Brasil
MBL quer derrotar Milton Leite para que Kim Kataguiri seja candidato
O MBL (Movimento Brasil Livre) está em meio a um debate interno para manter o deputado federal Kim Kataguiri no União Brasil e impedir sua possível filiação ao PSDB, visando a candidatura à prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.
O grupo acredita firmemente na capacidade de Kataguiri para enfrentar Milton Leite e seus aliados e se tornar o candidato do partido na disputa pela prefeitura da capital paulista.
Recentemente, um grupo de tucanos influentes fez uma proposta tentadora para Kim se filiar ao PSDB e se tornar o candidato oficial do partido na cidade. No entanto, essa decisão tem enfrentado resistência de lideranças internas da sigla, que já trabalham ativamente contra a filiação do deputado.
Além disso, há vozes dentro do União Brasil que defendem que a legenda não autorize a saída de Kim Kataguiri, o que acarretaria no risco de perda de seu mandato como deputado federal, caso opte por se filiar ao PSDB.
O MBL, por sua vez, tem enfatizado ao deputado que não vale a pena correr esse risco e que só seria válido sair do União Brasil de forma consensual.
O movimento tem argumentado que Kim possui condições de ser candidato a prefeito pelo União Brasil, tendo o apoio da direção nacional, inclusive do vice-presidente do partido, ACM Neto, que já se manifestou favorável à sua candidatura.
Por essa razão, o MBL defende que Kataguiri permaneça no União Brasil e participe das prévias na convenção do partido, acreditando que ele teria boas chances de vencer o grupo que apoia a reeleição do prefeito Ricardo Nunes.
Kim Kataguiri enfrenta o prazo limite até o dia 5 para definir seu destino político. Até o momento, a tendência é que ele opte por continuar no União Brasil.
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Fonte: Nacional
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Brasil
PF registra apreensão recorde de R$ 9,5 bilhões do crime organizado

A Polícia Federal fechou o ano de 2025 com R$ 9,5 bilhões em bens apreendidos de organizações criminosas. A informação consta do balanço de ações apresentado pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, nesta terça-feira (10/2), e foi classificado como um “recorde” para a coorporação.
Rodrigues afirmou que o valor, que ainda pode aumentar com a consolidação de novos dados da PF, corresponde ao que foi “encontrado e retirado do crime organizado”. Segundo ele, o montante compreende apreensões de dinheiro em espécie, imóveis, aeronaves e veículos.
Em coletiva de imprensa, o diretor da PF classificou o resultado como um “recorde”. Nos últimos anos, de acordo com Andrei Rodrigues, o total confiscado do crime organizado ficou entre R$ 1 bilhão e R$ 6 bilhões.
“Isso é dinheiro encontrado e retirado do crime organizado. A gente vem numa crescente, num grande esforço de enfrentar o crime organizado. Para tirar poder do crime organizado, tem que enfrentar o poder econômico”, afirmou.
Andrei Rodrigues também saiu em defesa da integração de forças de segurança — uma das bandeiras do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta avançar, no Congresso, com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria mecanismos para ampliar a colaboração entre as polícias.
Um dos exemplos de integração, segundo Rodrigues, é o avanço de investigações da PF sobre fraudes financeiras no Banco Master. O diretor da PF atribuiu o avanço no caso à “coragem” do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em compartilhar informações com a corporação.
Em outro momento, Andrei Rodrigues também apresentou dados da participação da PF em Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), outro modelo de integração adotados pela Polícia Federal. Em 2025, foram 253 operações das Ficcos e mais de R$ 169 milhões em apreensões.
“A integração é prática. Nós estamos no dia a dia exercitando esse processo. Isso anda e funciona, e os resultados estão aí”, afirmou Rodrigues.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Brasil
Exploração infantil online pode virar crime de organização criminosa

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10/2) um projeto de lei que expande a Lei das Organizações Criminosas para incluir crimes contra crianças e adolescentes como atividades de organizações criminosas.
O texto segue agora para análise das comissões de Assistência Social e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O projeto ganhou força após a descoberta, em 2025, de casos de exploração infantil em plataformas como o Discord.
A proposta autoriza ainda a infiltração de policiais em ambientes físicos ou virtuais para investigar organizações que cometem esses crimes.
Caso a infiltração coloque em risco a vida ou integridade de familiares, o juiz pode autorizar medidas de proteção, que podem incluir:
- inclusão em programas de proteção a testemunhas;
- mudança de identidade e residência;
- escolta policial especializada;
- restrição de informações pessoais.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Brasil
Mulher é morta a facadas pelo marido 5 dias após reatar casamento

Segundo a Polícia Militar, a própria vítima foi quem acionou a polícia, por volta das 4h20, informando que havia tido um desentendimento com o marido e que ele havia lhe esfaqueado.
No local, os policiais encontraram Jaqueline caída no chão e o suspeito, de 34 anos, sentado ao lado do corpo. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e confessou o crime.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
