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Polícia Civil prende investigado por vários crimes de estupro em Cruzeiro do Sul
Ascom/Policia Civil do Acre
A Polícia Civil em C Cruzeiro do Sul, prendeu nas primeiras horas desta quarta-feira, 22, E.N.S. de 26 anos criminoso que em menos de um mês praticou, no mínimo, três roubos qualificados, além de estupro.
Uma das barreiras foi reunir as vítimas para que comunicassem formalmente os crimes, pois o malfeitor ameaçou mata-las caso procurassem a polícia e dizia que sabia onde moravam e que conhecia suas famílias.
E.N.S. assaltava *apenas mulheres motociclistas* e, inclusive em dois casos atacou *mãe e filha*, ordenava que ficassem nuas e as filmava com telefone celular, em seguida ameaçava divulgar as imagens na internet caso procurassem a polícia.
E.N.S. já possui indiciamento por roubo e também é suspeito de estuprar uma das vítimas.Após a Polícia Civil reunir robustas provas houve a representação de prisão do criminoso à Justiça e consequente cumprimento do mandado de prisão no dia de hoje, 22/12/2021, no Bairro Vinte e Cinco de Agosto, Cruzeiro do Sul-AC.
Após a prisão, o investigado foi conduzido a delegacia para lavratura do auto de prisão e em seguida colocado à disposição da justiça.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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