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Mais uma criança morre na maternidade; ” Os médicos não quiseram fazer cesárea”,diz cunhada

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A cunhada da mãe Marly Silva conta que a criança nasceu com hematomas pelo corpo e deformidade no crânio

Criança nasceu com hematomas e deformidade no crânio/Foto: ContilNet

Criança nasceu com hematomas e deformidade no crânio/Foto: ContilNet

No último sábado (4), por volta das 17 horas, a senhora Marly Silva de Almeida de 31 anos e mãe de 5 filhos, deu entrada na Maternidade Bárbara Heliodora, sentindo fortes contrações provenientes de sua sexta gestação.

De acordo com relatos da cunhada de Marly, que preferiu não se identificar, a paciente foi recebida pela equipe da unidade e encaminhada a um leito, onde aguardaria por exame.

Após o exame, a equipe médica responsável pelo parto teria tentando de todas as formas que o nascimento do bebê fosse realizado de forma normal, porque, de acordo com eles, a mãe apresentava quadro de hipertensão no momento, e não poderia ser conduzida a um parto cirúrgico.

“Eles tentaram até o final que o neném viesse de parto normal, metiam a mão dentro dela para mover a criança e tudo, na brutalidade mesmo. A orientação que a gente conhecia de médicos que ela viu durante a gestação era de que o parto fosse cesária”, disse a cunhada.

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Após sete horas de procedimento e a complicação do quadro da paciente, a equipe médica relatou aceleração do batimento cardíaco do bebê e encaminhou a paciente para o centro cirúrgico para que fosse feito o parto cesária. Após a retirada do bebê já morto de dentro do útero da mãe, a cunhada conta que a criança nasceu extremamente machucada, apresentando hematomas pelo corpo e deformidade no crânio, nunca relatada antes por exames pré-natais.

“O bebê era perfeito, nenhum médico nunca relatou nenhum problema de saúde com ele. E aí quando o médico vem contar para gente que ele já nasceu morto, ele vem falando que o bebê apresentava problemas cardíacos, que nasceu com crânio reduzido e tudo mais. Como isso nunca foi visto antes?”, questionou a cunhada.

A mulher ainda relata as condições precárias em que Marly foi recebida na maternidade e a demora na decisão da equipe médica em encaminhar a paciente ao centro cirúrgico, mesmo após o quadro de hipertensão ter sido normalizado.

“Disseram que não fariam a cesariana porque ela tava com pressão alta, mas, mesmo depois que normalizaram o quadro, ainda assim ela não foi imediatamente levada pra cesária, e ainda a levaram enrolada em lençóis do hospital, já que nem camisola eles tinham mais, sem contar que uma mulher do hospital ainda ficava falando para ela não sujar o lençol de sangue, porque não tinha outro”, relatou.

Questionada sobre as condições de realização dos partos que presenciou, a cunhada de Marly afirma que o procedimento foi feito de forma desumana e que a falta de cuidado tanto no manuseio da paciente como nos procedimentos adotados pela equipe é de certa forma brutal.

“O que tá acontecendo aqui na maternidade não é parto humanizado, não. O que eu vi a gente pode chamar de ‘atentado vaginal’. Destruíram a vagina da coitada, ela tá no hospital em choque, sedada, toda inchada e roxa. Eu não quero nunca passar pelo que essa coitada passou”, denunciou.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde que ficou de enviar nota de esclarecimento sobre a morte da criança, mas até o fechamento desta edição a redação não recebeu a resposta.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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Ciclista morre atropelado no dia do aniversário na Baixada da Sobral, em Rio Branco

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Vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância

O ciclista Rizomar Nascimento de Almeida, de 44 anos, morreu na noite deste domingo (22) após ser atropelado no bairro Bahia Velha, na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco. A tragédia aconteceu no mesmo dia em que ele comemorava aniversário.

Segundo informações apuradas no local, a vítima trafegava de bicicleta pela Rua Mende Sá quando tentou atravessar a via e foi atingida por um caminhão vermelho que seguia no sentido centro-bairro.

Com o impacto, a bicicleta ficou presa debaixo do veículo e há suspeita de que as rodas do caminhão tenham passado sobre o abdômen do ciclista, provocando um grave trauma abdominal, além de possível fratura na região do quadril.

Populares prestaram os primeiros socorros e acionaram a Polícia Militar do Acre e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado, foram enviadas ao local. As equipes médicas realizaram manobras de reanimação, mas, apesar dos esforços, Rizomar não resistiu e morreu dentro da ambulância.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O Policiamento de Trânsito isolou a área para os trabalhos da perícia. Após os procedimentos, o motorista do caminhão foi preso e conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde deverá prestar esclarecimentos.

A bicicleta da vítima foi entregue aos familiares.

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Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

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O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.

A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.

Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.

Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.

A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.

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