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Polícia de Rondônia realiza prisão e buscas no Acre
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (2ª DRACO), deflagrou nesta sexta-feira, 21, a segunda fase da Operação Faces da Liberdade, fase entitulada Operação Oz, na cidade de Rio Branco/AC.

A ação contou com o apoio da Polícia Civil do Estado do Acre, e deu cumprimento a mandados de prisão temporária e busca e apreensão, os quais foram deferidos pelo juiz de direito da comarca de Alta Floresta D’Oeste, Fabrizio Amorim de Menezes.
Assessoria da PC-RO
A Polícia Civil de Rondônia, por intermédio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (2ª Draco), deflagrou na manhã desta sexta-feira (21), no município de Rio Branco (AC), a segunda fase da Operação Faces da Liberdade, denominada Operação Oz, que investiga crimes de peculato, associação criminosa e falsificação de documento público, praticados na tentativa de subtrair saldo bancário de conta de pessoa falecida.
Segundo a Polícia, a ação que conta com o apoio de policiais civis do Acre, visa cumprir um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão. As cautelares foram expedidas pela justiça de Alta Floresta do Oeste.
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O prejuízo às vítimas chega a aproximadamente R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais).
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As medidas judiciais cumpridas são consequência do desenrolar das investigações, após o cumprimento dos mandados judiciais realizados no dia 6 de agosto com a deflagração da primeira fase da Operação Faces da Liberdade e visam esclarecer de forma cabal as circunstâncias dos crimes de peculato, associação criminosa e falsificação de documento público, praticados na tentativa de subtrair saldo bancário de conta de pessoa falecida, tendo como vítima o espólio de Dorothy Doval, bem como no levantamento do saldo bancário de Natália Novais, lesando seu espólio.

A ação contou com o apoio da Polícia Civil do estado do Acre e deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva em desfavor de A.R.M.A, de 40 anos e dois mandados de busca e apreensão. As determinações judiciais foram deferidas pelo juiz Fabrizio Amorim de Menezes, da Comarca de Alta Floresta D’Oeste.
De acordo com a Polícia, o prejuízo às vítimas, somado, chega a aproximadamente R$ 4 milhões. A Polícia Civil de Rondônia segue apurando os fatos, visando identificar todos os criminosos e recuperar todos os ativos subtraídos pela organização criminosa.
O nome desta segunda fase da Operação Oz, faz alusão aos caminhos dourados percorridos pela personagem principal do filme O Mágico de Oz, chamada Dorothy, mesmo nome da pessoa cujo espólio figura como objeto dos crimes sob investigação.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia segue apurando os fatos, visando identificar os demais envolvidos na organização criminosa e recuperar todos ativos subtraídos das vítimas.

A Polícia Civil do Estado de Rondônia segue apurando os fatos, visando identificar todos os criminosos e recuperar todos os ativos subtraídos pela organização criminosa.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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