Conecte-se conosco

Acre

MPAC conhece práticas de inovação em Santa Catarina para implantação de Laboratório de Inovação

Publicado

em

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Secretaria de Planejamento Institucional e Inovação, realizou de 09 a 12 de abril, visitas técnicas ao ecossistema de inovação de Santa Catarina, com objetivo conhecer as melhores práticas de inovação visando obter experiencia e conhecimento para a implantação do Laboratório de Inovação do MPAC.

A secretária de Planejamento Institucional e Inovação, promotora de Justiça Marcela Cristina Ozório, acompanhada dos servidores Hycaro Silva e Paulo Roberto Barbosa, visitou o Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), a Rede de Inovação do Setor Público de Santa Catarina (InovagovSC) e a empresa Softplan.

Os representantes do MPAC conheceram a atuação integrada dos laboratórios de inovação do Poder Judiciário, MPSC, Tribunal de Contas do Estado, Assembleia Legislativa, Governo e Município, que operam no InovagovSC. No MP catarinense, eles foram recebidos pela Subprocuradoria para Assuntos de Planejamento e Inovação, responsável pelo iMPulsoLab, ambiente de experimentação da inovação do MPSC.

Na Acate foi apresentado o Programa de Inovação Aberta LinkLab, que conta com o apoio da incubadora MIDITEC e possui vasta experiência em diversos setores. Eles também conheceram duas empresas com soluções potenciais para a área jurídica. A visita às dependências da empresa Softplan proporcionou uma visão prática de como a inovação é incorporada na dinâmica e metodologia de trabalho.

Para a promotora Marcela Cristina Ozório, essa visita foi fundamental para conhecer as experiências de outros Ministérios Públicos que já estão trilhando caminhos na inovação. Ela ressaltou a importância da inovação como um meio de aprimorar rotinas, implementar novas metodologias e otimizar recursos humanos e materiais.

“Conhecemos como grandes empresas de tecnologia aplicam técnicas que proporcionam melhor conforto para seus servidores, estimulando por meio de ambientes informais para o trabalho, salas de descompressão, sistema de trabalho híbrido, eventos abertos para estímulo da criatividade e construção de soluções a partir do esforço integrado, o que aumenta a produtividade”, destacou.

Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Acre

Do Acre para o mundo: como políticas ambientais pioneiras ajudam o Brasil a cumprir o Acordo de Paris

Publicado

em

A crise climática global exige respostas concretas e estruturais dos governos. Nesse contexto, experiências subnacionais têm ganhado relevância estratégica na implementação de políticas capazes de reduzir emissões, conservar florestas e promover desenvolvimento sustentável. Entre essas experiências, o estado do Acre, na Amazônia brasileira, destaca-se como um dos territórios mais inovadores do mundo na construção de políticas públicas voltadas à valorização da floresta em pé.

A trajetória do Acre demonstra como políticas públicas integradas podem contribuir diretamente para que o Brasil cumpra os compromissos assumidos no âmbito do Acordo de Paris e avance no cumprimento de sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC).

Ao ratificar o acordo climático global em 2016, o Brasil assumiu metas ambiciosas de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), comprometendo-se a reduzi-las em até 67% até 2035, com base nos níveis registrados em 2005, quando o país emitia cerca de 2,1 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente.

Entre os compromissos assumidos está a eliminação do desmatamento ilegal até 2030 e a restauração de 12 milhões de hectares de florestas, o que poderá evitar a emissão de aproximadamente 700 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera.

A dinâmica do desmatamento e os desafios da Amazônia

A evolução da taxa de desmatamento na Amazônia Legal entre 2005 e 2025 revela um cenário de avanços e retrocessos. Ao longo desse período, os dados indicam oscilações significativas, com momentos de queda seguidos por novos ciclos de aumento do desmatamento.

Essa tendência também se reflete no estado do Acre. Entre 2018 e 2021, por exemplo, houve um aumento de 73% na taxa de desmatamento, com o ano de 2021 registrando o maior nível de pressão sobre a floresta.

Estudos indicam que a pandemia de COVID-19 exerceu impacto relevante nesse processo. Pesquisas conduzidas por Brancalion et al. (2020) apontam que, no primeiro mês após a adoção de medidas restritivas para conter a propagação do vírus, foi observado o dobro de desmatamento nas florestas tropicais em comparação com 2019, evidenciando os efeitos indiretos de crises globais sobre os sistemas ambientais.

Acre: um território amazônico com 85% de floresta preservada

Mesmo diante desse cenário, o Acre mantém um dos patrimônios florestais mais importantes da Amazônia. Com 164.173,43 km² de território — o equivalente a aproximadamente 16,4 milhões de hectares — o estado ainda preserva cerca de 85% de sua cobertura original de floresta nativa.

Dados recentes do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que a taxa de desmatamento no estado vem apresentando redução nos últimos três anos, resultado direto da combinação entre políticas públicas ambientais, instrumentos de monitoramento e estratégias de desenvolvimento sustentável.

Estratégia integrada para enfrentar o desmatamento

Diante do aumento do desmatamento observado entre 2018 e 2021, o governo do Acre adotou uma série de medidas estruturais para fortalecer as ações de prevenção e o controle das atividades ilegais.

Entre essas medidas, está a articulação interinstitucional coordenada pelo Gabinete de Crise e pelo Grupo Operacional de Comando e Controle (GOCC), que reúne órgãos estaduais, municipais e federais em ações integradas de planejamento, monitoramento e fiscalização.

Outro marco importante ocorreu em 29 de dezembro de 2025, quando o governo do estado criou o Sistema Integrado de Meio Ambiente e Mudança do Clima (SIMAMC) e o Centro Integrado de Inteligência, Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (CIGMA).

Essas estruturas ampliam a capacidade do Estado de produzir inteligência ambiental, de fortalecer o monitoramento territorial e de aprimorar as estratégias de combate ao desmatamento e à degradação florestal.

PPCDQ: metas claras para reduzir o desmatamento

Outra iniciativa estratégica foi a atualização dos Planos Estadual e Municipais de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas (PPCDQ).

O plano estabelece uma meta ambiciosa: reduzir o desmatamento em 50% até 2027, tomando como referência a média registrada entre 2017 e 2022.

A partir de 2023, com as medidas adotadas, o desmatamento passou a apresentar queda contínua no estado. Informações do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) indicam que o Estado registrou desempenho acima das metas estabelecidas para o ano florestal de 2024–2025, período compreendido entre agosto de 2024 e julho de 2025.

Os resultados mostram que o Acre superou em 43% a meta de controle do desmatamento prevista para 2025 no Plano de Prevenção, Controle de Desmatamento e de Queimadas do Acre (PPCDQ). Enquanto o plano projetava um limite de aproximadamente 572 km² de área desmatada, o monitoramento registrou cerca de 320 km², representando uma redução de 252 km² em relação ao patamar estabelecido.

O resultado evidencia a eficácia das políticas públicas implementadas no Estado e reforça o papel do PPCDQ como instrumento estratégico de planejamento ambiental, orientando ações integradas de monitoramento, fiscalização e governança territorial voltadas à redução consistente do desmatamento e das queimadas na Amazônia acreana.

Políticas públicas estruturais para a floresta em pé

A redução do desmatamento no Acre não é resultado apenas de ações de fiscalização. Ela reflete uma estratégia mais ampla baseada em políticas públicas estruturais que conciliam conservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Um dos pilares dessa estratégia é o programa jurisdicional de REDD+, o ISA Carbono, criado pela Lei nº 2.308/2010, que instituiu o Sistema de Incentivos a Serviços Ambientais (SISA).

O programa integra instrumentos de conservação florestal, de incentivos econômicos e de mecanismos de repartição de benefícios para populações tradicionais (ribeirinhos, extrativistas, agricultores familiares) e povos indígenas, que vivem e protegem a floresta.

Além do ISA Carbono, o Estado implementa outras políticas complementares, entre elas:

  • a execução do programa internacional REDD for Early Movers (REM)
  • a implementação da estratégia Agenda Acre 10 Anos, lançada em 2023
  • ações para redução do passivo ambiental previstas no Código Florestal Brasileiro – Lei nº 12.651/2012
  • o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Plano de Regularização Ambiental (PRA)

O estado também apoia iniciativas voltadas à produção sustentável, como:

  • Projetos de Incremento Produtivo Comunitário (IPCs)
  • Planos de Gestão Territorial e Ambiental Indígena (PGTIs)
  • concessões florestais sustentáveis
  • manejo florestal madeireiro e não madeireiro nas florestas estaduais

Todas essas ações são orientadas pelo Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre (ZEE), instrumento que organiza o uso do território e orienta políticas de desenvolvimento sustentável.

Fortalecimento do ISA e do REDD+ jurisdicional

Os avanços registrados no Estado decorrem de um processo institucional construído ao longo de mais de 15 anos.

O atual governo vem investindo no aprimoramento e fortalecimento do REDD+ jurisdicional do SISA, com iniciativas voltadas à atualização de instrumentos fundamentais de governança ambiental.

Entre essas iniciativas destacam-se:

  • processo de atualização do Sistema de Salvaguardas Socioambientais
  • processo de atualização do Sistema de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV)
  • fortalecimento das instâncias de governança do Sisa
  • reforço na proteção dos direitos de povos indígenas e comunidades tradicionais, por meio das Salvaguardas Socioambientais do Sisa
  • aprimoramento da Estratégia de Repartição de Benefícios do ISA Carbono/Sisa, programa jurisdicional de REDD+

Caminho para créditos de carbono de alta integridade

Como resultado desse processo de fortalecimento institucional, o Acre permanece habilitado para avançar rumo ao padrão internacional ART/TREES, considerado um dos sistemas mais rigorosos do mundo para certificação de créditos de carbono jurisdicionais.

A obtenção desse padrão permitirá ao Estado gerar créditos de carbono de alta integridade ambiental, ampliando sua capacidade de atrair investimentos internacionais destinados à expansão das políticas de conservação, da sociobiodiversidade e das ações de enfrentamento aos impactos das mudanças climáticas, incluindo eventos extremos.

Governança participativa e compromisso climático

Um dos elementos centrais do modelo acreano é a governança participativa.

O governo do Estado, por meio do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), atua em conjunto com a sociedade civil em processos amplos de participação e transparência.

Essas instâncias acompanham e validam todas as etapas de planejamento e implementação dos programas e projetos jurisdicionais de REDD+, garantindo integridade e legitimidade às políticas públicas.

Uma experiência amazônica com impacto global

A experiência do Acre demonstra que a proteção das florestas tropicais pode caminhar lado a lado com o desenvolvimento econômico e a inclusão social.

Ao combinar monitoramento ambiental, governança participativa e incentivos econômicos para a conservação, o Estado construiu um modelo pioneiro que contribui diretamente para o cumprimento dos compromissos climáticos do Brasil.

Mais do que uma política regional, o Sisa tornou-se uma referência internacional para territórios que buscam soluções concretas para enfrentar a crise climática global.

 

Jaksilande Araújo de Lima
Presidente do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais – IMC

Ângela Rodrigues de Oliveira
Assessora Especial – Secretaria de Estado do Meio Ambiente, portariada para o IMC

Elsa Renee Huaman Mendoza
Pesquisadora e especialista em política ambiental

The post Do Acre para o mundo: como políticas ambientais pioneiras ajudam o Brasil a cumprir o Acordo de Paris appeared first on Noticias do Acre.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

Comentários

Continue lendo

Acre

Informar também é construir confiança: o papel da comunicação pública no Acre

Publicado

em

 

Por Verônica Pimentel*

Vivemos em um tempo em que a atenção se tornou um dos recursos mais disputados da sociedade. A cada instante, somos expostos a uma grande quantidade de conteúdos, muitos deles pensados para gerar engajamento imediato, despertar emoções rápidas e manter o público conectado por mais tempo. Esse cenário desafia diretamente a forma como a informação circula e como é percebida pelas pessoas.

Esse contexto se intensificou a partir da pandemia da Covid-19, quando a comunicação passou a ocupar um papel central na relação entre Estado e sociedade. Informações sobre vacinação, saúde pública e prevenção precisaram chegar com rapidez, clareza e credibilidade. Ao mesmo tempo, a circulação de desinformação evidenciou que não basta apenas informar, sendo necessário construir confiança e garantir que a informação seja reconhecida como fonte segura.

Do ponto de vista da neurociência, a atenção e a tomada de decisão são fortemente influenciadas por estímulos emocionais e pela busca por recompensas rápidas. Cada curtida, comentário ou visualização ativa mecanismos ligados à dopamina, associados à motivação e ao engajamento. Esse comportamento ajuda a explicar por que determinados conteúdos ganham mais visibilidade nas plataformas digitais e passam a fazer parte da rotina das pessoas.

Nesse ambiente, a comunicação pública enfrenta um desafio relevante: como disputar atenção sem abrir mão da responsabilidade, da precisão e do compromisso com a verdade. Diferentemente de conteúdos voltados exclusivamente ao entretenimento, à informação pública precisa cumprir um papel social, garantindo acesso, orientação e transparência para a população.

No Acre, esse desafio vem sendo enfrentado por meio da consolidação, estruturação e integração do Sistema Público de Comunicação do governo do Acre, que atua de forma articulada em diferentes frentes, incluindo o jornalismo e a publicidade institucional, o marketing digital e a radiodifusão pública. Trata-se de uma engenharia de comunicação voltada a garantir acesso à informação, promovendo transparência e fortalecendo a relação entre governo e sociedade em diferentes formatos e canais.

Os resultados dessa atuação podem ser observados de forma integrada. A Agência de Notícias do Acre, principal guarda-chuva de informações institucionais, ultrapassa 74 mil matérias publicadas, com crescimento de 17,9% apenas em 2025. Esse volume expressivo demonstra não apenas capacidade produtiva, mas, sobretudo, consistência na oferta de informação pública, garantindo atualização permanente e presença contínua no cotidiano da população.

Nas redes sociais, o governo do Acre reúne mais de 247 mil seguidores nas plataformas digitais, com crescimento de 33,9%, além de um ecossistema de mais de 48 contas institucionais que atuam de forma integrada entre secretarias e autarquias. Somente em 2025, foram produzidos 874 vídeos institucionais e educativos, realizadas 99 transmissões ao vivo de eventos oficiais e publicadas 5.947 peças institucionais, evidenciando uma estratégia digital baseada em frequência, diversidade de formatos e proximidade com o cidadão.

Paralelamente, a radiodifusão pública mantém um papel fundamental na democratização do acesso à informação. Com estrutura presente em seis municípios, além da capital Rio Branco, as rádios Aldeia e Difusora alcançam 75,3% da população acreana, o equivalente a mais de 680 mil pessoas. Esse alcance inclui 738 comunidades isoladas, onde o rádio segue como principal meio de acesso à informação pública.

Mais do que números, esses dados revelam consistência, presença e estratégia. Do ponto de vista do comportamento humano, a repetição e a frequência são elementos centrais na formação de memória e na construção da confiança. Quanto mais presente a informação está no cotidiano, maiores são as chances de ela ser reconhecida, compreendida e incorporada.

Nesse sentido, a atuação integrada do Sistema Público de Comunicação potencializa não apenas o alcance, mas também o engajamento qualificado. A produção contínua, aliada à diversidade de formatos e canais, ativa mecanismos ligados à atenção e à motivação, contribuindo para que a informação pública deixe de ser apenas acessada e passe a ser relevante na rotina das pessoas.

Essa atuação também encontra fundamento na própria Constituição Federal. O acesso à informação é um direito assegurado pelo artigo 5º, enquanto o artigo 37 estabelece a publicidade como um dos princípios da administração pública. A Lei de Acesso à Informação, instituída pela Lei nº 12.527, de 2011, reforça esse dever ao consolidar a transparência como obrigação do Estado e direito do cidadão.

Nesse sentido, comunicar não é apenas uma escolha estratégica, mas uma responsabilidade institucional. A comunicação pública deve garantir que a informação chegue de forma clara, acessível e contínua, respeitando as diferentes realidades sociais e territoriais, especialmente em um estado com características diversas como o Acre.

Além de informar, a comunicação pública também atua na promoção de mudanças de comportamento. Campanhas relacionadas à doação de sangue, à prevenção às queimadas, à segurança no trânsito com foco no álcool zero, ao enfrentamento da violência contra a mulher e às ações de saúde pública demonstram como a informação pode impactar diretamente a vida das pessoas quando é compreendida e incorporada ao cotidiano.

Esse processo exige mais do que alcance e depende da construção de conexão com o público. É necessário que a informação faça sentido, dialogue com a realidade e esteja presente de forma contínua na rotina das pessoas. Nesse ponto, a comunicação pública se aproxima das dinâmicas do comportamento humano ao utilizar linguagem acessível, formatos diversos e presença constante para ampliar sua efetividade.

A integração entre comunicação digital e radiodifusão fortalece esse processo ao garantir que diferentes públicos sejam alcançados. Essa estratégia reconhece que o acesso à informação deve ser universal, democrático e contínuo, ampliando o alcance das políticas públicas e garantindo que elas cheguem a quem mais precisa.

Mais do que disputar atenção com conteúdos virais, a comunicação pública precisa construir relevância ao longo do tempo. Esse processo se baseia na consistência, na credibilidade e no compromisso com o interesse público, elementos fundamentais para fortalecer a relação entre Estado e sociedade.

A comunicação pública não disputa atenção apenas com conteúdo, mas com estímulos. Quando compreende o comportamento humano, é capaz de transformar informação em conexão e conexão em confiança. Em um ambiente marcado pela velocidade e pelo excesso de informação, comunicar com responsabilidade é também uma forma de cuidado com a população.

Nesse cenário, a comunicação pública se consolida como um elo essencial entre governo e sociedade. Ao informar, conectar e prestar contas, fortalece a cidadania, promove transparência e contribui para uma gestão mais próxima, acessível e confiável para todos.

*Verônica Pimentel é chefe do Departamento de Marketing e Inovação da Secretaria de Estado de Comunicação do governo do Acre (Secom); publicitária; especialista em Marketing Digital e Comportamento do Consumidor; mestranda em Comunicação Digital, com ênfase em Marketing Político.

The post Informar também é construir confiança: o papel da comunicação pública no Acre appeared first on Noticias do Acre.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

Comentários

Continue lendo

Acre

Escola de Música DÓRÉMI leva talentos de Epitaciolândia à TV Amazônia

Publicado

em

TV Amazônia filial da RedeTV no Acre convida talentos de Epitaciolândia para o Sexta Cultural

Alunos da Escola de Música DÓRÉMI, de Epitaciolândia, participaram do programa Patrulha Cidade, exibido pela TV Amazônia, afiliada da RedeTV!, durante o quadro “Sexta Cultural”, O apresentado por Senildo Melo, na última sexta-feira (20).

O programa, que possui audiência nacional, tem como proposta abrir espaço para talentos da capital e do interior do Acre, oferecendo visibilidade a artistas em início de carreira. Nesta edição, o professor Jessé de Oliveira, da DÓRÉMI, foi convidado a levar alunos destaques da escola para se apresentarem ao público.

Durante a participação, os estudantes realizaram apresentações musicais que incluíram repertório variado, com destaque para canções gospel. Também participou do programa a missionária Eldan Araújo, da Igreja Assembleia de Deus Celebração Familiar, que emocionou o público com louvores, acompanhada ao violão pelos músicos Jessé e Elvis.

Além das apresentações, o programa contou com entrevistas conduzidas por Senildo Melo, interação com o público por meio de comentários e elogios, e uma reflexão sobre a importância de incentivar novos artistas — papel desempenhado pelo quadro “Sexta Cultural”.

Entre os depoimentos, a missionária Eldan Araújo destacou que a participação representou a realização de um sonho e a confirmação de promessas em sua vida. Já os alunos Arthur, Dalton e Jaci Kelly agradeceram a oportunidade e falaram sobre o desejo de seguir carreira na música.

O professor Jessé de Oliveira também ressaltou o trabalho desenvolvido pela Escola de Música DÓRÉMI, onde, há quase cinco anos, ministra aulas em seus horários livres.  Com apoio do prefeito Sérgio Lopes, a iniciativa tem contribuído para revelar novos talentos em Epitaciolândia.

Acompanhe a transmissão abaixo:

Comentários

Continue lendo