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Polícia Civil do Acre divulga relatórios sobre Mortes Violentas Intencionais e violência doméstica contra a mulher referentes a julho de 2025

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Inteligência, deu publicidade a dois importantes relatórios referentes ao mês de julho de 2025: o de Mortes Violentas Intencionais (MVI), [ACESSE AQUI] e o de violência doméstica e familiar contra a mulher, [ACESSE AQUI].

O relatório de MVI reúne dados sobre homicídios, tentativas de homicídio, latrocínios, tentativas de latrocínio, feminicídios, tentativas de feminicídio, mortes decorrentes de intervenção policial, mortes em acidentes de trânsito, suicídios e mortes de profissionais das instituições policiais. Essas informações são sistematizadas em planilhas e enviadas mensalmente ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e ao Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).

Já o relatório de violência doméstica e familiar contra a mulher foi elaborado a partir da extração de boletins de ocorrência registrados no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (SINESP-PPe). Os dados também são complementados pelas planilhas de MVI, assegurando maior precisão e consistência. O levantamento considera apenas boletins de ocorrência registrados e finalizados, excluindo rascunhos, e contabiliza unicamente os registros nos quais a mulher figura como vítima.

Um dos destaques do relatório é a queda de 50% no número de feminicídios em comparação com o mês anterior, um dado considerado positivo pelas autoridades de segurança pública.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a relevância dessas informações para o planejamento estratégico e fortalecimento das ações de combate à criminalidade.

“Esses relatórios são fundamentais para que possamos compreender o cenário da violência no estado e direcionar nossas estratégias de forma mais eficiente. O dado que aponta a redução de 50% nos feminicídios em julho é um resultado significativo e reforça o compromisso da Polícia Civil em proteger as mulheres e combater todas as formas de violência. Continuaremos trabalhando com responsabilidade e transparência, sempre em parceria com os demais órgãos de segurança e justiça, para garantir uma sociedade mais segura e justa para todos”, enfatizou Henrique Maciel.

Fonte: PCAC

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Mulher é presa com dois quilos de drogas durante operação em Tarauacá

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Suspeita foi interceptada em van após sair de Rio Branco e confessou transporte de entorpecentes

A Polícia Civil do Acre prendeu uma mulher suspeita de tráfico de drogas na noite da última terça-feira (1º), durante uma operação de bloqueio realizada pela Delegacia-Geral de Tarauacá. Com ela, foram apreendidos aproximadamente dois quilos de entorpecentes.

De acordo com as investigações, a suspeita saiu de Rio Branco com destino a Tarauacá em uma van, transportando uma bolsa tática preta que chamou a atenção da equipe de inteligência, que já monitorava a possível movimentação de drogas na rota.

Com base nas informações, o delegado José Ronério determinou a montagem de um ponto de bloqueio para interceptar o veículo.

A abordagem ocorreu por volta das 18h17. Durante a ação, os policiais identificaram uma passageira com as características repassadas e flagraram o momento em que ela retirou pacotes de dentro de uma mochila e tentou escondê-los sob um dos bancos da van.

O material foi apreendido e, após verificação, constatou-se tratar de um tablete de maconha e outro de cocaína, totalizando cerca de dois quilos.

Questionada, a suspeita confirmou que transportava os entorpecentes e, posteriormente, optou por permanecer em silêncio.

Diante do flagrante, ela recebeu voz de prisão e foi encaminhada à delegacia de Tarauacá, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

Com informações de Ac24horas

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Polícia Civil do Acre coordena curso nacional de investigação financeira com participação de policiais de 12 estados da federação

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O Acre está sediando a 8ª edição do Curso de Investigação Financeira e Análise Patrimonial (Cifap), que reúne 40 policiais civis de 12 estados brasileiros. A abertura oficial foi realizada na manhã desta segunda-feira, 6, no auditório do Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco.

O evento contou com a presença de diversas autoridades da segurança pública, entre elas o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), coronel Charles Santos, o coordenador de Combate ao Crime Organizado da DIOP, Getúlio Monteiro e o superintendente regional da Polícia Federal no Acre, Carlos Rocha Sanches.

Participam do curso policiais oriundos dos estados do Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Amapá e Acre, reforçando o caráter nacional e integrado da capacitação.

Autoridades da segurança pública participam da abertura do Cifap em Rio Branco, reforçando a integração entre as instituições. Foto: Emerson Lima/ PCAC

Promovido pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, o curso ocorre entre os dias 6 e 17 de abril, na Academia de Polícia Civil (Acadepol/ AC).

A capacitação tem como objetivo qualificar policiais civis, oferecendo conhecimentos sobre princípios, conceitos, procedimentos e técnicas voltadas à investigação financeira e análise patrimonial. Além disso, o curso aborda o uso de ferramentas tecnológicas e modelos modernos aplicados ao enfrentamento de crimes financeiros e ao combate às organizações criminosas.

Durante a abertura, o delegado-geral destacou a importância de sediar uma capacitação dessa magnitude no estado. “Receber um curso como o Cifap no Acre demonstra o avanço e o reconhecimento do nosso trabalho na área de investigação. Essa capacitação fortalece não apenas a Polícia Civil do Acre, mas toda a integração entre as forças de segurança do país, ampliando nossa capacidade de combater o crime organizado com inteligência e eficiência”, afirmou José Henrique Maciel.

Policiais civis de 12 estados participam do curso de investigação financeira realizado no Acre. Foto: Emerson Lima/ PCAC

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública também ressaltou o impacto da formação para o fortalecimento das instituições. “Investir na qualificação dos nossos profissionais é fundamental para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da criminalidade. A investigação financeira é uma ferramenta estratégica no combate ao crime organizado, pois atinge diretamente as estruturas econômicas dessas organizações”, destacou José Américo Gaia.

A realização do curso no estado reforça o compromisso das instituições de segurança pública com a capacitação contínua dos seus agentes e com o aprimoramento das estratégias de enfrentamento à criminalidade, especialmente no campo da inteligência e da investigação patrimonial.

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Mulher é presa ao apresentar documento falso na OCA em Rio Branco

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Suspeita tentou obter autorização para visitar detento e pode responder por falsidade ideológica e associação criminosa

A Polícia Civil do Acre, por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (6), uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S., nas dependências da Organização em Centros de Atendimento, em Rio Branco.

A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com indícios de falsificação. Segundo as investigações, o objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detento em uma unidade prisional da capital.

Durante a análise, os investigadores identificaram sinais visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi confirmado que a certidão era falsa, momento em que foi dada voz de prisão ainda no local.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher poderá responder, em tese, pelos crimes de uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica, conforme previsto no Código Penal.

A Polícia Civil do Acre dará continuidade às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado.

A suspeita foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

Com informações de PCAC

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