Acre
Passageiros viajam de pé em trajeto de 110 km entre Brasiléia/Assis Brasil

Passageiros registraram a lotação numa viajem de 110 km de Brasiléia à Assis Brasil, na fronteira com o Peru
Fernando Oliveira
Dezenas de passageiros que utilizam os serviços da empresa ATI, que faz a linha Brasiléia-Assis Brasil e vice versa, procuraram a imprensa para denunciar a falta de respeito que a referida empresa vem tendo com o povo, principalmente rural.
Segundo uma denunciante, a Empresa ATI, baixou os preços das passagens de ônibus, mas oferece apenas um veiculo para transportar o pessoal. Enquanto uma passagem de taxi de Brasiléia ao Km 75 custa 15 reais, no ônibus custa 5 reais somente.
A superlotação é tamanha que chega a ser desrespeitosa com o consumidor. “A gente anda de ônibus por que precisa, mas é que nem sardinha em lata, sem contar que idosos e crianças passam a viajem toda em pé, por que quem chega primeiro toma acento e ninguém tem consideração com quem necessita e a empresa não fala nada”, conta Sr. Raimundo Celestino.
Para acompanhar de perto a denuncia, o repórter Fernando Oliveira, utilizou os serviços da ATI, comprovou a denuncia, tendo dificuldade inclusive para registrar a situação dentro do veiculo.
Os passageiros alertaram que vão procurar os vereadores de Brasiléia para que cobrem uma medida imediata da ATI.
Fonte: 3dejulhonoticias
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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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