedes/PMAC
A formanda Polyana Batista não escondeu a emoção por ter concluído mais uma etapa e destaca a gratidão pela qualidade da educação que teve acesso no CMET. Uma das duas alunas do colégio com nota 980 na redação do Enem 2023, seu plano agora é estudar Medicina na Universidade Federal do Acre (Ufac).
“Eu estudo aqui desde que o colégio foi aberto e sei que muitas coisas mudaram, principalmente o novo ensino médio, o que deu uma dificultada na nossa forma de ensino, mas a escola sempre buscou nos ajudar a manter o foco. Esse colégio não é só um local de ensino, é uma família para mim, e me sinto grata e orgulhosa por ele”, disse.

Formanda Polyana Araújo Batista tirou nota 980 na redação do Enem. Foto: Joabes Guedes/PMAC
Assim como Polyana, os pais, amigos e demais formandos encerraram o evento com salvas de palmas e, sobretudo, com o sentimento de dever cumprido. Na jogada da boina para o alto, rito de passagem da formatura, a certeza de que novos horizontes se abrem diante deles.
- Ao todo, 120 formandos se despediram da comunidade escolar. Foto: Joabes Guedes/PMAC
- Formanda Polyana Araújo Batista tirou nota 980 na redação do Enem. Foto: Joabes Guedes/PMAC
- Major Rodolfo Velásquez, diretor do colégio, durante a solenidade. Foto: Joabes Guedes/PMAC
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.








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