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Polícia Civil do Acre prende sete pessoas e apreende armas, munições e drogas em Cruzeiro do Sul
Na manhã desta quarta-feira, 1º de fevereiro, a Polícia Civil do Acre (PCAC), prendeu sete pessoas e apreendeu duas armas de fogo, 400 munições e drogas ilícitas na segunda fase da Operação Avalanche, que foi desencadeada nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul.
A primeira fase da operação ocorreu no ano de 2020, quando um homem foi preso na cidade de Cruzeiro do Sul, e posteriormente as investigações avançaram. Com base nos elementos de informação foi possível obter ordens judicias de prisão e busca e apreensão em desfavor de criminosos.

O foco da ação policial foi a cidade de Cruzeiro do Sul, que possui uma função estratégica geograficamente voltada ao tráfico de drogas. Os esforços da União com o Estado do Acre possibilitam avanços no combate aos crimes transfronteiriços.
De acordo com o delegado Everton Carvalho – coordenador da Denarc em Cruzeiro do Sul, foram emitidas 28 ordens judiciais, que resultou na prisão de seis pessoas em Cruzeiro do Sul e uma em Rio Branco, além da apreensão de duas armas de fogo, 400 munições, três kilos de drogas e dinheiro oriundo do tráfico.
A operação desta quarta-feira contou com a participação de mais de 60 policiais, envolvendo agentes das delegacias dos municípios do Vale do Juruá, da Delegacia da Capital e do Interior (DPCI) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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