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Márcio Bittar rasga o verbo contra partidos que estão assinando notas para agradar STF: “São covardes!”

Evandro Cordeiro - Acrenews
O senador Márcio Bittar (MDB) fez uma análise real sobre as manifestações do dia 7 de setembro e abriu o verbo contra a esquerda e partidos que estão assinando notas para agradar o STF. “Essas notas são atos de covardes, porque eles não têm coragem para fazer a crítica ao STF e nós sabemos que muitos temem o Supremo Tribunal Federal e muitos que criam Inclusive abrir uma CPI contra o Supremo Tribunal Federal no começo de 2019, hoje se calam.
E se tem um poder que claramente está usurpando seus limites é o Supremo Tribunal Federal. O Supremo Tribunal Federal, nas palavras de um próprio ex-ministro, se eu não me engano Ayres Britto, ele resumiu com perfeição: nenhum poder ele pode acusar, processar e denunciar, que é mais ou menos o que o Alexandre de Moraes está fazendo”, disse o senador.
Bittar disse ainda que o Presidente da República, tirando aquilo que as pessoas não gostam, como seu estilo, a forma dele falar, a maneira de se expressar, tirando isso, ele tem pautado o Governo absolutamente como ele próprio diz, nas quatro linhas da Constituição. “Claramente o Poder Judiciário é que está o ultrapassando seus limites e não é de hoje. O que eu acho hipócrita é que um monte de parlamentar que hoje parece que esqueceram o que disseram há dois anos atrás, quando estavam loucos para fazer impeachment de Ministro do Supremo Tribunal Federal e hoje se calam. Porque? Por que mudaram de opinião? Não! É porque são oportunistas. Como agora eles acham que apoiando o Supremo Tribunal Federal contra o Presidente da República eles vão conseguir tirar o único homem capaz de evitar que os Comunistas voltem a governar o Brasil, então eles ficam do lado de quem eles acham nesse momento ajudam na luta para tirar o homem que foi eleito para presidir o Brasil.
A esquerda, segundo Bittar, historicamente, faz aliança “com o capeta, com o Satanás”, desde que seja para chegar o poder. “Hoje eles não estão aliadissimos com Renan Calheiros, como foram aliados do Sarney. Lula não xingou Sarney de ladrão e depois se aliou ao Sarney, a todo mundo. É uma é uma grande hipocrisia. Agora o que essas pessoas – e hoje eu ainda falei com o presidente do Senado sobre isso – o que essas pessoas não compreenderam ainda e eu não sei até onde elas vão, o presidente do MDB, do DEM, desses partidos, o que eles não compreenderam ainda é que ninguém vai conseguir tirar o Presidente da República na marra. Ele não é a Dilma, ele não é o Temer, por conta da personalidade dele, do caráter dele. Ele não tem nenhum ato, nenhum ato, que justifique, que baseie, juridicamente, um pedido de impeachment e é por isso que ele continua tendo apoio da população, que não o apoia apenas calada”, afirmou.
Nunca houve uma manifestação no Brasil do tamanho da que aconteceu dia 7 para defender um Governo, segundo Bittar. Milhões de brasileiros, homens, mulheres foram a rua para defender o Presidente da República. “Esse exército ele não vai permitir que o seu representante seja arrancado do lugar que nós o colocamos”, encerrou.
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Senado aprova “vulnerabilidade absoluta” de vítimas de estupro de até 14 anos

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (24/2), um projeto de lei que estabelece que vítimas de estupro com menos de 14 anos de idade serão sempre consideradas vulneráveis, e que a punição do agressor não poderá ser influenciada pelo histórico sexual da vítima nem pela gravidez decorrente da violência.
O texto segue agora para sanção presidencial. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem nominal de votos.
O projeto foi proposto pela deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). A relatora no Senado, Eliziane Gama (PSD-MA), afirmou que a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima “reforça a intenção do legislador de não permitir discussões que possam desvirtuar a finalidade da norma, focando na proteção do incapaz de consentir, como infelizmente ainda sói ocorrer com frequência nos julgados de alguns Tribunais de Justiça do país.”
O projeto estava parado no Senado Federal desde dezembro de 2024, mas ganhou força após a Justiça de Minas Gerais absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos.
Na ocasião, a 9ª Câmara Criminal Especializada também absolveu a mãe da criança, que respondia por conivência. Para o tribunal, em decisão que gerou críticas em todo o país, não houve crime, sob o entendimento de que existia um “vínculo afetivo consensual” entre os dois.
Com a repercussão do caso, a mãe da garota e o homem foram presos nesta quarta-feira (25/2). Relator do caso, o desembargador Magid Nauef Láuar acolheu os embargos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que havia recorrido da decisão, e restabeleceu as duas condenações no processo que apura o estupro da menor.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Leite, Ratinho Jr. e Caiado participam de filiações junto com Kassab

O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, levará, no ínicio de março, os governadores Eduardo Leite, Rio Grande do Sul, Ratinho Júnior, Paraná, e Ronaldo Caiado, Goiás, para eventos da sigla em São Paulo. A agenda garante a presença dos governadores nas cerimônias de filiação de 12 políticos em cinco cidades de São Paulo.
O três são cotados para concorrer à Presidência pelo partido nas eleições deste ano. Na última sexta-feira (20/2), por meio de uma publicação nas redes sociais, Kassab reafirmou que a sigla lançará a própria candidatura ao cargo. De acordo com o presidente do PSD, “o Brasil estará muito bem servido se puder contar” com qualquer um dos três possíveis candidatos à frente da Presidência em 2027.
Veja agenda
Sexta-feira (6/3) – Sorocaba
16h – Filiação dos deputados Vitor Lippi e Maria Lucia Amary.
18h – Filiações dos deputados estaduais paulistas Analice Fernandes, Barros Munhoz, Carlão Pignatari, Dirceu Dalben, Márcio Nakashima e Rogério Nogueira.
Sábado (7/3)
10h – Santos: filiações do deputado Paulo Alexandre Barbosa e da Audrey, vice-prefeita de Santos.
13h – Itapevi: Filiação do ex-prefeito Igor Soares.
16h30 – Presidente Prudente – filiação do deputado Mauro Bragatto.
Segunda-feira (9/3) – São Paulo
9h – Participam da reunião do Conselho Político e Social (COPS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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MJ sobre crítica por acordo no PL Antifacção: "Ficaríamos na retórica"

Após a aprovação do PL Antifacção pela Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (24/2), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, saiu em defesa da atuação da pasta nas negociações do texto final e respondeu às críticas sobre o acordo construído em torno da proposta.
O projeto, relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), retomou pontos da versão original da Câmara, como a divisão de recursos de bens apreendidos entre a Polícia Federal (PF) e os estados — trecho criticado pelo governo e pela própria corporação.
Nos bastidores, integrantes da PF questionaram a articulação e alegaram falta de diálogo. Diante das críticas, Wellington César afirmou que o ministério atuou dentro dos limites regimentais possíveis no momento da votação.
“A iniciativa do projeto foi do governo. Todavia, existiam várias versões inicialmente na Câmara e depois uma versão no Senado”, explicou o ministro.
Segundo ele, quando ficou claro que a Mesa Diretora levaria a plenário a versão da Câmara — e não o texto aprovado pelo Senado —, o espaço de manobra era restrito. “Só existiam duas posturas possíveis: ou cruzarmos os braços e deixar que aquela versão tramitasse ou buscássemos melhorar aquela versão.”
Embora reconheça “grande afinidade” com o texto do Senado, o ministro afirmou que não havia possibilidade de defender formalmente aquela versão, pois ela não seria votada.
A estratégia, de acordo com o ministro, foi apresentar emendas de redação ao texto que iria ao plenário. “A única maneira possível de operar essa melhora, sob o ponto de vista do cabimento regimental, era através das emendas de redação. E nós buscamos exatamente, extraindo o sentido daquelas proposições constantes do PL do Senado, incorporá-las no texto indicado para a votação.”
Sugestões
Wellington César afirmou, durante entrevista coletiva, que parte significativa das sugestões foi acolhida. “Foram 23 proposições — 12 a 14, depende do critério de sublíderes — incorporadas. Então nós temos certeza de que produzimos um texto melhor.”
Ele argumentou que, sem essa iniciativa formal, a atuação do ministério teria sido apenas simbólica. “Se nós expressássemos apenas uma simpatia pelo texto do Senado e não fizéssemos as propostas regimentalmente cabíveis, nós ficaríamos limitados a esse âmbito retórico.”
A proposta segue agora para sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o ministro, a pasta cumpriu seu papel institucional. “Além da iniciativa do governo, o Ministério da Justiça, nessa tradição, nessa ocasião, exerceu o papel que devia: melhorar o produto legislativo final.”
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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