Acre
Mais de 3 mil RGs prontos desde 2022 aguardam retirada no Acre; maior parte está em Rio Branco
Instituto de Identificação alerta que documentos não buscados geram custos ao Estado e dificultam acesso a serviços pela população. Nomes como Maria e José lideram lista

Para tentar reduzir o número de documentos acumulados, o órgão tem feito campanhas de chamamento e orientações à população. Foto: captada
Cerca de 3 mil carteiras de identidade já emitidas seguem acumuladas e aguardam retirada nos postos da Organização em Centros de Atendimento (OCA) no Acre. Segundo o Instituto de Identificação da Polícia Civil, os documentos estão prontos desde 2022, mas não foram buscados pelos titulares, com a maior concentração ocorrendo em Rio Branco.
De acordo com o diretor Júnior Cesar, os nomes que mais aparecem são os que começam com as letras M e J, como Maria e José. A situação também é registrada em Cruzeiro do Sul, Xapuri, Brasiléia e Sena Madureira. “Existe todo um trabalho para confeccionar esse documento, e quando a pessoa não vem buscar, além do custo para o Estado, ela própria fica sem um documento essencial”, alertou.
A falta do RG pode impedir acesso a serviços públicos, participação em concursos, emissão da CNH e até viagens — principalmente no Mercosul, onde a identidade precisa ter menos de 10 anos de expedição. O instituto reforça a importância de que os cidadãos procurem as unidades da OCA para retirar seus documentos.
Retirar o RG já emitido?
Para retirar o RG que já está pronto NAS unidades da OCA em municípios como Cruzeiro do Sul, Xapuri, Brasiléia e Sena Madureira. o cidadão deve comparecer pessoalmente ao posto onde fez a solicitação, levando:
- Protocolo de atendimento ou
- Documento com CPF
A retirada é feita exclusivamente pelo titular. O atendimento ocorre na OCA das 7h30 às 13h30 de segunda a sexta-feira.

Conforme o Instituto de Identificação, o problema também é registrado em unidades da OCA em municípios como Cruzeiro do Sul, Xapuri, Brasiléia e Sena Madureira. Foto: captada
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Acre
Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco
Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

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Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
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Acre
Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco
Sem chuvas nas últimas 24 horas, nível do manancial recuou ao longo do dia, aponta Defesa Civil

Foto: Sérgio Vale

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