Vereador e presidente da Câmara de Brasiléia, Rogério Pontes (PMDB), falou sobre o caso, juntamente com alguns de seus colegas – Foto/captura
Com Marcus José e Alexandre Lima

Durante a 28ª Sessão desta semana, uma das principais pautas entre os edis do município de Brasiléia, foi a 4º Fase da Operação LABOR, denominada Dolos-Apate, a fim de desarticular organização criminosa formada por empresários e agentes políticos suspeitos de atuaram em conluio para fraudar licitação, realizada no primeiro semestre de 2013.

Nesta operação, sob os autos 0001243-73.2017.8.01.0003 do judiciário acreano, teve 14 pessoas como alvo algumas a serem presas preventivamente e outras conduzidas coercitivamente, além de busca e apreensão de bens, suspensão de exercício das funções públicas, sequestro e bloqueio de bens, afim de retornar aos cofres públicos, pouco mais de R$ 1 milhão de reais que, segundo a Justiça, foram desviados por meio de empresas e laranjas.

Segundo os vereadores, acreditam que a Justiça esteja fazendo o seu trabalho e esperam uma posição sobre o caso. Alguns foram entrevistados e deram sua opinião sobre a operação que abalou o meio político no município de Brasiléia.

Segundo o presidente da Casa, Rogério Pontes (PMDB), comentou que já foi comunicado oficialmente do afastamento dos vereadores Joelso Pontes (PP) e Marcos Tibúrcio (PSDB), por 60 dias das atividades parlamentar. “Lamentamos… Pois somos amigos e colegas vereadores que temos nossas ideologias políticas, mas estamos trabalhando em prol de um ideal que é o nosso Município. Estamos esperando o posicionamento da Justiça e que tudo seja esclarecido o mais breve possível”, comentou.

Rogério destacou também que, em sua primeira legislatura e como presidente, pegou uma Casa com vários problemas financeiros, com posse de dois suplentes e dois atuais afastados. Fato esse inédito em toda a existência da Câmara de Brasiléia.

Veja entrevistas com demais vereadores, tanto da base quanto da oposição sobre a operação que resultou no afastamento dos vereadores.

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