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María Corina Machado: “O nível de participação é impressionante, será a maior votação em 30 anos”
O líder da oposição agradeceu a Javier Milei pelo apoio e pediu para recebê-lo em breve em Caracas. Assegurou que o ciclo do chavismo “já se fechou”.

María Corina Machado com TN (Foto: captura)
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado , disse ao TN que “o nível de participação é impressionante” nas eleições presidenciais na Venezuela e agradeceu ao presidente Javier Milei pelo seu apoio.
“Esse ciclo já fechou. Uma nova era começa. Hoje está contido, mas esse ciclo já se fechou”, afirmou.
Numa entrevista à enviada especial Carolina Amoroso , a popular líder da oposição disse estar “muito entusiasmada”. “Isso é muito emocionante. Muito será escrito sobre este dia no futuro. Não só pelo que representa para a Venezuela, mas para o resto da região. “Estamos diante de um sistema que causou destruição e dor, mas também desestabilização política e criminosa no resto do hemisfério”, afirmou.
María Corina Machado: “A maior votação dos últimos 30 anos”
No seu diálogo com TN, a líder da oposição venezuelana destacou a elevada participação eleitoral. “O que estamos vendo neste momento é impressionante em termos de nível de participação. “Pode acabar sendo a eleição com maior votação dos últimos 30 anos”, observou.
Além disso, disse que os próprios apoiantes da oposição cuidarão do resultado das eleições.
“Acredito que as testemunhas e os cidadãos vão afirmar a verdade. Temos chefes de mesa, monitores, radares, capitães, pessoal de logística, todos voluntários, e os chamados comandos, organizações de cidadãos onde há cerca de 10 pessoas em cada uma. Temos 66.000 comandos. Há facilmente mais de um milhão de pessoas com áreas específicas designadas para hoje, para controlar o voto”, indicou.
Sobre o alerta do presidente Nicolás Maduro , que alertou sobre a possibilidade de “um banho de sangue” caso perca as eleições, Machado disse: “Para que haja guerra é preciso que haja inimigos. “O que estamos vendo é o desejo de viver com dignidade e o desejo de que nossos filhos vivam em casa”.
“Temos pessoas muito queridas presas e expulsas de um quarto do país. O momento do reencontro está muito próximo”, afirmou.
Machado também denunciou que “na última semana houve muitas intimidações de chefes de comando nos estados, patrulhas da polícia política em suas próprias casas. A repressão aumentou nos últimos dias. Hoje os atos de forte violência eram muito raros”, afirmou.
O líder venezuelano agradeceu ainda a Javier Milei por ter recebido seis líderes da oposição na embaixada argentina em Caracas: “São seis pessoas que amo muito, são pessoas boas, honestas, que deveriam estar aqui connosco. Agradeci-lhe pelas suas posições sempre firmes em defesa da liberdade e espero recebê-lo em breve na Venezuela”, concluiu.
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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