Cotidiano
Libertadores: Athletico busca empate, elimina Palmeiras e vai à final
Furacão faz valer vantagem do 1º jogo e volta à decisão após 17 anos
Após 17 anos, o Athletico-PR está de volta à final da Libertadores. Nesta terça-feira (6), o Furacão empatou por 2 a 2 com o Palmeiras no Allianz Parque, em São Paulo, no segundo jogo da semifinal. A equipe rubro-negra fez valer a vantagem conquistada na partida de ida, há uma semana, na Arena da Baixada, em Curitiba, onde venceu por 1 a 0.
🇧🇷⚽🇧🇷 Furacão rumo ao Equador! O @AthleticoPR empatou em 2-2 com o atual bicampeão @Palmeiras e volta a uma final de CONMEBOL #Libertadores após 1️⃣7️⃣ anos!
🏆 #Flamengo ou #Velez será o rival rubro-negro em busca da #GloriaEterna! pic.twitter.com/Ro6prCJEJB
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) September 7, 2022
Em 29 de outubro, no estádio Monumental de Guayaquil (Equador), os paranaenses terão nova chance de buscar o título continental, que esteve perto em 2005. Na ocasião, o Athletico perdeu a decisão para o São Paulo. Na partida de ida, empate por 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre (na época, a Arena da Baixada não atendia à exigência mínima de 40 mil lugares). Na volta, o Tricolor goleou por 4 a 0 no Morumbi, na capital paulista.
O Athletico frustrou o sonho palmeirense de repetir o São Paulo de Telê Santana, último clube a chegar a três decisões seguidas do torneio sul-americano, entre 1992 e 1994. Pode, ainda, tornar-se o primeiro campeão inédito desde o Atlético Nacional (Colômbia), em 2016, além de o 11º time brasileiro a levantar a taça mais importante do continente.
O adversário sairá do confronto entre Flamengo e Vélez Sarsfield, que fazem o segundo jogo nesta quarta-feira (7), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro. O Rubro-Negro goleou por 4 a 0 na partida de ida, no estádio José Amalfitani, em Buenos Aires (Argentina). Se os cariocas passarem, reeditarão um duelo que, há alguns dias, decidiu vaga na semifinal da Copa do Brasil.
As equipes foram a campo nesta terça com novidades em relação à partida de ida. No Palmeiras, Bruno Tabata foi o escolhido do técnico Abel Ferreira para o lugar de Raphael Veiga, que trata uma entorse no tornozelo direito. O também meia Gustavo Scarpa, por sua vez, ficou na vaga do atacante José López, recolocando Rony no comando ofensivo. Do lado do Athletico, Luiz Felipe Scolari escalou o volante Erick na vaga de Hugo Moura, expulso na Arena da Baixada. Com Felipão suspenso, o Furacão foi dirigido pelo auxiliar Paulo Turra.
⭐️🌪️ É o histórico #Furacão!
❤️🖤 Após 1⃣7⃣ anos, o @AthleticoPR está de novo na final da CONMEBOL #Libertadores. O bicampeão da @SudamericanaBR vai pelo sonho da inédita #GloriaEterna em Guayaquil. pic.twitter.com/DKNeKnYETQ
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) September 7, 2022
Coube às duas novidades alviverdes iniciar e concluir a jogada que abriu o placar. Aos três minutos, Bruno Tabata desarmou o atacante Agustín Cannobio e lançou o também meia Zé Rafael, que avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. O zagueiro Pedro Henrique não conseguiu cortar e a bola sobrou para Gustavo Scarpa mandar para as redes. Refeito do baque precoce, o Athletico tentou sair mais para o jogo, mas esbarrou na atuação fraca do setor de meio-campo, que cedeu espaços para contra-ataques alviverdes, com Scarpa e os atacantes Dudu e Rony abusando da velocidade.
Apesar de ter menos espaços que no jogo de ida, o atacante Vitor Roque era o principal nome do Furacão e foi responsável pelos dois cartões recebidos pelo time da casa. Primeiro, um amarelo ao volante Gabriel Menino, aos 39 minutos. Depois, aos 45, um vermelho direto, com a participação do árbitro de vídeo (VAR), mostrado ao zagueiro Murilo. A expulsão revoltou os palmeirenses, que reclamaram de o mesmo critério supostamente não ter sido adotado em uma cotovelada de Alex Santana em Rony, aos 26 minutos. O volante levou amarelo.
Mesmo com um a menos, o Palmeiras chegou ao segundo gol no retorno do intervalo. Aos nove minutos, o lateral Marcos Rocha cobrou lateral na área pela direita, pertinho da linha de fundo, na cabeça do zagueiro Gustavo Gómez, que superou Fernandinho pelo alto e cabeceou por cima de Bento. O volante não demorou a se redimir. Saiu dos pés dele o lançamento, aos 18 minutos, para Vitinho, na área, pela esquerda. Ele cruzou, Vitor Roque ajeitou e o também atacante Pablo (que tinha acabado de entrar, no lugar de Erick) descontou.
Empurrado pela torcida, o Verdão não recuou e manteve o jogo equilibrado, apesar da desvantagem numérica. O Athletico subiu as linhas e passou a rondar mais a área palmeirense, ainda que com pouco espaço para finalizar. Quando encontrou a brecha, chegou ao empate. Aos 39 minutos, o meia David Terans, outro a sair do banco, recebeu de Pablo próximo à entrada da área e chutou. A bola desviou no lateral Joaquín Piquerez, enganando Weverton e silenciando a maioria dos 40 mil torcedores presentes no Allianz. Gol e classificação histórica rubro-negra.
🌪️🥳 Solta o grito, @AthleticoPR! Terans, o herói da classificação à final da CONMEBOL #Libertadores. Furacão rumo a Guayaquil!#GloriaEterna pic.twitter.com/sVp87hqyXU
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) September 7, 2022
Após 17 anos, o Athletico-PR está de volta à final da Libertadores. Nesta terça-feira (6), o Furacão empatou por 2 a 2 com o Palmeiras no Allianz Parque, em São Paulo, no segundo jogo da semifinal. A equipe rubro-negra fez valer a vantagem conquistada na partida de ida, há uma semana, na Arena da Baixada, em Curitiba, onde venceu por 1 a 0.
Em 29 de outubro, no estádio Monumental de Guayaquil (Equador), os paranaenses terão nova chance de buscar o título continental, que esteve perto em 2005. Na ocasião, o Athletico perdeu a decisão para o São Paulo. Na partida de ida, empate por 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre (na época, a Arena da Baixada não atendia à exigência mínima de 40 mil lugares). Na volta, o Tricolor goleou por 4 a 0 no Morumbi, na capital paulista.
O Athletico frustrou o sonho palmeirense de repetir o São Paulo de Telê Santana, último clube a chegar a três decisões seguidas do torneio sul-americano, entre 1992 e 1994. Pode, ainda, tornar-se o primeiro campeão inédito desde o Atlético Nacional (Colômbia), em 2016, além de o 11º time brasileiro a levantar a taça mais importante do continente.
O adversário sairá do confronto entre Flamengo e Vélez Sarsfield, que fazem o segundo jogo nesta quarta-feira (7), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro. O Rubro-Negro goleou por 4 a 0 na partida de ida, no estádio José Amalfitani, em Buenos Aires (Argentina). Se os cariocas passarem, reeditarão um duelo que, há alguns dias, decidiu vaga na semifinal da Copa do Brasil.
As equipes foram a campo nesta terça com novidades em relação à partida de ida. No Palmeiras, Bruno Tabata foi o escolhido do técnico Abel Ferreira para o lugar de Raphael Veiga, que trata uma entorse no tornozelo direito. O também meia Gustavo Scarpa, por sua vez, ficou na vaga do atacante José López, recolocando Rony no comando ofensivo. Do lado do Athletico, Luiz Felipe Scolari escalou o volante Erick na vaga de Hugo Moura, expulso na Arena da Baixada. Com Felipão suspenso, o Furacão foi dirigido pelo auxiliar Paulo Turra.
Coube às duas novidades alviverdes iniciar e concluir a jogada que abriu o placar. Aos três minutos, Bruno Tabata desarmou o atacante Agustín Cannobio e lançou o também meia Zé Rafael, que avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. O zagueiro Pedro Henrique não conseguiu cortar e a bola sobrou para Gustavo Scarpa mandar para as redes. Refeito do baque precoce, o Athletico tentou sair mais para o jogo, mas esbarrou na atuação fraca do setor de meio-campo, que cedeu espaços para contra-ataques alviverdes, com Scarpa e os atacantes Dudu e Rony abusando da velocidade.
Apesar de ter menos espaços que no jogo de ida, o atacante Vitor Roque era o principal nome do Furacão e foi responsável pelos dois cartões recebidos pelo time da casa. Primeiro, um amarelo ao volante Gabriel Menino, aos 39 minutos. Depois, aos 45, um vermelho direto, com a participação do árbitro de vídeo (VAR), mostrado ao zagueiro Murilo. A expulsão revoltou os palmeirenses, que reclamaram de o mesmo critério supostamente não ter sido adotado em uma cotovelada de Alex Santana em Rony, aos 26 minutos. O volante levou amarelo.
Mesmo com um a menos, o Palmeiras chegou ao segundo gol no retorno do intervalo. Aos nove minutos, o lateral Marcos Rocha cobrou lateral na área pela direita, pertinho da linha de fundo, na cabeça do zagueiro Gustavo Gómez, que superou Fernandinho pelo alto e cabeceou por cima de Bento. O volante não demorou a se redimir. Saiu dos pés dele o lançamento, aos 18 minutos, para Vitinho, na área, pela esquerda. Ele cruzou, Vitor Roque ajeitou e o também atacante Pablo (que tinha acabado de entrar, no lugar de Erick) descontou.
Empurrado pela torcida, o Verdão não recuou e manteve o jogo equilibrado, apesar da desvantagem numérica. O Athletico subiu as linhas e passou a rondar mais a área palmeirense, ainda que com pouco espaço para finalizar. Quando encontrou a brecha, chegou ao empate. Aos 39 minutos, o meia David Terans, outro a sair do banco, recebeu de Pablo próximo à entrada da área e chutou. A bola desviou no lateral Joaquín Piquerez, enganando Weverton e silenciando a maioria dos 40 mil torcedores presentes no Allianz. Gol e classificação histórica rubro-negra.
O foco das equipes volta a ser o Campeonato Brasileiro. Neste sábado (10), às 21h (horário de Brasília), o Palmeiras, líder, pega o lanterna Juventude no Allianz Parque. No domingo (11), às 11h, o Athletico, sexto colocado, mede forças com o Avaí na Ressacada, em Florianópolis. Os duelos valem pela 26ª rodada.
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Cotidiano
Incêndio destrói casa e atinge outras duas no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco
Fogo consumiu residência de madeira e alvenaria; bombeiros usaram mais de 9 mil litros de água. Ninguém ficou ferido

A casa de madeira e alvenaria, destruída pelas chamas, estava trancada e sem ninguém dentro. Foto: captada
Um incêndio de grandes proporções destruiu uma casa e atingiu parcialmente outras duas na Travessa Santa Bárbara, no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco, na noite desta sexta-feira (16). O Corpo de Bombeiros confirmou que não houve feridos. A casa completamente consumida pelas chamas estava trancada e desocupada no momento do incidente.
Os bombeiros utilizaram mais de nove mil litros de água no combate às chamas, que já haviam tomado a primeira residência quando as equipes chegaram. Em uma das casas vizinhas, o fogo atingiu a lateral e o forro de PVC de um quarto, que precisou ser aberto à força. Em outra, as chamas danificaram o telhado e duas caixas d’água. Após 30 minutos de trabalho, o fogo foi controlado. As causas do incêndio ainda serão apuradas.
Segundo incêndio na semana
Uma casa foi atingida por um incêndio na manhã de quarta-feira (14) após um vazamento de gás durante a troca de um botijão Comunidade Panorama, em Rio Branco.
O comerciante Jairo Aguiar, proprietário da residência, contou que era ele quem manuseava o botijão de gás que causou a explosão e chegou a ser atingido no rosto, mas sem causar ferimentos graves. Ele e o pai estavam em casa.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Acre, só havia moradores nas casas atingidas parcialmente e ninguém ficou ferido. Foto: captada
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Cotidiano
Apoio de vice de Rio Branco a Bocalom deve criar atrito no PP acreano
Mesmo filiado ao partido de Mailza, Alysson Bestene deve pedir afastamento durante campanha para evitar conflitos e defender “lealdade” ao atual prefeito

Alysson Bestene, aliado de Gladson Cameli e filiado ao partido de Mailza Gomes, deve pedir afastamento temporário para fazer campanha ao prefeito. Foto: captada
Com Luciano Tavares
O vice-prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene (PP), prepara-se para apoiar a pré-candidatura do prefeito Tião Bocalom (PL) ao governo do Acre, mesmo sendo filiado ao PP da senadora Mailza Gomes e amigo conselheiro partidário Gladson Cameli (PP).
Para evitar ser acusado de infidelidade partidária, a alternativa deve ser um pedido de afastamento das atividades no partido durante os 45 dias do período eleitoral, quando poderá fazer campanha e votar em Bocalom.
Segundo aliados, Bestene não vê a decisão como um problema, mas como uma posição coerente com seu cargo na prefeitura e um “ato de lealdade”. Bocalom deve oficializar sua pré-candidatura na segunda-feira, dia 19, em coletiva na Associação Comercial do Acre (Acisa).
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Cotidiano
Acre tem mais mortes no trânsito do que homicídios em 2025, mas registra queda de 12,1% nas vítimas de acidentes
Dados do Detran mostram queda de 12% nos acidentes fatais, mesmo com aumento da frota; taxa de mortalidade cai para 2,05 a cada 10 mil veículos

Mortes no trânsito superam homicídios no Acre em 2025, com 80 óbitos nas vias contra 62 assassinatos. Foto: captada
O Acre registrou, em 2025, um cenário atípico na segurança pública: o número de mortes no trânsito (80) superou o total de homicídios (62) no estado. Apesar disso, os óbitos por sinistros caíram 12,1% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 91 vítimas. O total de acidentes também recuou, passando de 4.410 em 2024 para 4.116 até novembro de 2025.
Os dados, consolidados pelo Detran/AC e divulgados em janeiro de 2026, mostram que a redução ocorreu mesmo com o crescimento da frota, que chegou a 385.341 veículos — sendo 229.472 em Rio Branco e 133.822 no interior. A taxa de mortalidade no trânsito caiu de 2,49 para 2,05 mortes por 10 mil veículos.
O Detran atribui o resultado a políticas preventivas como o Maio Amarelo, campanhas educativas e operações integradas com a Polícia Militar, com foco no combate à alcoolemia, uso de equipamentos de segurança e respeito às normas viárias.
Comparativo com 2024:
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Mortes no trânsito: 80 (2025) contra 91 (2024) → queda de 12,1%
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Acidentes totais (jan–nov): 4.116 (2025) contra 4.410 (2024) → redução de 6,7%
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Frota veicular: cresceu para 385.341 veículos (2025), com Rio Branco concentrando 229.472
Taxa de mortalidade:
A relação entre óbitos e frota caiu de 2,49 mortes por 10 mil veículos (2024) para 2,05 (2025), indicando maior segurança viária relativa.
Fatores para a redução:
Segundo o Detran, o resultado reflete:
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Campanhas educativas como o Maio Amarelo;
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Operações integradas de fiscalização com a Polícia Militar;
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Foco no combate à associação de álcool e direção, uso de capacetes/cintos e respeito aos limites de velocidade.
A inversão na liderança das causas violentas de morte – com o trânsito matando mais que o crime intencional – segue tendência já observada em estados com baixas taxas de homicídio, como Santa Catarina e São Paulo.
O Detran deve ampliar em 2026 as blitzes em rodovias estaduais e as ações em escolas para conscientização de jovens condutores.
A queda nas mortes no trânsito ocorreu apesar do crescimento da frota, o que sugere que as políticas preventivas têm sido mais eficazes que o simples aumento da quantidade de veículos em circulação.

Segundo o Detran/AC, o resultado é reflexo direto da intensificação de políticas preventivas, como campanhas educativas — a exemplo do Maio Amarelo — e de operações integradas de fiscalização realizadas em parceria com a Polícia Militar.


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