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Mulher se entregou à polícia boliviana para salvar a vida e revela um drama

Médicos do Instituto de Gastrenterologia do Hospital Japonês de Cochabamba (BO), mobilizaram-se para salvar vida da mula H.C.L. de 36 anos que transportava 73 cápsula de cocaína no estomago para o Brasil.
Num momento de desespero, uma mulher Brasileira, H.C.L. de 36 anos decidiu se entregar à Força Especial de Combate ao Crime (Felcc), após sentir fortes dores no estômago. Os agentes a receberam e suspeitaram que ela tivesse um grave problema de saúde; ela havia engolido “narcocápsulas” e um dos recipiente estourou. Ela foi entregue com urgência à Força Especial de Combate ao Tráfico de Drogas e depois internada no hospital japonês, onde foi operada e sua vida foi salva.
Tudo aconteceu nesta semana, quando por volta das seis da tarde desta terça-feira, uma mulher chegou de ônibus a cidade de Santa Cruz de La Sierra, com destina a cidade de Cobija, a mesma foi obrigada a descer rapidamente devido a dores insuportáveis na barriga. os responsáveis da empresa intermunicipal, não encontraram outra opção e foram até a Felcc pedir ajuda. Diante do desespero demonstrado pela polícia, convocaram seus companheiros da Força Especial de Combate ao Tráfico de Drogas que imediatamente a transferiram para o hospital japonês.
Os médicos do centro hospitalar mobilizaram-se devido ao risco de vida da mula H.C.L. de 36 anos, às 73 cápsulas contendo cocaína foram retiradas. Até as duas da manhã começou a expeliu três recipientes e essa lentidão preocupou a equipe médica que decidiu fazer uma cirurgia de emergência, salvando a vida da traficante mula.

Diante do desespero demonstrado pela polícia, convocaram seus companheiros da Força Especial de Combate ao Tráfico de Drogas que imediatamente a transferiram a Brasileira para o hospital japonês.
A operação durou quase seis horas até a retirada de todas as cápsulas, num total de 73. Os médicos salvaram a vida da mulher e ela está estável, mas ela deve permanecer no hospital em um lento processo de recuperação por ter sofrido lesões internas devido ao acidente. efeito de um cápsulas com cocaína que se desfez no seu estomago.
Agentes da Felcc vigiam a paciente até que ela se recupere totalmente e nas primeiras investigações constataram que ela chegou na cidade de Santa Cruz de La Sierra de ônibus. Ele planejava continuar viagem até a fronteira com o Brasil, mas o “narcocápsulas” no estômago se desfez em seu sistema.

Radiografia da barriga de uma Brasileira mula, transportando “narcocápsulas” no estômago da Bolívia para Brasil.
A Promotoria de Substâncias Controladas, por meio de seu coordenador Julio César Porras, já iniciou o processo por tráfico de drogas contra a mulher de iniciais H.C.L. O caso já foi levado à justiça, mas o Ministério Público considerou que o primeiro passo era salvar a vida mulher e será esperada a sua recuperação total. Certificações forenses já foram solicitadas.
O crime de tráfico de substâncias controladas é punível com penas de 10 a 25 anos de prisão.
Para os investigadores da Felcc, transportar drogas no corpo ou engolir cápsulas com cocaína é considerado o crime mais planejado nos últimos anos.
A Felcc revelou em reportagens que infelizmente as ‘mulas’ são treinados para ingerir os recipientes. Conhecem os donos das drogas, mas permanecem calados porque caso contrário poderão sofrer represálias fatais. Se chegarem ao seu destino e entregarem a mercadoria, por vezes ganham até 5.000 dólares, mas muitos perdem a vida.
Não importa mais expor a vida.
A prisão da mulher revela um triste drama de pessoas que, diante da extrema necessidade de obter recursos para sobreviver, não hesitam em sacrificar seus corpos para transportar cocaína.

Ouvidoria de Santa Cruz, está realizando uma investigação conjunto com Força Especial de Combate ao Crime (FELCC), para solucionar o casa da Brasileira de 36 anos que transportava “narcocápsulas” no estômago.
Usar seu próprio corpo, coloca a própria vida não importa mais . Registros da Felcc e do regime penitenciário de Santa Cruz indicam que, nos últimos 20 anos, o presídio de Palmasola, o mais populoso da Bolívia, abriga até 85% dos detidos por tráfico de drogas. Um grande número destas pessoas são os chamados “utilizadores” de drogas. Todos os dias, pessoas de ambos os sexos são apanhadas em terminais aéreos e terrestres transportando “narcocápsulas” no estômago.
Contudo, nos últimos 5 ou quase 10 anos, o número de “mulas” tem diminuído substancialmente. A mulher, que foi obrigada a entregar-se para salvar a sua vida, alerta mais uma vez a Felcc sobre o surgimento desta nova forma de tráfico.
A polícia vê que a pobreza leva os cidadãos a arriscar as suas próprias vidas ou a perder a sua liberdade por falta de oportunidades, segundo levantamento da Felcc.
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Um dos seis foragidos do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, é recapturado; buscas continuam por outros cinco detentos
Anderson Galvão da Silva foi localizado por policiais penais; operação integrada com Gefron e Ciopaer segue em andamento na região

Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos juntos com outras forças de segurança. Foto: captada
Um dos seis presos que fugiram do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul neste domingo (1º), foi recapturado pela Polícia Penal. O homem, Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos junto com outras forças de segurança.
A fuga dos seis presos aconteceu no Bloco 8 por volta das 13h30, e as circunstâncias estão sendo apuradas pelas autoridades competentes .
Seguem nas buscas pelos outros cinco presos a Polícia Penal, o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) e demais forças de segurança do Estado, com atuação concentrada em Cruzeiro do Sul e áreas adjacentes. O helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) está sendo usado nas ações para agilizar a varredura em áreas de difícil acesso.
De acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), a operação de recaptura foi iniciada imediatamente após a constatação da evasão. O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, afirmou que todas as forças de segurança estão empregando esforços para localizar os foragidos.
Permanecem foragidos:
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Tiago Gomes da Silva;
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Messias Cavalcante Pedrosa;
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Taisson Gomes de Souza;
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Bruno do Nascimento Monteiro;
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Antônio da Silva e Silva.
As autoridades orientam que informações sobre o paradeiro dos foragidos sejam repassadas de forma anônima aos canais oficiais das forças policiais. A fuga ocorre cerca de um mês após uma tentativa registrada no último dia 1º de fevereiro na mesma unidade.
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Moradores de Marechal Thaumaturgo denunciam cobrança de taxas extras para receber botijões do programa Gás do Povo
Beneficiários relatam pagamento de até R$ 37 em programa federal gratuito; prática é considerada ilegal e pode resultar em descredenciamento de revendedoras

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada
Moradores do município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, usaram as redes sociais no último domingo (1º) para denunciar que estão sendo obrigados a pagar taxas extras para ter acesso às botijas de gás, através do programa do governo federal, “Gás do Povo”.
De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 para ter acesso à botija de gás. “Minha mãe pagou R$ 37”, relatou uma usuária, sendo prontamente acompanhada por outros relatos de cobranças semelhantes feitas por estabelecimentos locais. “Minha amiga da faculdade pagou também”, disse outra.
Os integrantes do grupo de notícias da cidade chegaram a marcar um vereador do município sobre a situação. O parlamentar justificou que o valor cobrado seria pela taxa referente ao “desembarque” do produto, visto que o município é de difícil acesso.
Um outro morador da cidade afirmou que há algo errado, já que se trata de um programa social. “Mas como é um benefício social ainda estão cobrando? Tem algo de errado pode ter certeza”, escreveu.
Regras do programa e ilegalidade da cobrança
O programa Gás do Povo, instituído pela Lei nº 15.348/2026, assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. A estimativa do governo é atender cerca de 15 milhões de famílias em todo o país até março de 2026.
De acordo com as regras oficiais, a recarga do botijão é totalmente gratuita e qualquer cobrança de “taxas extras” ou “valores complementares” é considerada ilegal e fere as normas estabelecidas pelo programa.
As únicas exceções permitidas são:
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Taxa de entrega/frete: caso a família opte por receber o gás em domicílio (para evitar essa taxa, o beneficiário pode retirar o botijão diretamente na revenda);
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Compra do vasilhame: caso a família não possua um botijão vazio para entregar na troca.
O vale garante exclusivamente a gratuidade da recarga do botijão, não cobrindo aquisição de vasilhame nem custos adicionais como a taxa de entrega, quando há opção pelo serviço de delivery.
Como funciona o benefício
Os beneficiários podem utilizar o vale-recarga de três formas principais:
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Cartão do Bolsa Família com chip (bancarizado) e senha;
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Cartão de débito da Caixa Econômica Federal e senha;
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CPF do responsável familiar na maquininha “Azulzinha” da revenda credenciada, com código enviado por SMS.
Famílias com 2 ou 3 pessoas têm direito a 4 recargas por ano (uma a cada 3 meses), enquanto famílias com 4 ou mais integrantes têm direito a 6 recargas anuais (uma a cada 2 meses).
Canais de denúncia
Caso alguma revenda exija pagamento extra além das exceções permitidas, a família não deve pagar e pode registrar denúncia nos seguintes canais:
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ANP (Agência Nacional do Petróleo): 0800 970 0267 (segunda a sexta, 8h às 20h);
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Ouvidoria Fala.BR: registro online para o Ministério de Minas e Energia (MME);
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Disque Social 121, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS);
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SAC CAIXA: 0800 726 0101.
A fiscalização é rigorosa: revendas que descumprirem as normas estão sujeitas a sanções, multas e descredenciamento do programa.
As denúncias em Marechal Thaumaturgo seguem sendo investigadas, e moradores aguardam posicionamento das autoridades competentes sobre as cobranças irregulares.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada
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