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Polícia Civil elucida furto qualificado e recupera equipamentos do Sintesac em Cruzeiro do Sul

Notebooks e ventilador furtados do Sintesac foram recuperados pela Polícia Civil durante as investigações conduzidas pelo Nepatri, em Cruzeiro do Sul. Foto: cedida
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado em Investigações de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, elucidou nesta quinta-feira, 8, um furto qualificado ocorrido nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesac).
O crime foi praticado na madrugada do dia 5 de janeiro, por volta das 3h, quando dois indivíduos invadiram o local após arrombarem duas portas e uma janela de vidro, subtraindo equipamentos utilizados nas atividades administrativas da entidade sindical.
Mesmo com o intervalo entre a prática do crime e o início das investigações, a atuação técnica dos investigadores do Nepatri, com diligências em campo, levantamento de informações e cruzamento de dados, possibilitou a identificação dos autores e a recuperação integral dos bens subtraídos.
Entre os objetos recuperados estão um notebook Lenovo Ideapad Slim, avaliado em R$ 4.000,00; um notebook ASUS Vivobook 15 (M1502), avaliado em R$ 3.000,00; e um ventilador, avaliado em R$ 200,00, totalizando um prejuízo estimado em R$ 7.200,00.
Os autores foram identificados pelas iniciais G.P.S. e G.S.G., ambos reincidentes em crimes patrimoniais. Os bens serão restituídos ao sindicato, e embora os suspeitos não tenham sido presos por não estarem em flagrante, eles serão ouvidos pela autoridade policial e responderão criminalmente pelo furto.
Fonte: PCAC
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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