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Julgamento por feminicídio de gerente comercial é marcado para março de 2026 em Rio Branco

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Réu é acusado de matar a ex-mulher a facadas diante da filha de 7 anos; crime ocorreu em novembro de 2024

O cartório da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar de Rio Branco marcou para o dia 9 de março de 2026 o julgamento, pelo Tribunal do Júri, do gerente comercial Jairton Ferreira Bezerra, de 45 anos. Ele é acusado de matar a facadas a ex-mulher, Paula Gomes da Costa, e responderá por feminicídio, com os agravantes de recurso que dificultou a defesa da vítima e pelo fato de o crime ter ocorrido na presença da filha do casal, de 7 anos.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Acre (MPAC), o crime aconteceu no dia 27 de novembro de 2024. Na ocasião, Paula caminhava pela estrada de Porto Acre, na região do bairro Alto Alegre, em Rio Branco, acompanhada do ex-sogro e da filha, quando foi surpreendida pela chegada de Jairton, de quem estava separada havia algum tempo.

Ainda segundo a acusação, o homem desceu do veículo, proferiu palavrões e, de forma inesperada, passou a golpear a vítima com uma faca. Paula foi atingida por mais de dez facadas, diante da filha e do pai do acusado, que ainda tentou intervir para evitar o crime. A vítima morreu no local, antes da chegada de socorro médico.

Após o assassinato, Jairton pegou a filha do casal e fugiu. Depois de deixá-la com parentes, ele desapareceu e permaneceu foragido por vários dias. Ao se apresentar na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), já havia contra ele um mandado de prisão preventiva. Após prestar depoimento, foi encaminhado ao presídio, onde permanece custodiado.

Denunciado pelo MPAC, o réu passou por audiência de instrução e julgamento em julho, quando foi pronunciado a responder perante o Tribunal do Júri pelo crime de feminicídio. A defesa chegou a apresentar recurso para desclassificar o crime para homicídio, com o objetivo de reduzir a pena, mas os desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram a decisão.

Em caso de condenação por feminicídio, a pena prevista em lei varia de 20 a 40 anos de reclusão.

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Hemoacre participa de encontro nacional que celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue

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Representantes do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre) participaram, na quinta-feira, 12 e sexta-feira, 13, em Brasília (DF), de um encontro nacional que marcou os 25 anos da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados e do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan). A reunião reuniu gestores da hemorrede pública brasileira para discutir avanços, desafios e estratégias voltadas à autossuficiência e à sustentabilidade dos serviços de hemoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).

O encontro contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Melo, além de representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e de entidades de pacientes, como a Federação Brasileira de Hemofilia e organizações ligadas à doença falciforme.

Encontro da Hemorrede Pública Nacional reuniu gestores de todo o país para debater os avanços da política nacional de sangue. Foto: Sesacre

Ao longo de dois dias de programação, diretores de hemocentros de todos os estados brasileiros participaram de debates sobre a organização da hemorrede, a qualificação das equipes e o fortalecimento das estratégias de captação de doadores voluntários. O encontro também promoveu a troca de experiências entre as unidades, reforçando o papel da integração nacional para ampliar o acesso seguro ao sangue e seus componentes em todo o país.

Para o gerente de Assistência do Hemoacre, Júnior Martins, as discussões contribuíram para aprimorar estratégias de gestão e mobilização de doadores, além de fortalecer o alinhamento entre os estados.

“O encontro reuniu gestores e profissionais de todo o Brasil para discutir diferentes eixos que estruturam o funcionamento dos hemocentros, desde a organização das equipes até as estratégias de captação de doadores. Um ponto central é reforçar a cultura da doação voluntária e altruísta, que é essencial para garantir segurança e sustentabilidade à hemorrede pública”, destacou.

Presidente do Hemoacre, Thereza Monteiro, e o gerente de assistência Júnior Martins representaram o Acre na reunião da Hemorrede Pública Nacional em Brasília. Foto: Sesacre

A gerente-geral do Hemoacre, médica hematologista Thereza Picado, ressaltou que a celebração dos 25 anos da política nacional representa um marco importante para a consolidação da hemoterapia no país.

“O momento permite refletir sobre a trajetória da política nacional do sangue e os avanços conquistados ao longo desses anos. Hoje temos uma rede pública estruturada, baseada na doação voluntária e no acesso universal aos componentes sanguíneos. Esse trabalho é fundamental para garantir assistência a diversos pacientes, como pessoas com hemofilia, doença falciforme, pacientes oncológicos e todos aqueles que dependem de transfusões para continuidade do tratamento”, afirmou.

Antes da implementação da política nacional, o acesso ao sangue no Brasil era marcado por desigualdades e, em alguns casos, pela comercialização do insumo. A estruturação da hemorrede pública brasileira consolidou a doação voluntária como princípio fundamental para garantir segurança transfusional e ampliar o acesso aos serviços de hemoterapia no SUS.






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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Investigado por execução na Cidade do Povo é preso pela Polícia Civil em Mato Grosso do Sul

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Um investigado por participação no homicídio de Antônio Marcelino Silva da Conceição, de 31 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira, 13, em Campo Grande, durante ação da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

Ação integrada entre polícias do Acre e MS resulta em prisão de investigado em Campo Grande. Foto: cedida

A vítima, conhecido como “Negão”, que era monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele foi morto a tiros dentro da própria residência após criminosos armados invadirem o imóvel localizado na região da Cidade do Povo, em Rio Branco.

As investigações apontam que a vítima retornava para casa acompanhada da esposa quando foi surpreendida pelos suspeitos, que já mantinham outras pessoas sob ameaça dentro da residência. Antônio Marcelino foi rendido e alvejado no tórax, não resistindo aos ferimentos e morrendo ainda no local. Após a execução, os autores fugiram.

Desde a ocorrência do crime, a equipe da DHPP intensificou as diligências para esclarecer a dinâmica do homicídio, identificar todos os envolvidos e localizar o paradeiro de um dos investigados, que havia deixado o estado do Acre. Com o avanço das investigações, informações estratégicas foram compartilhadas entre as forças policiais, o que possibilitou localizar e prender o suspeito na capital sul-mato-grossense.

“A atuação integrada entre unidades especializadas foi determinante para o sucesso da operação, evidenciando a importância da cooperação entre as polícias no enfrentamento aos crimes violentos letais intencionais, especialmente aqueles que podem ter ligação com organizações criminosas”, enfatizou o delegado responsável pelo caso e titular da DHPP/AC, Dr. Alcino Ferreira Júnior.

 

O preso foi encaminhado para os procedimentos legais cabíveis e permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Polícia do Choque prende suspeito e apreende cerca de 40 quilos de drogas em Rio Branco

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Entre os entorpecentes encontrados na residência estavam skunk, haxixe e ecstasy; material foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes

Um homem identificado como Thiago de Souza Oliveira foi preso na noite desta quinta-feira (12) suspeito de tráfico de drogas em uma residência localizada na Rua Rio Branco, no bairro Eldorado, na parte alta de Rio Branco.

De acordo com informações de policiais militares da Companhia de Choque, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a equipe realizava patrulhamento de rotina na região quando avistou o suspeito saindo pelo portão da casa carregando uma sacola. Ao perceber a aproximação da viatura, Thiago demonstrou nervosismo e permaneceu parado, atitude que levantou suspeita por parte dos militares.

Durante a abordagem, os policiais verificaram o conteúdo da sacola e encontraram entorpecentes. Em seguida, os militares solicitaram autorização para entrar na residência, o que foi permitido pelo suspeito. No interior do imóvel, foram localizadas mais drogas.

Ao todo, os policiais apreenderam 37 quilos de skunk, distribuídos em vários tijolos. Também foram encontrados 890 gramas de haxixe, substância cujo valor estimado pode chegar a cerca de R$ 3 mil a cada 100 gramas, geralmente consumida em festas e eventos. Além disso, os militares localizaram aproximadamente 1 quilo de ecstasy.

Segundo a polícia, cada comprimido de ecstasy pode ser comercializado por cerca de R$ 50, o que representa um prejuízo significativo para o tráfico de drogas.

Diante da situação, Thiago recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), juntamente com aproximadamente 40 quilos de entorpecentes apreendidos, onde foram adotados os procedimentos legais.

Já na unidade policial, foi constatado que o suspeito possui antecedentes criminais, incluindo registro de ocorrência com base na Lei Maria da Penha.

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