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Acre

Militares do Acre concluem curso de motopatrulhamento no Rio de Janeiro

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O Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro), da Polícia Militar do Acre (PMAC), conta agora com mais dois profissionais especializados em motopatrulhamento. Os policias militares, cabo Hugo Lopes e cabo Janiso Queirós, concluíram com êxito o 20º Curso de Ações Táticas em Motopatrulhamento (Catem-2021), do Batalhão de Polícia de Choque (Bpchoq), da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). O curso iniciou no dia 20 de agosto e foi concluído na manhã desta sexta-feira, 1 de outubro.

Segundo a coordenação do curso, houveram 351 inscrições, 50 policiais iniciaram o curso e apenas 27 concluíram todas as etapas. Durante 42 dias, os policiais passaram por um rígido treinamento, que contou com disciplinas práticas e teóricas, como por exemplo, técnicas de abordagem com motos, técnicas de pilotagem, técnicas e táticas de conduta de patrulha em ambientes urbanos, entre outras.

Durante 42 dias, militares do Acre passaram por diversos treinamentos práticos e teóricos na cidade do Rio de Janeiro. Foto: cedida

Natural de Cruzeiro do Sul, o cabo Hugo Lopes entrou na PMAC em junho de 2013, trabalha no grupo Giro do 6º Batalhão e relata quais foram os principais desafios durante a formação no Rio de Janeiro.

“Além de sair do seio de nossos lares, atravessar o país para buscar capacitação profissional em um batalhão referência no Motopatrulhamento Tático, que é o Batalhão de Choque da PMERJ, as instruções na grande maioria foram bem desafiadoras, como por exemplo, as técnicas de pilotagem, que por serem bem criteriosas, em várias provas alunos eram desligados do curso por insuficiência técnica”, relembrou o novo “lança”, como são chamados os formados no Catem.

Segundo o comandante do Giro em Rio Branco, tenente Jonathas Willian, é de suma importância a capacitação profissional dos integrantes do Giro, já que além das peculiaridades inerentes ao serviço policial, o militar que trabalha no motopatrulhamento deve possuir técnicas avançadas para alcançar os objetivos.

“É motivo de muito orgulho receber estes profissionais compromissados e destemidos que representaram a nossa PMAC com louvor. Eles venceram uma importante etapa da sua vida profissional e hoje são especialistas em motopatrulhamento tático. Essa especialização, sem dúvidas, aumentará o nível técnico operacional do militar, resultando em um serviço mais eficiente a sociedade acreana”, frisou.

Ainda de acordo com o oficial, todos os integrantes do Giro fizeram aqui no Acre um estágio de pilotagem de alto risco e vários outros policiais concluíram cursos em diversos estados brasileiros.

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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