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Polícia Civil prende seis pessoas em Plácido de Castro; um dos presos é ligado a roubo de veículos

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O delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador da Divisão Especializada em Investigação Criminal (DEIC/AC), destacou a importância da ação

A Polícia Civil segue firme em suas ações para desmantelar quadrilhas especializadas em roubo de veículos e outros crimes na região. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e com apoio da Delegacia-Geral de Plácido de Castro, realizou nesta segunda-feira, 28, uma grande ação de combate à criminalidade que resultou em seis prisões, no cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e na apreensão de uma arma de fogo, uma escopeta.

A operação faz parte das atividades da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renocrim), uma iniciativa do Ministério da Justiça (MJ) que visa reforçar o combate às organizações criminosas em todo o território nacional, por meio do trabalho conjunto e especializado das polícias civis dos estados.

Durante as diligências, a Polícia Civil identificou que alguns dos presos possuem ligação com quadrilhas especializadas em roubo de veículos, evidenciando a importância da atuação estratégica no desmantelamento de núcleos criminosos que operam na região de fronteira. Além disso, um dos capturados é suspeito de ter executado um preso na cidade de Puerto Evo, no Departamento de Pando, Bolívia, em junho de 2016, demonstrando a periculosidade dos envolvidos.

O delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador da Divisão Especializada em Investigação Criminal (DEIC/AC), destacou a importância da ação.
“Essas prisões representam um avanço no enfrentamento às organizações criminosas que atuam na nossa região. A operação foi planejada de forma integrada para sufocar o crime organizado e demonstrar que a Polícia Civil está atenta e preparada para agir com firmeza”, afirmou.

A operação faz parte das atividades da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renocrim), promovida pelo Ministério da Justiça. Fotos: cedidas

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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero

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Sandra Assunção

Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.

Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.

Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.

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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.

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Enquanto a ponte não sai do papel, os moradores seguem dependendo da balsa mantida pelo Deracre, que oferece travessia gratuita, mas sofre com as limitações impostas pelo regime hidrológico do

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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado

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Reprodução/ Correio 24 Horas

Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.

A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.

Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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