Acre
Mais de 1300 famílias acreanas recebem energia solar

Programa Mais Luz para a Amazônia leva energia solar para localidades remotas
Em 2022, as ligações foram realizadas pela Energisa em 10 municípios do Acre
A vida de centenas de famílias acreanas mudou em 2022 com a chegada da energia elétrica. A Energisa realizou 1.368 novas ligações com energia solar em casas localizadas nos pontos mais remotos do estado, levando energia limpa, segura e sustentável 24 horas por dia, por meio do programa Mais Luz para a Amazônia, do Governo Federal.
As instalações dos sistemas de geração de energia solar são feitas em áreas de difícil acesso, distantes das redes elétricas convencionais. Em muitos casos, as famílias nunca tiveram acesso à eletricidade. Em outros, a iniciativa substitui o uso de pequenos geradores a diesel ou gasolina, que funcionam apenas por algumas horas ao dia, e hoje são a fonte de energia elétrica de muitas famílias que vivem nestas regiões.
A Energisa ainda faz a instalação da parte elétrica dentro do imóvel, e fornece lâmpadas de LED, que são mais eficientes e econômicas, além de tomadas e interruptores. Os moradores também recebem um kit com instruções sobre o uso adequado de energia e como garantir o bom funcionamento do sistema solar.
“Nosso compromisso é levar energia de qualidade, limpa e segura para essas pessoas que hoje têm pouco ou nenhum acesso à eletricidade. Por meio da geração de energia solar, estamos contribuindo com a melhoria da qualidade de vida de milhares de acreanos”, afirma o diretor-presidente da Energisa Acre, José Adriano Mendes Silva.

O programa ainda tem grande valor social, pois promove a inclusão de cidadãos e permite usufruir de itens básicos na sociedade como a conservação de alimentos, a educação por meio da internet e a geração de renda.
Zacarias é o presidente da Associação da Comunidade São Salvador, localizada no Rio Moa, em Mâncio Lima. Lá, a energia chegou e transformou a realidade dos moradores. “Já mudou muito a nossa vida. Todo mundo está gostando, aproveitando muito. Não tem nem explicação”, comemora Zacarias.
Apesar das dificuldades logísticas e chuvas intensas em parte do ano, a execução do programa seguiu em ritmo acelerado. Todas as ligações previstas para 2022 já foram realizadas. E a previsão é que muito mais seja feito nos próximos anos.
A Energisa está presente no Acre desde 2018, onde desenvolve projetos que estimulam a descarbonização, impulsionam o desenvolvimento sustentável e promovem qualidade de vida para a população. A empresa também está à frente do maior projeto de desligamento de termelétricas, que pretende desativar cinco usinas no estado até 2025.
Veja detalhes sobre as ações de sustentabilidade do Grupo através do portal www.energisajuntos.com.

O que é o Mais Luz Para Amazônia?
O Mais Luz para a Amazônia é um programa do Governo Federal, operacionalizado pela Eletrobras, que foi lançado em fevereiro de 2020 e tem como objetivo levar energia limpa e renovável à população de regiões remotas dos estados que compõem a Amazônia Legal e que ainda não têm acesso à energia elétrica, como Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Tocantins e Maranhão.
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Acre
Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.
A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.
Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.
Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.
A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.
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Acre
Nível do Rio Acre segue em queda e permanece abaixo da cota de alerta em Rio Branco
Boletim da Defesa Civil aponta redução do manancial e registra 12 milímetros de chuva nas últimas 24 horas
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Acre
Sexto lote do seguro-defeso será disponibilizado na terça-feira
O sexto lote do Seguro Desemprego do Pescador Artesanal, o seguro-defeso, será paga na terça-feira (24) para 110.904 trabalhadores do ramo, cadastrados e em conformidade com as exigências do programa.
Estes trabalhadores receberão R$ 179,7 milhões. Os cinco lotes anteriores somaram 269.372 beneficiados, com as parcelas sendo sido liberadas semanalmente, totalizando R$ 616,3 milhões.
O valor do benefício equivale a um salário mínimo mensal, fixado em R$ 1.621. O seguro é pago a pescadores artesanais durante a paralisação da pesca (defeso), no período de reprodução de cada espécie, e pode durar até cinco meses, dependendo do calendário regional de proibição.
A maior parte do público beneficiado teve sua atividade impactada no período entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou o compromisso da pasta com a correta concessão do benefício.
“O MTE tem trabalhado para garantir o pagamento de todos os pedidos de seguro-defeso que passaram por análise criteriosa, assegurando o direito de quem realmente vive da pesca.”
Troca de gestão
Em novembro do ano passado, a gestão do seguro-defeso foi reformulada passando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O objetivo da medida é diminuir o pagamento de benefícios indevidos – para pescadores que tem outras fontes de renda, por exemplo –, além de evitar fraudes.
O esforço de saneamento do programa também uniu a Controladoria Geral da União (CGU) e o MTE. Embora uma parcela relativamente pequena de benefícios tenha sido fraudada, o impacto das fraudes é considerável pois o programa já atendeu mais de 2 milhões de cadastrados em seu período de maior alcance.
Entre as alterações previstas na Medida Provisória (MP) nº 1.323, foi revisada a lista de documentos necessários para manter os cadastros ativos. Atualmente, as exigências incluem inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), ter cadastro biométrico, entregar o Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (Reap), morar em município incluído no período de defeso e participar das entrevistas realizadas pela Fundacentro nos estados onde já ocorre a piracema (período de reprodução dos peixes), que são Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas. Nestes locais a Fundação registrou 514.127 atendimentos em 126 municípios.
Entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março deste ano, o MTE recebeu 1.198.473 requerimentos individuais do benefício. As solicitações estão passando por triagem. Os estados com maior número de solicitações são Pará (351.502), Maranhão (336.803), Amazonas (106.632), Bahia (81.765) e Piauí (63.025).
Ficaram de fora dos lotes os pescadores que não apresentaram o Reap. Também foram excluídos aqueles que possuem vínculo empregatício, recebem aposentadoria, estão com o registro de pesca cancelado, atuam em atividades não previstas ou recebem benefício assistencial contínuo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

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