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Cotidiano

No Acre, infrações em rodovias federais aumentam 51% durante feriadão da Semana Santa e Tiradentes

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Autos de infração passaram de 78 para 118 registros em comparação ao mesmo período de 2024. PRF reforçou a fiscalização nas rodovias federais que cortam o estado

A PRF ainda informou que dentre os focos da fiscalização, a quantidade de motoristas submetidos ao teste do bafômetro mais que quadruplicou. Foto: cedida 

Pelo menos 118 infrações de trânsito foram registradas durante a Operação Semana Santa e Tiradentes 2025 nas rodovias federais do Acre, entre os dias 17 a 21 de abril. O balanço, divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC), apontou um aumento de 51% nas ocorrências com relação ao ano passado, quando foram registradas 78 infrações.

De acordo com a polícia, o resultado da operação foi marcado por números expressivos de fiscalização e ações educativas. Em comparação ao ano anterior, o número de pessoas fiscalizadas aumentou 82%, de 502 em 2024 para 916 em 2025.

Ainda segundo a PRF, o período reforçou a fiscalização nas rodovias federais que cortam o estado, com foco na segurança, prevenção de acidentes e combate às condutas irregulares.

A PRF ainda informou que dentre os focos da fiscalização, a quantidade de motoristas submetidos ao teste do bafômetro mais que quadruplicou, passando de 77 pessoas em 2024 para 324 em 2025.

Já com relação aos autos de infração relacionados à alcoolemia — concentração de álcool no sangue — subiu de quatro ocorrências em 2024 para 16 em 2025, sendo um crescimento de 300%.

Além da fiscalização, a PRF informou que investiu em ações educativas neste ano. O número de ações de Educação para o Trânsito saltou de apenas 1 em 2024 para 6 durante esse feriado.

Acidentes em 2024

No ano passado, 287 acidentes foram registrados em rodovias no Acre, de acordo com o Anuário 2024, divulgado pelo setor de estatística operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC). Nestes, 268 pessoas tiveram ferimentos leves, 89 ficaram feridos gravemente e 20 pessoas morreram.

Segundo o anuário, foram registradas 9.942 infrações de trânsito por condutores acreanos enquanto transitavam em rodovias em 2024.

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Cotidiano

Vice-prefeito de Brasiléia (PL) reforça apoio a Bocalom e fortalece articulação liberal na fronteira

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A adesão de lideranças municipais, como a de Brasiléia, é vista como essencial para ampliar a capilaridade da campanha de Bocalom e dos candidatos do partido em todo o Acre

O movimento mostra a estratégia do PL de fortalecer uma chapa diante de um cenário eleitoral já disputado por nomes fortes da direita acreana. Foto: captada 

O Partido Liberal (PL) passou a admitir publicamente o lançamento de uma candidatura própria ao governo do Acre nas eleições de 2026, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), confirmou oficialmente nesta segunda-feira (19) sua pré-candidatura ao Palácio Rio Branco, durante coletiva no auditório da Associação Comercial do Acre (Acisa).

O anúncio foi acompanhado pelo vice-prefeito Alysson Bestene e reuniu empresários, pecuaristas e apoiadores da gestão municipal.

Em manifestação pública, o vice-prefeito de Brasiléia Amaral do Gelo, também filiado ao PL, declarou apoio incondicional à pré-candidatura do prefeito Tião Bocalom ao governo do Acre e aos demais nomes do partido que concorrerão a deputados estadual, federal e senador. A movimentação reforça a articulação do projeto político liberal no estado, especialmente na região de fronteira, e sinaliza a estratégia da legenda de fortalecer sua base diante de um cenário eleitoral competitivo, com outras forças de direita já organizadas.

O apoio vem em um momento em que o PL busca consolidar uma chapa unificada, após insatisfações internas com administrações municipais e a percepção de falta de apoio a suas iniciativas politicas. A adesão de lideranças municipais, como a de Brasiléia, é vista como essencial para ampliar a capilaridade da campanha de Tião Bocalom (PL) e dos candidatos do partido em todo o Acre.

O movimento mostra a estratégia do PL de fortalecer e legenda diante de um cenário eleitoral já disputado por nomes fortes da direita acreana.

Nota do presidente do PL/Brasiléia:

Declaração de alinhamento incondicional à pré-candidatura do prefeito de Rio Branco evidencia esforço do partido em Brasiléia para consolidar nome de Tião Bocalom em 2026

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Cotidiano

Exportação de gado do Acre cresce 33% em 2025, com recorde de 27,2 mil cabeças em dezembro

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Setor pecuário fecha ano com alta de 88,6% na comparação mensal; avanço é atribuído a ganhos de eficiência, rigor sanitário e acesso a mercados internacionais

O impacto desses números ultrapassa as fronteiras das fazendas, refletindo-se diretamente no Produto Interno Bruto (PIB) estadual e na geração de empregos no interior. Foto: captada 

O setor pecuário do Acre encerrou 2025 com resultados históricos, consolidando-se como um dos principais motores econômicos do estado. Dados do setor mostram que em dezembro foram movimentadas 27,2 mil cabeças de gado – um crescimento de 88,6% em relação ao mesmo mês de 2024. No ano, as exportações acumularam alta de 33%, impulsionadas pela eficiência produtiva, rigor sanitário e acesso a mercados internacionais.

Fatores do desempenho:
  • Modernização da cadeia: Frigoríficos investiram em tecnologia e certificações;

  • Demanda externa aquecida, especialmente de países da Ásia e Oriente Médio;

  • Valorização da arroba do boi no mercado internacional;

  • Logística melhorada com uso da BR-364 e rotas alternativas pelo Peru.

Impacto econômico e social:
  • Contribuição direta ao PIB estadual, já que a pecuária responde por cerca de 20% da economia acreana;

  • Geração de empregos no interior, desde a criação até o processamento industrial;

  • Fortalecimento da agricultura familiar, que fornece bezerros para engorda.

O Acre se consolida como fornecedor estratégico no corredor de exportação da Amazônia, aproveitando sua posição geográfica fronteiriça para escoar produção com competitividade em preço e qualidade.

A expectativa para 2026 é de expansão de 15% a 20% no volume exportado, com investimentos em rastreabilidade, genética e sustentabilidade para atender exigências de mercados mais rigorosos, como a União Europeia.

O crescimento de 88,6% em dezembro não é apenas sazonal – reflete uma mudança estrutural na pecuária acreana, que deixou de ser apenas abastecedora do mercado interno para se tornar uma potência exportadora na região Norte.

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Empresário boliviano critica venda de combustível barato a estrangeiros em meio à crise de abastecimento em Cobija

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Crise de combustíveis em Cobija acende alerta sobre contrabando e abastecimento na fronteira com o Brasil

O empresário alerta que a medida pode intensificar as longas filas nos postos, prejudicando a população boliviana, e facilitar o contrabando para o Brasil. Foto: captada 

O empresário e ex-deputado federal boliviano Richard Flores — irmão do ex-governador de Pando e atual senador Luís Adolfo Flores — criticou a autorização do governo nacional boliviano para a venda de diesel e gasolina a preços baixos para estrangeiros no Departamento de Pando, em meio a uma crise de escassez de combustíveis e gás em Cobija.

Segundo Flores, a medida beneficiará principalmente moradores de Brasileia e Epitaciolândia, no Brasil, além de turistas, o que vem gerando longas filas, já que que existe uma diferencia de dois reis no câmbio atual  por litro, o que prejudicarão a população boliviana local. Ele também alerta para o risco de aumento do contrabando de combustíveis para Epitaciolândia e Brasiléia, o que representaria perdas financeiras para o Estado e para os cidadãos de Pando, agravando a falta de controle nas fronteiras.

A declaração reflete a tensão na região fronteiriça, onde a escassez de insumos essenciais tem impactado o dia a dia e a economia local.

Medida do governo boliviano de vender combustível barato a estrangeiros é criticada por ex-deputado, que vê risco de desabastecimento local e aumento do fluxo ilegal para o lado brasileiro. Foto: captada 

A preocupação evidencia a tensão na fronteira, onde a falta de controle no fluxo de combustíveis já é um problema crônico. Com a alta demanda do lado brasileiro e a diferença de preços, o risco de desabastecimento local e perdas fiscais para o Estado boliviano se torna ainda mais crítico em um momento de escassez aguda.

Veja vídeo reportagem com TVU Pando:

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