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Movimentação de R$ 400 milhões. Transmissão para o exterior. O Paulista renasceu com o fim do monopólio da Globo

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O Paulista renasceu. É mais relevante que os Campeonatos Nacionais da América do Sul
CESAR GRECO/PALMEIRAS

Em entrevista exclusiva com o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, é possível compreender o renascimento do estadual com muito mais dinheiro, classificação para a Copa do Brasil e fim das equipes de aluguel no interior

Movimentação de R$ 400 milhões, mais dinheiro que muitos campeonatos nacionais na América do Sul.

Cinco vagas para a Copa do Brasil,

Transmissão de jogos para o exterior.

O Campeonato Paulista ganhou muito sentido e relevância no calendário do futebol deste país.

Mais do que ser apenas o torneio do estado brasileiro mais rico.

Ele se reinventou depois de um período muito difícil. Com a globalização, a Libertadores se tornou o torneio mais importante da América do Sul. O que valorizou demais o Campeonato Brasileiro. Além disso, a CBF, no início dos anos 2000, tornou a Copa do Brasil a competição de maior premiação no país.

Os estaduais, que dominaram o cenário por cerca de 70 anos, passaram a valer apenas pela rivalidade entre os clubes. Quase um estorvo no calendário do futebol. Já que não classificavam nenhum outro torneio maior. Ainda tinham as rendas baixas; só os clássicos finais atingiam grandes arrecadações.

Equipes no interior passaram a ser de aluguel. Prefeituras e empresários juntavam alguns veteranos e jovens da cidade. Formavam equipes que se desmanchavam em três meses.

Era um monopólio da Globo, que detinha o torneio, mas focava as competições nacionais e a Libertadores.

O fim do monopólio foi uma libertação. Permitiu a democratização das imagens, com enorme lucro para os clubes, que passaram a ganhar bem mais do que no passado.

O torneio passou a valer cinco vagas para a Copa do Brasil, com o fim do ranking da CBF, que garantia vaga automática aos grandes.

O calendário para os pequenos se tornou muito mais estimulante para a formação de equipes perenes, que disputam toda a temporada.

Palmeiras, São Paulo, Santos, Corinthians e Red Bull Bragantino estão na Série A, do Brasileiro. Ituano, Guarani, Ponte Preta, Novorizontino, Mirassol e Botafogo estão na Série B. São Bernardo está na C. Ferroviária, Inter de Limeira e Santo André estão na D.

Além do prestígio, o título passou a valer dinheiro.

Na revalorização do Paulista está Reinaldo Carneiro Bastos. Ex-presidente do Taubaté, desde a década de 1980 ocupa cargos importantes na FPF. Passou pelos departamentos administrativos, financeiros. Tornou-se responsável pela arbitragem. Até que, em 1996, tornou-se vice-presidente.

Assumiu a presidência em abril de 2015.

Tem o apoio absoluto dos clubes do interior e mantém ótima relação com os grandes de São Paulo. As arestas com o Palmeiras foram resolvidas, depois da final do Paulista de 2018.

Reinaldo conseguiu ser reeleito até 2026.

E, comandando o estadual mais importante do Brasil, ele tem alguns sonhos que revela nesta entrevista exclusiva ao R7.

O fim de torcida única, transmissão do Paulista para o maior número de países possível, já está na América do Sul. E movimenta muito mais dinheiro, tendo a televisão como base, além dos mais modernos meios de transmissão dos jogos.

Monopólio da Globo nunca mais… Assista:

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Governo do Acre recebe doação de mais de 12 mil litros de água para abastecer famílias afetadas pelas enchentes

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), recebeu nesta segunda-feira, 9, a doação de 1.350 fardos de água mineral da empresa Solar Coca-Cola, na sede da pasta, em Rio Branco. A iniciativa contou com a articulação da Defesa Civil estadual e da Casa Civil.

A ação tem como finalidade suprir as necessidades básicas de famílias afetadas pelas cheias em municípios acreanos, como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Tarauacá, entre outros. Os donativos totalizam mais de 12 mil litros de água.

Mais de 12 mil litros de água serão destinados à população de cidades impactadas pelas recentes enchentes. Foto: Daniel Villamor/SEASDH

A vice-governadora e titular da SEASDH, Mailza Assis, destaca a importância da união entre o poder público e a iniciativa privada no enfrentamento das consequências da cheia e acolhimentos às famílias. “Parcerias como essa fortalecem o cuidado com a população. A solidariedade chega mais longe e contribui para dar suporte às famílias atingidas pela cheia dos rios”, diz.

O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Carlos Batista, relata que ficou definido que os donativos seriam direcionados conforme as demandas e necessidades identificadas pela secretaria: “Estamos em um momento de união e a doação de donativos é muito importante neste cenário de cheia que enfrentamos todo ano”.

Willyam Lima, ressaltou que a ação representa uma forma de colaborar com as famílias que enfrentam um momento de vulnerabilidade. Foto: Daniel Villamor/SEASDH

O supervisor da Solar Coca-Cola, Willyam Lima, ressaltou que a ação representa uma forma de colaborar com as famílias que enfrentam um momento de vulnerabilidade. “Firmamos parceria com a Defesa Civil para contribuir com um item essencial, que é a água potável. Essa é uma situação que impacta toda a sociedade, e a união entre empresas e o poder público é fundamental para garantir apoio às famílias afetadas”, destaca.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Junina Pega-Pega anuncia retorno de Cley Oliveira como coreógrafo oficial para a temporada 2026

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Referência nacional no movimento junino, artista assume a direção coreográfica da quadrilha na temporada em que a Pega-Pega celebra 30 anos de história

Dry Alves, Ascom

Com muita alegria, a Junina Pega-Pega anuncia o retorno de Cley Oliveira ao Acre como coreógrafo oficial da quadrilha para a temporada 2026. A chegada do profissional marca um novo ciclo criativo e artístico, reforçando o compromisso da Pega-Pega com espetáculos que unem técnica, emoção e identidade cultural.

Com uma trajetória marcada por conquistas históricas, a Junina Pega-Pega carrega no currículo sete títulos de Campeã Estadual, três títulos do Circuito Junino e três conquistas no Festival do Sesc, consolidando-se como uma das maiores referências do movimento junino no Acre e no Brasil. Fundadora do Instituto Pega-Pega, a quadrilha construiu, ao longo dos anos, um legado pautado pela excelência artística, pela valorização da cultura popular e pela formação de gerações que fazem do São João um verdadeiro espetáculo de identidade, tradição e emoção.

Cley Oliveira é administrador, coreógrafo, brincante de folguedos e um dos pioneiros na preparação de destaques juninos no Brasil, com 33 anos de atuação no movimento junino. Sua trajetória transita entre a dança popular, o teatro e a pesquisa cultural, articulando técnica, performance e tradição na formação de quadrilheiros, noivos, rainhas e marcadores. Cofundador da União Junina do Ceará e criador do workshop Hoje Dama, Amanhã Diva, Cley é referência nacional na qualificação artística do São João brasileiro.

A escolha do coreógrafo reforça o propósito da Junina Pega-Pega de construir, em 2026, um espetáculo guiado pela luz, pelo movimento e pela força de sua história. Em uma temporada simbólica, que celebra três décadas de conquistas, o encontro entre a experiência de Cley Oliveira e o brilho da Pega-Pega promete um espetáculo marcante, onde tradição e inovação caminham juntas em torno do sol, da emoção e da essência junina.

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Acre tem 81,2% das famílias endividadas, maior índice desde dezembro de 2025, aponta CNC

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Mais de 107 mil famílias estão endividadas; quase 50 mil têm contas em atraso e mais de 15 mil não conseguem pagar compromissos no curto prazo

Ao todo, 107.519 famílias no Acre estão endividadas. Deste total, 49.964 relataram contas em atraso e 15.392 afirmaram não ter condições de pagar os débitos em curto prazo, configurando situação de inadimplência. Foto: captada 

O Acre iniciou 2026 com o maior índice de endividamento familiar desde dezembro de 2025: 81,2% das famílias estão com dívidas, o que representa 107.519 lares. Desse total, 49.964 têm contas em atraso e 15.392 declararam não ter condições de pagar os débitos em curto prazo. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e apresentada pela Federação do Comércio do Acre (Fecomércio-AC).

O estado está acima da média nacional, onde 14,5 milhões de famílias encerraram janeiro endividadas — alta de 0,06% em relação ao mês anterior. No Acre, o comprometimento médio da renda das famílias com dívidas chega a 31,78%, muito próximo do limite crítico de 33%.

O cenário é resultado de gastos acumulados no último trimestre de 2025, impulsionados por datas como Dia das Crianças, Black Friday e festas de fim de ano. Famílias com renda de até 10 salários mínimos comprometem, em média, 32,1% da renda com dívidas, enquanto aquelas com renda superior destinam 28,7%.

Segundo especialistas, a tendência é de piora nos próximos meses com despesas como material escolar, IPTU e IPVA. Egídio Garó, assessor da presidência da Fecomércio-AC, alerta para o uso excessivo do cartão de crédito: “Produtos como supermercado e farmácia são consumidos continuamente. Quando parcelados no cartão, acabam comprometendo a renda por vários meses. O ideal é quitar integralmente a fatura sempre que possível”.

Detalhes do endividamento no estado:
  • Comprometimento da renda: 31,78% em média (próximo do limite crítico de 33%);

  • Famílias com renda até 10 salários mínimos: comprometem 32,1% da renda;

  • Famílias com renda acima de 10 salários: comprometem 28,7%.

Causas do aumento:
  • Gastos acumulados no último trimestre de 2025 (Dia das Crianças, Black Friday, Natal e Ano-Novo);

  • Uso excessivo do cartão de crédito para despesas do dia a dia, como supermercado e farmácia;

  • Alta dos juros em modalidades como crédito pessoal e rotativo do cartão.

Alerta especializado:

O assessor da Fecomércio-AC, Egídio Garó, recomenda que as famílias evitem parcelar despesas contínuas no cartão e busquem quitar a fatura integralmente sempre que possível.

O Brasil tem 14,5 milhões de famílias endividadas (alta de 0,06% em janeiro), com 2,3 milhõesdeclarando impossibilidade de pagamento.

O Acre está acima da média nacional de endividamento e próximo do limite crítico de comprometimento de renda – um cenário que reduz o consumo, freia a economia local e aumenta o risco de inadimplência em cadeia, especialmente entre micro e pequenos empresários.

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