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Brasil

Marca de ovos de Gracyanne Barbosa pode ser falsa? Entenda

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O lançamento de sua própria marca de ovos é uma publicidade

• Instagram / Gracyanne Barbosa e Gracyovos

A modelo fitness Gracyanne Barbosa, 42, surpreendeu seus seguidores nesta terça-feira (25) ao publicar um vídeo, em parceria com a plataforma de design Canva, afirmando que sua marca de ovos havia acabado em menos de 24 horas por falta de estoque — ela havia comidos todos os produtos.

No vídeo, ela explica que, com a ajuda da ferramenta, conseguiu criar toda a identidade visual de seu novo produto. Desde a caixa aveludada em azul-royal, o logo, o cartão de visitas, o vídeo de lançamento e até a simulação de como os ovos ficariam com a logo banhada a ouro.

“Mas eu não tive culpa, a marca ficou irresistível”, brincou. Na legenda, escreveu: “E não é que eu botei meu ovo? No mercado, gente kkkk. Gracyovos está no ar há 24 horas e os estoques estão oficialmente esgotados”.

Gracyanne ainda agradeceu o trabalho das “minhas meninas”, as galinhas, e destacou a importância do Canva no processo criativo. “Foi lá que eu criei minha marca inteirinha! E agora, será que eu reponho o estoque?”.

Marca falsa?

O que levantou a suspeita do público sobre a marca ser apenas uma ação de marketing com o Canva foi o fato de ela fazer o vídeo anunciando seu fim ao mesmo tempo em que fazia uma propaganda da plataforma de design.

Nos comentários, seguidores reagiram com entusiasmo: “Genial!”, “Marketing de milhões”, “Chocooou! e não foi o ovo”, “Melhor plot twist do ano!”. “Esse lançamento está em todos os lugares”, disseram os comentários.

A CNN entrou em contato com a assessoria da influenciadora, que afirmou não ter informações sobre a campanha. No entanto, pelo conteúdo publicado por Gracyanne, tudo indica que a parceria com a marca Canva é, de fato, oficial.

Fonte: CNN

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Brasil

Atlas: para 46,7%, Lula fez propaganda eleitoral ao ir à Sapucaí

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Dilson Silva/ Agnews
Imagem colorida do presidente Lula e o prefeito do Rio, Eduardo Paes

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (26/2) aponta que a maioria dos entrevistados teve uma percepção negativa sobre a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí. Segundo o levantamento, 46,7% consideram que o petista usou a presença no sambódromo para fazer propaganda eleitoral antecipada, enquanto 41,7% veem um gesto de valorização da cultura e economia do país.

O mesmo levantamento indica que prevalece entre os entrevistados a afirmação de que a homenagem feita ao presidente pela escola de samba Acadêmicos de Niterói está dentro da legalidade e faz parte da liberdade de expressão. Os que concordam com essa afirmativa somaram 47,9%. Outros 45,4% que dizem que o desfile caracterizou crime eleitoral e deveria ser punido.

Para 35,5%, Lula deveria ter recusado a homenagem, enquanto 30,9% defenderam o tributo, bem como a participação do chefe do Planalto no evento. Uma outra parcela, de 29%, afirmam que ele deveria ter aceitado, mas mantido distância da festa.

Ainda segundo a pesquisa, 40,9% acreditam que o governo não teve interferência na preparação do desfile, enquanto 32,8 veem participação ativa, “colaborando com a idealização dos elementos” da apresentação.

A sondagem ouviu 4.986 brasileiros entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.

Crítica ao conservadorismo

O levantamento também mediu a opinião da população sobre a alegoria que representou grupos conservadoras em latas de conserva durante a apresentação da Acadêmicos de Niterói. Para 41,8% o trecho diz respeito a “uma crítica legítima a um falso conservadorismo”. Outros 32,9% consideraram uma “zombaria ofensiva de valores tradicionais”.

Enquanto isso, 10,2% viram a ala como uma forma de intolerância religioso e 9,1% dizem ser “apenas um elemento de humor no Carnaval”.

A maioria, 56,2%, respondeu não ter se ofendido com a representação, enquanto 31,8% concordam que foi muito ofensivo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ala do Republicanos quer neutralidade da sigla na disputa presidencial

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Divulgação
Imagem da arte do partido

Uma ala do Republicanos quer que o partido se mantenha neutro na disputa nacional deste ano em relação à Presidência da República. Em 2022, o partido integrou a base de apoio da tentativa de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e elegeu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, colocando fim a 28 anos de gestões do PSDB no comando do estado.

A avaliação de um grupo do partido é de que a neutralidade vai facilitar a construção de palanques estaduais, uma vez que ficará liberado a fazer alianças com partidos mais ligados à direita e outros mais ligados à esquerda.

Nesta semana, o presidente do partido, Marcos Pereira, disse que as possibilidades para o partido são apoiar uma candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ou manter a neutralidade. Pereira admitiu esta semana que uma aliança com Lula seria “difícil” porque o partido é de centro-direita.


Alas diferentes do Republicanos

  • No partido, existem nomes de peso que devem caminhar em projetos separados independente da definição da sigla;
  • De um lado, está Tarcísio, que vai caminhar com a candidatura de Flávio, depois de ser preterido por Bolsonaro como seu candidato à sucessão;
  • De outro, está o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tenta emplacar seu pai, Nabor Wanderley, como candidato ao Senado na Paraíba com o apoio de Lula. Caso consiga, Motta deve subir em palanques para defender a reeleição do presidente.

A escolha na sigla não será simples e deve ser adiada ao máximo pela cúpula do partido. A previsão é que qualquer acordo no plano nacional só seja fechado depois que encerrar a janela partidária, em abril.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Após 3 décadas, Brasil recebe de volta fósseis de 110 milhões de anos

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Leobark Rodrigues/MPF
Fósseis devolvidos

O Brasil recebeu de volta, nesta quarta-feira (25/2), os fósseis de duas espécies encontrados no país. As duas peças são originárias da Bacia do Araripe, na divisa dos estados do Ceará, de Pernambuco e do Piauí.

Os fósseis estavam fora do Brasil há 30 anos e foram recebidos de volta em cerimônia no Palácio do Itamaraty. Agora, elas ficarão expostas no Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, vinculado à Universidade Regional do Cariri, no Ceará. 

Um deles é um pequeno crustáceo de água doce da espécie Martinsestheria codoensis. A espécie é datada do Cretáceo Inferior (aproximadamente 110-113 milhões de anos). Ele estava na Universidad Nacional del Nordeste, em Corrientes, na Argentina, desde 1993, mas após tratativas do governo brasileiro foi devolvido.

A outra é de um Vinctifer comptoni, um gênero extinto de peixe ósseo pré-histórico, apreendida em 2024 no norte da Itália. Essa espécie de peixe viveu há aproximadamente 113 milhões de anos.  Com corpo alongado, tinha escamas retas e média de 5 a 90 centímetros.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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