Acre
Preso homem que vivia maritalmente com filhas na zona rural de Brasiléia
Alexandre Lima
Uma diligencia com policiais militares da 10º Comando do Alto Acre, Civis e Força Nacional sob coordenação do delegado Martins, de Plácido de Castro, retornaram de uma missão por volta da meia-noite desta terça-feira (28), com um cidadão que morava no km 84, Colocação Bolívia, acusado de estar violentando sexualmente suas duas filhas menores, sendo uma de 11 e 12 anos de idade.
A prisão aconteceu graças a uma carta enviada por uma das filhas a mãe que mora na cidade, onde pedia que intervisse na situação, caso não, “iria se matar” até o final do ano. Assim, a matriarca denunciou o caso as autoridades.
A denuncia feita, dava conta que Francisco de Assis Marques Ribeiro (53), estaria vivendo quase que maritalmente com suas filhas menores de idade, dentro da selva amazônica,. O caso chegou ao conhecimento das autoridades, que por vez, mandou prender o acusado.
Também foi detido com Francisco, duas armas de fogo sendo uma espingarda calibre 20, uma 28 adaptada para escopeta, além de munição. Para poder chegar na casa do acusado, os policiais se deslocaram de ida e volta, 190 km de carro pela BR 317 (Estrada do Pacífico) e 12 km a pé.
As menores iriam ser encaminhadas a um psicólogo com acompanhamento do Conselho Tutelar e possivelmente irão à Capital, onde passarão por exames de conjunção carnal no Instituto Médico Legal – IML.
O acusado confessou aos policiais que vinha abusando de suas filhas, o que leva a crer que essa violência já estaria acontecendo por alguns anos. No momento de sua prisão, o mesmo não teria esboçado reação quando foi surpreendido em sua colônia.
Francisco se encontra numa celas da delegacia da cidade de Brasiléia e poderá ser condenado a longos anos de cadeia pelo crime que está inserido no Estatuto da Criança e do Adolescente. O delegado titular da mesma, Cristiano Bastos está à frente do caso.
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Acre
Acre participa de seminário amazônico e fortalece vigilância e estratégias de prevenção ao feminicídio
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) participou do Seminário Amazônico sobre Vigilância Inteligente do Feminicídio, realizado no dia 6 de março, no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em Manaus. O evento reuniu pesquisadores, gestores públicos e representantes de instituições de diferentes estados da Amazônia Legal para discutir estratégias de monitoramento, análise de dados e fortalecimento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres.
A programação incluiu conferências e mesas-redondas sobre a estimativa de feminicídios na Amazônia Ocidental, fatores de risco associados à violência de gênero e experiências de monitoramento e vigilância em diferentes estados brasileiros. Também foram apresentados projetos de pesquisa e iniciativas voltadas à produção de evidências e à construção de estratégias mais eficazes de prevenção e enfrentamento à violência contra mulheres.

Participantes acompanham apresentações e debates durante o Seminário Amazônico. Foto: Jhonatan Paiva/Sesacre
Representando a Sesacre, o coordenador estadual do Núcleo de Saúde do Homem, Jhonatan Paiva, participou das discussões levando a perspectiva do setor saúde no enfrentamento às violências. O núcleo também atua no debate sobre masculinidades e na construção de estratégias de prevenção voltadas aos homens, considerando fatores como o machismo estrutural e padrões de comportamento associados à violência de gênero. A participação no seminário também busca contribuir para a futura implantação de grupos reflexivos destinados a homens em situação de violência, iniciativa já adotada em outras regiões do país como ferramenta de prevenção.
“A saúde tem papel fundamental na identificação precoce de situações de violência, no acolhimento, na escuta qualificada, no cuidado integral das mulheres e também na notificação dos casos. Muitas vezes, os serviços de saúde são a primeira porta de entrada da rede de proteção, contribuindo para interromper ciclos de violência e prevenir desfechos mais graves, como o feminicídio”, afirmou.

De acordo com o coordenador, unidades básicas de saúde, serviços de urgência e hospitais frequentemente são os primeiros locais procurados por mulheres em situação de violência. Por isso, o preparo das equipes e a sensibilidade no acolhimento são determinantes para garantir não apenas o atendimento clínico, mas também o encaminhamento adequado aos demais serviços da rede de proteção.
Qualificação das informações
Outro ponto central discutido durante o seminário foi a importância de fortalecer os sistemas de vigilância e aprimorar a qualidade das notificações compulsórias de violência nos serviços de saúde.
Segundo Paiva, um dos desafios apontados pelos especialistas é a fragmentação dos bancos de dados e a baixa interoperabilidade entre diferentes sistemas de informação em saúde.
“Um dos pontos centrais discutidos no seminário foi justamente a fragmentação dos bancos de dados e a baixa interoperabilidade dos sistemas de informação em saúde, como o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e outros sistemas estratégicos. Essa fragmentação impacta diretamente a produção de informações qualificadas e a análise dos casos de violência”, explicou.
Para ele, o fortalecimento dessas bases de dados e a integração entre os sistemas são medidas essenciais para ampliar a capacidade de análise epidemiológica e subsidiar a formulação de políticas públicas mais efetivas.
Tecnologia e inteligência de dados
As discussões também abordaram o uso de ferramentas digitais para ampliar a capacidade de monitoramento da violência de gênero, incluindo tecnologias de análise de dados, inteligência artificial e geoprocessamento aplicados à vigilância em saúde.
Essas ferramentas, segundo os especialistas presentes no encontro, podem contribuir para qualificar a captura e a organização das informações, permitindo análises mais precisas sobre a ocorrência de violências e auxiliando na identificação de territórios e populações mais vulneráveis.

Para o Acre, as discussões realizadas durante o seminário representam uma oportunidade de avançar na estruturação de estratégias mais integradas de vigilância e análise do feminicídio, fortalecendo a produção de evidências e subsidiando o planejamento de ações e políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra mulheres.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO




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