Cotidiano
Pesquisa Perfil/Fieac mostra Gladson com 43%, Jorge com 23% e Petecão com 9%; petista tem maior rejeição
O Instituto Perfil divulgou nesta quinta-feira, 24, uma pesquisa sobre a preferência do eleitorado acreano sobre as eleições de 2022 que devem ocorrer em outubro. Encomendada pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac), a aferição ocorreu nas cidades de Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri. 1.404 pessoas foram ouvidas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos e tem nível de confiança de 95%. O período da pesquisa ocorreu entre os dias 14 e 19 de fevereiro e o registro do levantamento está registrado Tribunal Regional Eleitoral do Acre com identificação AC-04117/2022.
De acordo com a pesquisa estimulada no quesito preferência para ocupar o cargo de governador, Gladson Cameli (Progressistas), pré-candidato à reeleição, teria 43,6%, seguido pelo ex-senador Jorge Viana (PT), que registrou 23,3%. O senador Sérgio Petecão (PSD) vem em terceiro com 9,7%. Mara Rocha marca 9,5%, Jenilson Leite 3,6%, David Hall 1,4% e Nilson Euclides com 0,5%. Brancos e nulos somaram 4,5% e os indecisos 3,9%.

Já num segundo cenário estimulado, onde o nome de Jorge Viana é retirado e é colocado a opção por Marcus Alexandre, Gladson novamente aparece em vantagem com 46,7% seguido desta vez, não mais pelo petista com 16,8%. Mara Rocha vem na terceira colocação com 10,6% e na quarta surge Sérgio Petecão 9,3%. Jenilson Leite registrou 5%, David Hall 2,3% e Nilson Euclides marcou 0,8%. Brancos e nulos somaram 5,8% e os indecisos 5,6%.
Segundo os dados no levantamento espontâneo, Gladson aparece com 39,5% das intenções de voto, já o percentual de eleitores que não sabem em quem depositar o voto é de 23,8%, número superior ao do segundo colocado, Jorge Viana (PT) que aparece com 13,8%. Em terceiro lugar, aparece o também petista, ex-prefeito da capital, Marcus Alexandre com 4,7%, seguido do senador Sérgio Petecão (PSD), com 4,3%, a deputada federal Mara Rocha 4%, o deputado estadual Jenilson Leite 2,9%, o professor David Hall com 1,2%, Nilson Euclides (PSOL), 0,2% e prefeito Tião Bocalom, também do Progressistas aparece com 0,2%. A pesquisa também cita Coronel Ulysses, Major Rocha, Tião Viana, Alan Rick, Jéssica Sales, Lira Xapuri, Márcio Bittar e Ney Amorim, ambos lembrados pelo eleitorado acreano com menos de 1%.
A pesquisa também procurou saber como anda a rejeição do eleitorado aos nomes propensos ao governo e nesse quesito Jorge Viana lidera somando 23,9%. Sérgio Petecão vem em seguida com 20%, Gladson Cameli é o terceiro com 10,3%. Na sequência, aparece Marcus Alexandre 9,4%, Mara Rocha 8,1%, Nilson Euclides 6,7%, David Hall 6,1% e Jenilson Leite sendo o menos rejeitado com 4,7%. Não souberam responder somaram 11,1%.
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Incêndio destrói casa e atinge outras duas no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco
Fogo consumiu residência de madeira e alvenaria; bombeiros usaram mais de 9 mil litros de água. Ninguém ficou ferido

A casa de madeira e alvenaria, destruída pelas chamas, estava trancada e sem ninguém dentro. Foto: captada
Um incêndio de grandes proporções destruiu uma casa e atingiu parcialmente outras duas na Travessa Santa Bárbara, no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco, na noite desta sexta-feira (16). O Corpo de Bombeiros confirmou que não houve feridos. A casa completamente consumida pelas chamas estava trancada e desocupada no momento do incidente.
Os bombeiros utilizaram mais de nove mil litros de água no combate às chamas, que já haviam tomado a primeira residência quando as equipes chegaram. Em uma das casas vizinhas, o fogo atingiu a lateral e o forro de PVC de um quarto, que precisou ser aberto à força. Em outra, as chamas danificaram o telhado e duas caixas d’água. Após 30 minutos de trabalho, o fogo foi controlado. As causas do incêndio ainda serão apuradas.
Segundo incêndio na semana
Uma casa foi atingida por um incêndio na manhã de quarta-feira (14) após um vazamento de gás durante a troca de um botijão Comunidade Panorama, em Rio Branco.
O comerciante Jairo Aguiar, proprietário da residência, contou que era ele quem manuseava o botijão de gás que causou a explosão e chegou a ser atingido no rosto, mas sem causar ferimentos graves. Ele e o pai estavam em casa.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Acre, só havia moradores nas casas atingidas parcialmente e ninguém ficou ferido. Foto: captada
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Apoio de vice de Rio Branco a Bocalom deve criar atrito no PP acreano
Mesmo filiado ao partido de Mailza, Alysson Bestene deve pedir afastamento durante campanha para evitar conflitos e defender “lealdade” ao atual prefeito

Alysson Bestene, aliado de Gladson Cameli e filiado ao partido de Mailza Gomes, deve pedir afastamento temporário para fazer campanha ao prefeito. Foto: captada
Com Luciano Tavares
O vice-prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene (PP), prepara-se para apoiar a pré-candidatura do prefeito Tião Bocalom (PL) ao governo do Acre, mesmo sendo filiado ao PP da senadora Mailza Gomes e amigo conselheiro partidário Gladson Cameli (PP).
Para evitar ser acusado de infidelidade partidária, a alternativa deve ser um pedido de afastamento das atividades no partido durante os 45 dias do período eleitoral, quando poderá fazer campanha e votar em Bocalom.
Segundo aliados, Bestene não vê a decisão como um problema, mas como uma posição coerente com seu cargo na prefeitura e um “ato de lealdade”. Bocalom deve oficializar sua pré-candidatura na segunda-feira, dia 19, em coletiva na Associação Comercial do Acre (Acisa).
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Acre tem mais mortes no trânsito do que homicídios em 2025, mas registra queda de 12,1% nas vítimas de acidentes
Dados do Detran mostram queda de 12% nos acidentes fatais, mesmo com aumento da frota; taxa de mortalidade cai para 2,05 a cada 10 mil veículos

Mortes no trânsito superam homicídios no Acre em 2025, com 80 óbitos nas vias contra 62 assassinatos. Foto: captada
O Acre registrou, em 2025, um cenário atípico na segurança pública: o número de mortes no trânsito (80) superou o total de homicídios (62) no estado. Apesar disso, os óbitos por sinistros caíram 12,1% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 91 vítimas. O total de acidentes também recuou, passando de 4.410 em 2024 para 4.116 até novembro de 2025.
Os dados, consolidados pelo Detran/AC e divulgados em janeiro de 2026, mostram que a redução ocorreu mesmo com o crescimento da frota, que chegou a 385.341 veículos — sendo 229.472 em Rio Branco e 133.822 no interior. A taxa de mortalidade no trânsito caiu de 2,49 para 2,05 mortes por 10 mil veículos.
O Detran atribui o resultado a políticas preventivas como o Maio Amarelo, campanhas educativas e operações integradas com a Polícia Militar, com foco no combate à alcoolemia, uso de equipamentos de segurança e respeito às normas viárias.
Comparativo com 2024:
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Mortes no trânsito: 80 (2025) contra 91 (2024) → queda de 12,1%
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Acidentes totais (jan–nov): 4.116 (2025) contra 4.410 (2024) → redução de 6,7%
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Frota veicular: cresceu para 385.341 veículos (2025), com Rio Branco concentrando 229.472
Taxa de mortalidade:
A relação entre óbitos e frota caiu de 2,49 mortes por 10 mil veículos (2024) para 2,05 (2025), indicando maior segurança viária relativa.
Fatores para a redução:
Segundo o Detran, o resultado reflete:
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Campanhas educativas como o Maio Amarelo;
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Operações integradas de fiscalização com a Polícia Militar;
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Foco no combate à associação de álcool e direção, uso de capacetes/cintos e respeito aos limites de velocidade.
A inversão na liderança das causas violentas de morte – com o trânsito matando mais que o crime intencional – segue tendência já observada em estados com baixas taxas de homicídio, como Santa Catarina e São Paulo.
O Detran deve ampliar em 2026 as blitzes em rodovias estaduais e as ações em escolas para conscientização de jovens condutores.
A queda nas mortes no trânsito ocorreu apesar do crescimento da frota, o que sugere que as políticas preventivas têm sido mais eficazes que o simples aumento da quantidade de veículos em circulação.

Segundo o Detran/AC, o resultado é reflexo direto da intensificação de políticas preventivas, como campanhas educativas — a exemplo do Maio Amarelo — e de operações integradas de fiscalização realizadas em parceria com a Polícia Militar.


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