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Mailza e Bocalom negam rompimento político e aparecem juntos em obra no Quixadá

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Vice-governadora e prefeito de Rio Branco dividiram agenda pública após rumores de conflito sobre disputa pelo governo do Acre em 2026; ambos mantêm posições eleitorais, mas sinalizam unidade na solenidade

Nesta terça-feira (30), Mailza e Bocalom dividiram a mesma agenda em Rio Branco e posaram juntos durante a solenidade de assinatura da ordem de serviço para a recuperação asfáltica da estrada do Quixadá. Foto; captada 

Os rumores de um rompimento político entre a vice-governadora Mailza Gomes e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, foram publicamente desmentidos pelos dois durante uma agenda conjunta na manhã desta terça-feira (30). Os dois participaram juntos da assinatura da ordem de serviço para a recuperação asfáltica da Estrada do Quixadá, obra realizada em parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura da capital.

A aparição conjunta foi interpretada como uma sinalização de reaproximação após especulações de que uma possível candidatura de Bocalom ao governo do estado em 2026 estaria criando atritos com Mailza, que já anunciou sua pré-candidatura ao Palácio Rio Branco.

Em meio aos bastidores políticos, Mailza reafirmou sua disposição de concorrer em 2026 e lembrou seu apoio a Bocalom em eleições passadas. Já o prefeito, que tem realizado agendas pelo interior, evita assumir campanha antecipada, afirmando que “ainda é cedo para definições”. O ato no Quixadá serviu para demonstrar que, ao menos publicamente, a aliança segue operante.

 

Também participaram da assinatura a presidente do Deracre, Sula Ximenes, o diretor-presidente da Emurb, Abdel Derze, o secretário de Agricultura de Rio Branco, Eracides Caetano, além de lideranças comunitárias.

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, disse que a obra representa mais do que melhorias na estrada. “Estamos trazendo dignidade para os produtores e para as famílias que vivem nessa região. Nossa missão é garantir o direito de ir e vir com segurança, e aqui mostramos que quando Prefeitura, Estado e comunidade se unem, os resultados chegam mais rápido”, destacou.

Prefeito Tião Bocalom, governadora em exercício, Mailza Assis, e a presidente do Deracre, Sula Ximenes. Foto: Neto Lucena/Secom

Moradores comemoram obram

Moradora da estrada do Quixadá há sete anos, Rosenilda Borges relatou o alívio de ver o início das obras. “Foram anos de espera e sofrimento, principalmente no período das chuvas, quando a estrada ficava quase intransitável e aumentava o risco de acidentes. Hoje estou feliz porque vejo que, dessa vez, a melhoria vai sair do papel e vai transformar a nossa vida”, afirmou.

Para o presidente da Associação do Quixadá, Antonino Torres Cabreiro, a obra representa a realização de um sonho. “Foram anos de espera e hoje vemos o início dessa transformação, que trará mais dignidade e segurança para todos nós”, afirmou.

A recuperação da Estrada do Quixadá é considerada estratégica por atender uma das áreas mais produtivas de Rio Branco, responsável pelo fornecimento de hortaliças e outros produtos agrícolas para a capital. A ação garante não apenas a trafegabilidade, mas também a integração entre campo e cidade, fortalecendo a economia local e assegurando direitos básicos como o acesso à educação e saúde.

Presidente da Associação de Moradores do Quixadá, Antonino Torres disse que a obra é a realização de um sonho. Foto: Neto Lucena/Secom

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Presidente de Cuba reconhece “mal-estar” social, mas denuncia atos de vandalismo em protestos

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A sede do Partido Comunista foi atacada por manifestantes que protestavam contra os apagões e a escassez de alimentos

Os protestos ocorrem em um momento em que o país enfrenta uma grave crise econômica, agravada pela abrupta suspensão das exportações de petróleo da Venezuela Foto : CUBA TV / AFP

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reconheceu neste sábado, 14, o “mal-estar” social causado pelos apagões e pela escassez de alimentos que assolam a ilha, mas denunciou os atos de vandalismo cometidos durante os recentes protestos e garantiu que não haverá impunidade para a violência.

“O mal-estar causado pelos prolongados apagões é compreensível entre o nosso povo”, mas “o que nunca será compreensível, justificado ou aceitável é a violência”, escreveu o presidente em sua conta no X, após várias pessoas invadirem a sede do Partido Comunista no município de Morón, a cerca de 460 quilômetros de Havana, durante a madrugada.

“Não haverá impunidade para o vandalismo e a violência”, afirmou Díaz-Canel.

Ataque a sede do Partido Comunista

A sede do Partido Comunista, o único partido autorizado em Cuba, foi atacada à meia-noite deste sábado por manifestantes que protestavam contra os prolongados apagões e a escassez de alimentos, um evento incomum em meio à crescente insatisfação social na ilha.

Os protestos ocorrem em um momento em que o país, de 9,6 milhões de habitantes, enfrenta uma grave crise econômica, agravada pela abrupta suspensão, em janeiro, das exportações de petróleo da Venezuela, após a queda de Nicolás Maduro em uma intervenção militar dos Estados Unidos, e pelo embargo de petróleo imposto por Washington.

Os eventos aconteceram no município de Morón, na província de Ciego de Ávila (centro de Cuba), a 460 quilômetros de Havana.

O “Invasor”, um dos veículos de comunicação estatais, noticiou que cinco pessoas foram presas em decorrência desses “atos de vandalismo”.

“O que começou pacificamente, e após uma troca com as autoridades locais, degenerou em atos de vandalismo contra a sede do Comitê Municipal do Partido, onde um pequeno grupo de pessoas apedrejou a entrada do prédio e ateou fogo na rua usando móveis da recepção”, relatou o jornal.

O “Invasor” publicou uma foto de uma cerimônia pró-governo na sede atacada, liderada por dirigentes do Partido Comunista em Morón e descrita como “um ato de reafirmação revolucionária”.

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“Muitas pessoas”

Dois moradores de Morón, que falaram à AFP por telefone sob condição de anonimato, disseram que o protesto foi massivo. “Havia muitas pessoas, elas realmente não aguentam mais”, disse um dos entrevistados, que explicou que eles têm apenas uma hora e meia de eletricidade por dia entre os apagões.

Ele acrescentou que, neste município, com aproximadamente 70 mil habitantes, “todos os hotéis, a principal fonte de emprego, permanecem fechados devido à crise de combustíveis e à queda no turismo”.

O governo cubano anunciou um pacote de medidas emergenciais que inclui o fechamento temporário de alguns hotéis e a realocação de turistas em poucas instalações.

“Uma das situações que está tendo um grande impacto é o número de pessoas que perderam seus empregos e estão praticamente sem renda”, comentou a fonte.

Vídeos que circulam nas redes sociais registraram pessoas protestando, um ataque a um prédio do governo e a queima de propriedades na rua.

Em outras imagens, também é possível ouvir gritos de “liberdade” e o som de panelas batendo.

Fonte: Correio do Povo

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Manifestantes invadem sede do Partido Comunista após apagões em Cuba. Vídeo

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Reprodução/ T13

Um grupo de pessoas invadiu e ateou fogo em uma sede do Partido Comunista de Cuba na madrugada deste sábado (14/3), durante um protesto contra apagões e falta de acesso a alimentos na cidade de Morón, localizada no centro do país. Cinco pessoas foram presas.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram móveis sendo retirados do prédio e queimados na rua. O edifício também foi depredado. Através da mídia estatal, o governo cubano afirmou que seu Ministério do Interior abriu uma investigação sobre o caso.

Os protestos começaram após uma sequência de cortes de energia que têm afetado todo o país. Moradores relatam horas e dias inteiros sem eletricidade, em meio à escassez de alimentos, medicamentos e combustível. Cuba, que vive sob sanções econômicas norte-americanas há 64 anos, enfrenta uma crise agravada pela suspensão do fornecimento de petróleo pela Venezuela, após intervenção militar dos Estados Unidos e a queda de Nicolás Maduro, ocorridas em janeiro.

O presidente Miguel Díaz-Canel tenta espaço para negociar com os EUA. No início do mês, ele afirmou que Cuba está disposta a dialogar sem “precondicionamentos”.

Em entrevista a CNN norte-americana, Donald Trump afirmou que tem observado a situação. “Eles querem muito fechar um acordo, então vou colocar o Marco [Rubio] lá e veremos como isso funciona. Estamos realmente focados nisso agora. Temos bastante tempo, mas Cuba está pronta — depois de 50 anos”, disse.

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Bolsonaro está com o rim sobrecarregado e segue na UTI, diz Flávio

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Flávio Bolsonaro

O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL) visitou o pai, Jair Bolsonaro, no Hospital DF Star, na noite deste sábado (14/3). Em entrevista na saída da unidade médica, disse que o ex-presidente apresentou piora no quadro de saúde.

“Os médicos me informaram ali que além da questão do pulmão também de ontem para Hoje foi o rim que também foi afetado, né, sobrecarregado aí com em função da reação do corpo dele”, disse o senador.

Mais cedo, o hospital emitiu boletim médico informando uma piora na função renal e aumento dos indicadores inflamatórios de Jair Bolsonaro, apesar do quadro estar “estável clinicamente”. Ele continua na UTI tratando uma broncopneumonia bilateral grave e sem previsão de alta.

Segundo Flávio, a sobrecarga no rim é em decorrência da quantidade de líquido no pulmão. “É uma sobrecarga  sobrecarga do em função do pulmão dele ainda tá com bastante líquido, tá? Eles me disseram mais uma vez ali, mostraram até uma imagem do pulmão dele bastante comprometido em função do do líquido, né, que foi broncoaspirado”, explicou.

O senador afirma que não é a primeira vez que o pai enfrenta esse problema. “Tem que filtrar o sangue que tá com tá com contaminações ali vindo do pulmão, por isso que eu entendi. Então, mas assim, mais uma vez disseram para não preocupar, mas que era um uma coisa para ficar em observação ali para acompanhar melhora daqui pra frente”, disse.

De acordo com informações antecipadas pela equipe médica, Bolsonaro apresentou febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios enquanto estava detido na Papudinha, em Brasília.

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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