Brasil
Jovem brasileiro de 16 anos recebe prêmio internacional como uma das 100 crianças prodígio do mundo

Caio Temponi foi reconhecido na categoria “Inteligência e memória – QI” e representou o Brasil no Global Child Prodigy Awards, em Londres
MF Press Global
O jovem brasileiro Caio Temponi, de apenas 16 anos, recebeu no último dia 26 de junho, em Londres, o prêmio Global Child Prodigy Awards (GCP Awards), sendo reconhecido como um dos 100 prodígios mundiais de 2025 na categoria “Inteligência e memória – QI”.
O evento internacional homenageia talentos infantis e adolescentes que se destacam em diferentes áreas como ciência, música, esportes, artes, empreendedorismo e inteligência. Caio foi o único representante brasileiro premiado em sua categoria este ano.
Reconhecimento mundial
A premiação é considerada a principal do mundo dedicada a crianças e adolescentes com altas habilidades e talentos extraordinários. Os ganhadores passam a integrar o Global Child Prodigy Annual Book, publicação anual que reúne histórias inspiradoras e é distribuída internacionalmente.
“Foi emocionante e muito importante representar o Brasil em um evento com tantas mentes brilhantes reunidas. Isso me motiva ainda mais a seguir incentivando o protagonismo jovem e a valorização das altas habilidades”, afirmou Caio Temponi após receber o prêmio.
Um prodígio brasileiro
Caio Temponi ganhou destaque nacional ainda muito jovem quando, aos 12 anos, foi aprovado em primeiro lugar no vestibular da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), um dos mais concorridos do país. Com 13 anos, conquistou cinco aprovações em vestibulares, inclusive para os cursos de Medicina e Direito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), um feito inédito para alguém com sua idade.
Além das conquistas acadêmicas, Caio também atua como pesquisador, mentor de jovens talentos e palestrante, sempre promovendo a educação, a ciência e o desenvolvimento intelectual precoce com responsabilidade social.
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Brasil
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 41 milhões neste sábado

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
As seis dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 41 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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Brasil
Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Brasil
Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.


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