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Cotidiano

Polícia e Bombeiros intensificam apoio a famílias desabrigadas por enchente no Acre

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Ações integradas garantem segurança, assistência e patrulhamento fluvial em Sena Madureira; monitoramento continua durante emergência

A atuação conjunta envolve ainda outros órgãos municipais, além do Ministério Público e da Defesa Civil, que trabalham de forma integrada para assegurar os direitos fundamentais das famílias afetadas. Foto: captada 

Em Sena Madureira, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros atuam em conjunto para auxiliar famílias afetadas pela enchente do Rio Iaco. As equipes fazem visitas periódicas aos abrigos, com o objetivo de assegurar ordem pública, apoio institucional e a proteção dos desalojados.

Além das rondas nos locais de acolhimento, as forças de segurança realizam patrulhamentos fluviais integrados para inibir crimes e preservar o patrimônio nas áreas atingidas. A operação conta ainda com a participação de Defesa Civil, Ministério Público e órgãos municipais.

As ações visam coibir práticas ilícitas, preservar a tranquilidade da população e salvaguardar o patrimônio dos moradores das áreas atingidas pela cheia do rio. Foto: captada 

As instituições afirmam que o monitoramento será mantido enquanto durar a situação de emergência, reforçando o compromisso com a segurança da população.

As equipes estão realizando visitas periódicas aos abrigos onde a população desalojada está acolhida, com o objetivo de garantir segurança, ordem pública e assistência institucional. Foto: captada 

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Cotidiano

Acre registra queda de 90% nos focos de queimadas no primeiro trimestre de 2026

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Dados do INPE mostram redução de 40 para apenas 4 ocorrências em um ano; 100% dos focos deste ano estão em áreas já desmatadas, sem registro em vegetação nativa

Estado teve apenas 4 focos de queimadas entre janeiro e março de 2026

O Acre registrou uma queda acentuada no número de focos de queimadas no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados do sistema TerraBrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Entre janeiro e março de 2026, foram contabilizados apenas 4 focos de queimadas no estado. No mesmo período de 2025, o número foi de 40 focos, o que representa uma redução de 90% em um ano.

Perfil das queimadas em 2026

Os dados mais recentes mostram que, em 2026, 100% das ocorrências foram registradas em áreas já desmatadas. Do total: 2 focos (50%) em áreas de desmatamento consolidado e 2 focos (50%) em áreas de desmatamento recente. Não houve registro de queimadas em áreas de vegetação nativa no período analisado.

No primeiro trimestre de 2025, além do volume muito maior (40 focos), o perfil das queimadas era mais diversificado. Foto: captada 

Comparativo com 2025

No primeiro trimestre de 2025, além do volume muito maior (40 focos), o perfil das queimadas era mais diversificado. A maior parte dos registros estava concentrada em: pequenas propriedades (22 focos – 55%), áreas sem Cadastro Ambiental Rural (CAR) (9 focos – 22,5%), médias propriedades (5 focos – 12,5%) e grandes propriedades (4 focos – 10%).

O Acre registrou uma queda acentuada no número de focos de queimadas no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025. Foto: captada 

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Área plantada de soja no Acre encolhe 31,8% em um ano e vai para 15 mil hectares

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Queda acentuada reflete dificuldades econômicas do setor; preço da saca caiu de R$ 200 (2022) para R$ 115; inadimplência no crédito rural bate recorde no país

O Acre diminuiu a área plantada de soja de 2025 para 2026. E a redução não foi pequena: 31,8%. Passou de 22.000 hectares para 15.000 hectares

Produtor de soja enfrenta margens apertadas e reduz cultivo no estado

O Acre diminuiu a área plantada de soja de 2025 para 2026. E a redução não foi pequena: 31,8%. A área passou de 22.000 hectares para 15.000 hectares – número menor do que o registrado em anos anteriores, quando a área se estabilizava em 19.000 hectares.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac) ainda não elencou as causas que podem explicar essa redução, mas avalia que o cenário para o produtor de soja não é bom. “As razões são econômicas. Soja está num momento difícil”, afirmou o presidente da Faeac, Assuero Veronez.

Um exemplo é a oscilação do preço da saca da soja: em 2022, chegou a valer mais de R$ 200. Foto: captada 

PIB agropecuário aquecido esconde gargalos

A divulgação dos números do PIB de 2025, informando que o país teve um PIB da agropecuária crescendo 11,7%, apresenta um cenário positivo que acaba escondendo os gargalos pelos quais passa o produtor. O PIB aquecido não significa obrigatoriamente que as margens do produtor estejam altas e que, portanto, a lucratividade esteja alta.

Um exemplo é a oscilação do preço da saca da soja: em 2022, chegou a valer mais de R$ 200. Atualmente, é negociada a R$ 115, de acordo com o Boletim Técnico Grãos de março, elaborado pela Faeac.

Custos altos e inadimplência recorde

Produtividade e produção em alta com custos dos insumos mais caros são ingredientes explosivos para as finanças do produtor. O raciocínio é lógico: aumenta-se a oferta do produto, o preço tende a cair, com o preço dos insumos em alta. É a receita para potenciais prejuízos.

Não à toa, a inadimplência no crédito rural chegou a 7,3% no país, o maior nível da série histórica registrada pelo Banco Central. Isso resulta em um montante de R$ 41 bilhões de dívidas em atraso.

Produtividade e produção em alta com custos dos insumos mais caros são ingredientes explosivos para as finanças do produtor. Foto: captada 

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Morador da Comunidade Bahia é resgatado de área isolada no Juruá Mirim após acidente com arma de fogo

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Nerinilton do Nascimento foi atingido na perna direita ao tropeçar e cair sobre a arma; transporte aéreo do Ciopaer foi decisivo para reduzir tempo de socorro de seis horas para minutos

Equipes do Ciopaer e do Samu no heliporto do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. Foto: Secom

Vítima de ferimento acidental por arma de fogo é resgatada de área de difícil acesso no interior do Acre

Um morador da Comunidade Bahia, no Rio Juruá Mirim, foi resgatado no sábado (4) após sofrer um ferimento acidental por arma de fogo, em uma área de difícil acesso no interior do Acre. A vítima, identificada como Nerinilton do Nascimento, foi levada para atendimento no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul.

Segundo informações do resgate, o próprio paciente relatou que o acidente ocorreu enquanto ele saía para caçar. Durante o trajeto, ao tropeçar em um pedaço de madeira, caiu sobre a arma e acabou atingido na perna direita. Moradores da comunidade prestaram os primeiros auxílios e acionaram o socorro.

Após o resgate, Nerinilton foi encaminhado para Cruzeiro do Sul, onde uma ambulância já aguardava para levá-lo ao Hospital do Juruá. Foto: captada 

Operação aérea e atendimento rápido

A operação foi realizada por equipes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que se deslocaram até a localidade para realizar o atendimento inicial e o transporte aeromédico. No local, o paciente recebeu os primeiros cuidados de uma equipe composta por médico e enfermeiro antes de ser embarcado na aeronave.

De acordo com o médico João Bardi, a vítima apresentava sangramento ativo e ainda estava com o projétil alojado na lesão no momento do atendimento. Após o resgate, Nerinilton foi encaminhado para Cruzeiro do Sul, onde uma ambulância já aguardava para levá-lo ao Hospital do Juruá, unidade de referência na região.

Transporte aéreo foi determinante

Conforme a equipe médica, o uso do transporte aéreo foi determinante para a rapidez do atendimento, já que o deslocamento por via fluvial poderia levar cerca de seis horas.

No local, o paciente recebeu os primeiros cuidados de uma equipe composta por médico e enfermeiro antes de ser embarcado na aeronave. Foto: captada 

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