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Polícia Militar do Acre encerra 2025 com investimentos estratégicos e resultados históricos

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A qualificação do efetivo foi o principal pilar da PMAC em 2025. Ao todo, 1.963 policiais militares participaram de cursos de formação, especialização e aperfeiçoamento, dentro e fora do estado

A PMAC finaliza 2025 com uma tropa mais qualificada e estrutura mais moderna. Foto: Ascom PMAC

Esse avanço está diretamente ligado às iniciativas do governo do Estado, que ao longo de 2025 manteve a segurança pública como prioridade, garantindo investimentos, modernização logística e fortalecimento das políticas de valorização profissional. A atuação integrada entre as forças de segurança permitiu planejamento de longo prazo, ampliação da capacidade operacional e melhores condições de trabalho para a tropa em todo o estado.

Para a comandante-geral da PMAC, coronel Marta Renata, 2025 foi o ano em que planejamento e execução caminharam lado a lado. “Não existe resultado consistente sem investimento em pessoas. Decidimos fortalecer a base, que é o policial militar bem preparado, bem equipado e consciente do seu papel. Quando isso acontece, o reflexo aparece naturalmente nas ruas e na confiança da população”, destaca.

Esse avanço está diretamente ligado às iniciativas do governo do Estado, que ao longo de 2025 manteve a segurança pública como prioridade, garantindo investimentos, modernização logística e fortalecimento das políticas de valorização profissional. A atuação integrada entre as forças de segurança permitiu planejamento de longo prazo, ampliação da capacidade operacional e melhores condições de trabalho para a tropa em todo o estado.

Para a comandante-geral da PMAC, coronel Marta Renata, 2025 foi o ano em que planejamento e execução caminharam lado a lado. “Não existe resultado consistente sem investimento em pessoas. Decidimos fortalecer a base, que é o policial militar bem preparado, bem equipado e consciente do seu papel. Quando isso acontece, o reflexo aparece naturalmente nas ruas e na confiança da população”, destaca.

A coronel Marta Renata fez um balanço das ações de 2025. Foto: Ascom PMAC

Formação e capacitação

A qualificação do efetivo foi o principal pilar da PMAC em 2025. Ao todo, 1.963 policiais militares participaram de cursos de formação, especialização e aperfeiçoamento, dentro e fora do estado. As capacitações abrangeram desde áreas operacionais críticas até gestão, tecnologia e proteção social.

Foram 1.757 policiais capacitados no Acre, com destaque para cursos de atendimento a tentativas de suicídio, formação de oficiais e cabos, abordagens policiais, uso de câmeras corporais, operação de drones e atendimento pré-hospitalar tático. Outros 206 militares buscaram especializações fora do estado, incluindo cursos de operações especiais, operações fluviais e nivelamentos da Força Nacional.

Foram 1.757 policiais capacitados no Acre. Foto: cedida

Segundo a comandante-geral, o foco foi preparar a tropa para os desafios atuais e futuros. “O crime muda, a sociedade muda, e a polícia precisa caminhar um passo à frente. Nossa prioridade foi garantir que o policial tivesse conhecimento técnico, equilíbrio emocional e capacidade de decisão. Formação não é gasto, é investimento direto em segurança pública”, afirma a coronel Marta Renata.

Inteligência policial e integração interestadual

A Assessoria de Inteligência e Análise Criminal da PMAC, pilar do Planejamento Estratégico adotado pela instituição, teve papel importante no enfrentamento ao crime organizado. Em 2025, o setor atuou direta e indiretamente em operações de grande porte, resultando no cumprimento de 93 mandados de prisão. As ações ultrapassaram as fronteiras do Acre, com apoio direto na captura de criminosos nos estados do Rio de Janeiro, Paraíba e Rondônia.

Operações de alcance nacional, como a Renoe, e ações locais de alto impacto, como as edições da Operação Golpe do Pix, reforçaram a capacidade técnica da PMAC. A inteligência também atuou na retirada de armas das ruas, no apoio a apreensões de drogas e na segurança de grandes eventos e missões institucionais.

A Assessoria de Inteligência deu suporte a operações em todo o estado. Foto: cedida

Para o subcomandante-geral, coronel Kleison Albuquerque, a inteligência passou a ocupar o lugar estratégico que merece. “Hoje a operação começa muito antes da viatura sair do quartel. Informação qualificada reduz risco, aumenta eficiência e preserva vidas. A inteligência bem integrada permite agir com precisão e antecipação”, pontua.

Resultados operacionais e redução da criminalidade

O investimento em capacitação e inteligência refletiu diretamente nos resultados. Em 2025, a PMAC realizou mais de 11.500 operações, cumpriu 1.061 mandados de prisão, conduziu mais de 7 mil pessoas a delegacias e apreendeu 475 armas de fogo. O trabalho ostensivo e direcionado também permitiu a recuperação de 364 veículos roubados ou furtados.

A PMAC realizou mais de 11.500 operações em 2025. Foto: Ascom PMAC

Os indicadores criminais acompanharam esse desempenho. Os crimes de roubo, por exemplo, caíram 11% em relação ao ano de 2024, resultado da intensificação do policiamento em áreas comerciais e residenciais.

Segundo o coronel Kleison Albuquerque, o foco foi presença com estratégia. “Não se trata apenas de quantidade de operações, mas de como elas são planejadas. Trabalhamos com análise de dados, mapeamento de manchas criminais e emprego correto do efetivo. O resultado é uma atuação mais eficiente e com menos improviso”, explica.

O coronel Kleison Albuquerque é subcomandante da PMAC. Foto: Júnior Barros/PMAC

Proteção e sensibilidade social

A Coordenadoria de Patrulha Maria da Penha consolidou sua atuação como referência em proteção à mulher. Foram 4.869 atendimentos de fiscalização de medidas protetivas, além de campanhas educativas que alcançaram milhares de pessoas em eventos como o Carnaval da Família e a Expoacre.

O projeto Patrulha Itinerante Vozes da Floresta levou orientação a comunidades indígenas, ribeirinhas e municípios isolados. A coordenadoria também investiu em capacitação, com treinamentos especializados e a realização de um seminário trinacional voltado à proteção da mulher em regiões de fronteira.

Para a comandante-geral, essa atuação traduz o papel social da PMAC. “Segurança pública também é acolhimento, prevenção e presença humana. Proteger mulheres em situação de violência exige técnica, sensibilidade e compromisso institucional”, ressalta.

A Coordenadoria de Patrulha Maria da Penha consolidou sua atuação como referência em proteção à mulher. Foto: Ascom PMAC

Polícia comunitária e prevenção

A Coordenadoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos ultrapassou a marca de 150 mil atendimentos em 2025. Somente na capital, ações de segurança escolar somaram mais de 34 mil atendimentos. O Proerd formou mais de 44 mil crianças e adolescentes em todo o estado.

Para a comandante-geral, projetos sociais, policiamento comunitário e iniciativas voltadas ao bem-estar social fortaleceram o vínculo entre polícia e comunidade, especialmente entre jovens e famílias. “Quando a polícia se aproxima, o crime se afasta. Prevenir ainda é o caminho mais inteligente e mais humano”, observa.

Para a estudante de Cruzeiro do Sul, Maria Júlia Nascimento, as atividades do Proerd contribuíram para um olhar mais atento sobre o convívio social.

“Aprendi que escolher o caminho certo é importante para realizar nossos sonhos. O Proerd me ensinou a dizer não às coisas que podem me prejudicar e a ajudar meus amigos a fazer o mesmo”, afirmou.

O policiamento comunitário fortaleceu o vínculo entre polícia e comunidade. Foto: Davi Barbosa/PMAC

Trânsito, meio ambiente e presença especializada

O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) realizou mais de 3 mil operações, com 96 mil abordagens e 48 mil testes de etilômetro. Além da prevenção de acidentes, a atuação resultou em prisões, cumprimento de mandados e apreensões, reforçando o papel do trânsito como frente de segurança pública.

O BPTran realizou mais de 3 mil operações. Foto: Ascom PMAC

Já o Batalhão de Policiamento Ambiental executou mais de 3.400 ações, fiscalizou áreas protegidas, monitorou regiões de desmatamento e capacitou mais de 500 profissionais. A atuação integrou preservação ambiental, tecnologia e proteção de comunidades tradicionais.

Investimentos, estrutura e valorização

Para sustentar toda essa atuação, a PMAC investiu mais de 21 milhões de reais em logística e modernização, com recursos próprios, somados ainda a aportes provenientes de convênios com o Detran, Programa REM e emendas parlamentares. Os investimentos contemplaram a aquisição de viaturas, armamentos, drones e uniformes, além de serviços de manutenção, implantação de tecnologia de rastreamento e melhorias na infraestrutura da corporação.

A Diretoria de Saúde realizou mais de 30 mil atendimentos, com investimentos em equipamentos, fisioterapia, saúde mental e ações preventivas.

Atendimento de emergência e confiança pública

O Centro de Comando e Controle Operacional (CCOPM) registrou 71.854 ocorrências via 190 em 2025, com taxa média de despacho superior a 88%, chegando a mais de 94% nos meses de maior demanda. Os dados orientaram o policiamento preventivo e otimizaram o tempo de resposta.

Pesquisas de opinião ao longo do ano confirmaram a confiança da população. A PMAC figurou entre as instituições mais bem avaliadas do Acre, com índices de aprovação próximos de 65% na capital, segundo levantamento realizado pelo jornal A Tribuna e o Instituto Data Control.

“Confiança se constrói no dia a dia, no atendimento correto, na resposta rápida e no respeito ao cidadão. Esse reconhecimento nos motiva, mas também nos cobra ainda mais responsabilidade”, conclui a comandante-geral.

A Polícia Militar do Acre apresenta mais do que números em 2025. Entrega uma tropa mais qualificada, uma estrutura mais moderna e uma atuação mais inteligente. Uma polícia que aprendeu, evoluiu e mostrou que segurança pública se constrói com preparo, presença e compromisso real com a sociedade.

A PMAC obteve índices de aprovação próximos de 65% na capital. Foto: Joabes Guedes/PMAC

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Bocalom ironiza pesquisa que o coloca em terceiro na disputa pelo governo do Acre

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Prefeito minimiza números do levantamento e diz que “pesquisa que vale é a das urnas”

Durante a inauguração do Mercado Municipal do São Francisco, na noite desta segunda-feira (23), em Rio Branco, o prefeito e pré-candidato ao governo, Tião Bocalom, reagiu com ironia aos números da mais recente pesquisa divulgada pelo Instituto Delta Agência de Pesquisa.

O levantamento aponta Bocalom na terceira colocação, com cerca de 15% das intenções de voto, atrás do senador Alan Rick, que lidera com mais de 40%, e da vice-governadora Mailza Assis, que ultrapassa os 20%.

Ao comentar o cenário, o prefeito evitou aprofundar a análise e voltou a questionar a credibilidade das pesquisas eleitorais. “Comentar pra quê? Eu a vida inteira fui vítima de pesquisa. Me mostra qual pesquisa dizia, antes da eleição, que o Bocalom tinha chance de ganhar. Nenhuma”, afirmou.

A declaração contrasta com levantamentos anteriores. Em agosto de 2025, também em pesquisa do Instituto Delta, Bocalom aparecia com 19,62% das intenções de voto, ocupando a segunda colocação, enquanto Mailza tinha 13,63%.

Na comparação com o cenário atual, os dados indicam queda de aproximadamente quatro pontos percentuais para o prefeito, além da inversão de posições com a vice-governadora, que agora aparece à frente.

Apesar disso, Bocalom reforçou que não considera pesquisas como fator determinante. “Se eu fosse olhar pesquisa, nem candidato eu teria sido. Pra mim, pesquisa é o povo na rua, conversando. E no dia da eleição. Essa é a pesquisa que vale”, declarou.

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62,52% dos acreanos aprovam a gestão de Cameli

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O Instituto Delta Agência de Pesquisa, contratado pela TV Gazeta, divulgou nesta segunda-feira, 23, uma pesquisa sobre a avaliação da gestão do governador Gladson Cameli, que deixará o cargo no dia 2 de abril para concorrer a uma vaga no Senado Federal pelo Acre.

De acordo com o levantamento, 62,52% dos acreanos aprovam a gestão de Cameli, 28,03% desaprovam, e 9,44% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.006 eleitores em 18 cidades do Acre entre os dias 16 e 21 de março. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com confiabilidade de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral do Acre é AC-08354/2026.

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“Sementes de Resistência”: força das mulheres da Transacreana ganha voz em documentário que estreia em Rio Branco

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Documentário Sementes de Resistência valoriza participação feminina na Transacreana

Documentário de curta-metragem sobre protagonismo de mulheres rurais da Transacreana será lançado no dia 26 de março, às 10h, no Museu dos Povos Acreanos

O documentário de curta-metragem “Sementes da Resistência” será lançado no próximo dia 26 de março, às 10h, no auditório Florentina Esteves, localizado no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco. O evento integra as ações do mês da mulher e contará com a participação de trabalhadoras rurais da região da Transacreana.

Mulheres agricultoras são as personagens do documentário Sementes de Resistência

A produção destaca o papel fundamental das mulheres na conservação da agrobiodiversidade ao longo da Rodovia AC-90, conhecida como Transacreana. O documentário evidencia a atuação dessas trabalhadoras na preservação de sementes e na manutenção de práticas agrícolas sustentáveis na Amazônia acreana.

O curta-metragem é resultado do projeto de pós-doutorado da professora Rosana Cavalcante, ex-reitora do Instituto Federal do Acre (Ifac), desenvolvido em parceria com o Instituto Federal do Acre (Ifac) e o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A produção foi construída em colaboração com mulheres agricultoras da região, reconhecidas como guardiãs de saberes tradicionais.

Roda de conversa durante a gravação do documentário Sementes de Resistência

Documentário valoriza papel das mulheres – Segundo a professora Rosana Cavalcante, o documentário retrata trajetórias marcadas pela resistência e pelo protagonismo feminino no campo. “A produção apresenta agricultoras que, por meio de conhecimentos ancestrais, preservam sementes, fortalecem a segurança alimentar e enfrentam os desafios das mudanças climáticas com sabedoria”, destacou.

Produzido pela Orna Audiovisual, o documentário aborda temas como agrobiodiversidade, sustentabilidade, agricultura familiar, protagonismo feminino, políticas públicas e a invisibilidade das mulheres rurais, além da valorização de práticas intergeracionais.

Professora Rosana Cavalcante desenvolveu seu projeto de pós-doc na Transacreana

O lançamento contará com a presença de protagonistas da obra, como as produtoras rurais e líderes de associação conhecidas da região: Roselina Queiroz Leite (Dona Rosa, moradora do Barro Alto) e Maria da Natividade Oliveira Cordeiro (Dona Lôra, que atua com plantas medicinais no Km 14 e vende no Mercado Elias Mansour), além da presidente da Cooperativa Beija-Flor, do Km 72 da Transacreana, Layane Furtado Mello.

A vice-governadora do Acre, Mailza Assis Cameli, também participará do evento falando da roda de conversa que teve com as protagonistas durante a gravação do documentário, onde abordou temas importantes como as demandas das agricultoras e políticas públicas voltadas para a região.

Serviço
Evento: Lançamento do documentário curta-metragem “Sementes da Resistência”
Data: 26 de março de 2026
Horário: 10h
Local: Auditório Florentina Esteves – Museu dos Povos Acreanos
Endereço: Av. Epaminondas Jácome, 2792, Centro, Rio Branco (AC)

Fotos: Neto Lucena/Secom

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