Cotidiano
Mailza destina R$ 1 milhão para reforma da Casai e ministro assina ordem de serviço
Orçada em R$ 2,1 milhões, contrapartida será do Ministério da Saúde com recurso para assistência aos povos indígenas
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou nesta segunda-feira (31) no Acre, a ordem de serviço para reforma e ampliação da Casa de Saúde Indígena do Acre (CASAI). O valor total da obra é 2.127.126 (dois milhões e cento e vinte e sete mil), sendo R$ 1 milhão emenda da senadora Mailza (Progressistas-AC). Fica a cargo do Ministério da Saúde a contrapartida de R$ 2,1 milhões.
“O investimento é uma demonstração do meu compromisso com a promoção e recuperação da saúde dos povos indígenas do nosso Estado e uma grande conquista para melhorar o atendimento com mais conforto para quem vem das aldeias de toda região do Acre a tratamento de saúde”, destacou.
O atendimento da Casai é de 80 a 100 pacientes por mês. Ela é referência para 127 aldeias indígenas e também para as aldeias de jurisprudência do DSEI Alto Rio Juruá. São disponibilizados serviços de enfermagem, nutrição, fisioterapia e assistente social.
Em 2020, Mailza esteve na Casai acompanhada da chefe e administradora da casa, Aparecida Thomaz e gestores pra conhecer as condições de funcionamento da unidade e ouvir reivindicações para melhoria do espaço e fortalecimento da saúde indígena.
Já em 2021, a senadora se reuniu em Brasília com o secretário especial de Saúde Indígena, Robson Santos. O governador Gladson Cameli também esteve presente. O secretário apresentou as ações da Sesai no Acre e destacou a importância do envio da emenda de R$ 1 milhão para reforma.
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Cotidiano
Suspeito de esfaquear ex-companheira com 16 golpes segue foragido em Sena Madureira
Crime é investigado como tentativa de feminicídio; vítima sobreviveu e está em recuperação
O homem identificado como José do Morro é apontado como principal suspeito de esfaquear a ex-companheira, Ocileide Alípio Coutinho, de 40 anos, em um crime registrado nesta quarta-feira (18), em Sena Madureira, no interior do estado. Até o momento, ele não foi localizado e continua foragido.
De acordo com as informações apuradas, a vítima foi atingida com ao menos 16 perfurações durante o ataque. Após a agressão, Ocileide foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde recebeu atendimento médico. Apesar da gravidade dos ferimentos, ela sobreviveu e permanece em recuperação.
Horas depois do crime, o suspeito publicou uma mensagem em tom de despedida no status do WhatsApp. No texto, afirmou estar vivendo “o pior dia” de sua vida, declarou ter cometido um erro e disse não saber se voltará a ser visto. A publicação rapidamente circulou entre familiares e conhecidos, ganhando repercussão nas redes sociais.
O caso é tratado como tentativa de feminicídio e mobiliza as forças de segurança do município, que seguem em buscas para localizar o suspeito. A polícia pede que qualquer informação que possa contribuir para a captura seja repassada de forma anônima às autoridades.
As investigações continuam.
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Banco é condenado após ‘rapar’ todo o salário de homem por dívidas

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de um banco que reteve o salário integral de um trabalhador no momento em que o dinheiro caiu na conta. Para a Primeira Câmara de Direito Privado da corte, houve falha na prestação do serviço bancário.
O valor retido foi utilizado pelo banco para quitar parcelas de contratos, sem que houvesse comprovação de autorização específica do cliente para o desconto direto na conta.
Para a corte, mesmo existindo a dívida, a instituição não pode se apropriar do salário do consumidor de forma automática. No entendimento dos magistrados, a instituição bancária deve buscar meios legais adequados para a cobrança, sem comprometer recursos destinados para despesas básicas do cliente.
O banco terá que devolver o valor “rapado” da conta.
Segundo o colegiado, não ficou comprovada autorização específica para que o banco realizasse débitos diretamente sobre o saldo da conta em que a cliente recebe seus vencimentos.
Para a Câmara, a retenção total do salário ultrapassa mero aborrecimento e configura dano moral, pois afeta diretamente a dignidade da pessoa e o chamado mínimo existencial.
O banco terá que pagar uma indenização para o consumidor, além de arcar sozinho com as custas e honorários dos advogados.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Philippe Coutinho anuncia saída do Vasco e cita saúde mental após críticas da torcida
Meia afirma estar “muito cansado”, nega desrespeito ao clube e recebe apoio de Neymar e outros jogadores




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