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Instituto de Pesos e Medidas segue com novas fiscalizações em postos de combustíveis no Acre
O Instituto de Pesos e Medidas no Acre (Ipem/AC), órgão responsável pelas ações do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), segue com os atos fiscalizatórios em postos de combustíveis que atuam nas cidades acreanas.
Nesta semana, os agentes fiscais da autarquia estão averiguando os revendedores dos municípios de Cruzeiro do Sul e Rio Branco. Na capital, especificamente na quarta-feira, 13, os técnicos do Ipem/AC estiveram em um posto situado nas proximidades da AABB para verificar possíveis irregularidades em uma das bombas de abastecimento de combustível aditivado, após relatados de internautas nas redes sociais.

Nesta semana, os agentes fiscais estão averiguando os revendedores de combustíveis em Cruzeiro do Sul e Rio Branco. Foto: Rosi Sabóia/Ipem
“Houve uma reclamação que o volume total de combustível colocado no veículo de determinado consumidor não correspondia com a quantidade cobrada pela bomba de abastecimento. Ciente do caso, uma equipe fiscalizatória foi ao local e detectou que a referida falha mecânica na bomba já havia sido solucionada pelo fornecedor”, informa o agente fiscal do Ipem/AC, Allyson Gomes.
O técnico esclarece que tais falhas mecânicas são passiveis de ocorrer, uma vez que estes equipamentos funcionam de modo constante. No entanto, caso seja confirmado algum erro de medição nas bombas, os fornecedores devem desativar o instrumento e realizar as devidas manutenções, por meio de uma empresa credenciada pelo Ipem. Após o conserto, o maquinário pode operar novamente.

Na capital, os técnicos do Ipem e Procon estiveram em um posto de combustível para verificar possíveis irregularidades em uma das bombas de abastecimento. Foto: Rosi Sabóia/Ipem
“Rotineiramente, as equipes de fiscalização do Ipem/AC averiguam todos os postos de gasolina que funcionam na capital. Mensalmente, cerca de 600 bombas de abastecimento passam pelas nossas avaliações, que seguem as regras determinadas pelo Inmetro. Quando os fiscais detectam alguma irregularidade, o posto é autuado e a bomba medidora é interditada. O fornecedor terá o prazo de 10 dias para apresentar a sua a defesa”, relata Gomes.
Durante as verificações, vários procedimentos são adotados pelos fiscais do Ipem/AC como, por exemplo, as inspeções visuais, onde são verificadas as inscrições obrigatórias, funcionamento, conservação, itens de segurança e selo do Inmetro em cada bomba. Em seguida, iniciam-se os ensaios propriamente ditos, nos quais os agentes da autarquia verificam se existe algum defeito ou adulteração que influi na quantidade de combustível entregue.

O Ipem/AC é órgão público responsável pelas fiscalizações do Inmetro no Acre. Foto: Rosi Sabóia/Ipem
“Com objetivo de coibir possíveis práticas que gerem prejuízos ao consumidores, esses atos fiscalizatórios ganharam o reforço dos servidores do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), por meio do projeto Rota da Qualidade, nas vistorias em estabelecimentos comercias, tanto na capital, quanto no interior, como exemplo, na semana passada, estivemos nas cidades de Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó e Tarauacá”, disse o técnico do Ipem.
Canais para denúncias
Qualquer dúvida, reclamação ou denúncia, o consumidor pode entrar em contato com o Ipem/AC pelos números telefônicos: 3229-6349 ou 0800-642-6557, de segunda à sexta, das 8 às 14 horas, ou pelo e-mail: [email protected] . A autarquia também possui um perfil no Instagram: @ipem_acre.
Já as demandas relacionadas aos direitos dos consumidores, como exemplo; propagandas enganosas, formas de pagamento, abusividades nos preços, entre outras situações, podem ser atendidas pelo telefone do Procon/AC: 3223-7000, que também é utilizado para o envio de mensagens por meio do WhatsApp, ou 151, de segunda a sexta-feira, das 8 às 13 horas.
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Trabalho investigativo da Polícia Civil resulta em pena de mais de 11 anos por tráfico e associação
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira, 17, oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher com as iniciais, J.R.S., de 31 anos à época dos fatos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.
No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico da PCAC, por meio da Delegacia-Geral, que atuou de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.
Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral, no enfrentamento ao tráfico.
Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.
Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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PM evita “tribunal do crime” em Marechal Thaumaturgo e resgata três vítimas mantidas em cárcere
Quatro suspeitos foram detidos; grupo pretendia julgar e punir vítimas por furto de celular; anotações apontam cobrança de dívidas do tráfico

Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos. Foto: captada
Uma ação rápida da Polícia Militar evitou o que poderia terminar em violência grave na tarde desta terça-feira (17), no município de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá. Quatro pessoas foram detidas suspeitas de participação em um chamado “tribunal do crime”, prática ilegal associada a facções criminosas.
Segundo informações repassadas pela PM, os agentes chegaram até o local após denúncia. Ao se aproximarem do imóvel, no bairro Poeirinha, houve uma tentativa de fuga em massa. Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos.
No interior da casa, três pessoas eram mantidas contra a própria vontade. Elas estavam sendo acusadas de envolvimento no furto de um telefone celular e aguardavam a decisão do grupo, que, conforme apurado, previa punições físicas como forma de “disciplina” .
Entre as vítimas, estava uma mulher que havia ido ao local na tentativa de proteger o irmão. Mesmo afirmando acreditar na inocência dele, ela chegou a se comprometer a arcar com o prejuízo do aparelho desaparecido para evitar agressões .
Suspeita confessa participação em facção
Durante a abordagem, uma das suspeitas assumiu participação na organização criminosa e relatou que teria recebido ordens para conduzir o “julgamento”. Ela também revelou atuar na cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas na região. Com ela, os policiais encontraram anotações que somavam mais de R$ 7 mil em débitos atribuídos a terceiros .
Dois adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Todos, juntamente com as vítimas, foram encaminhados à delegacia da cidade para os procedimentos legais .
Alerta da PM
O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar reforçou a importância da participação da população no combate ao crime, destacando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 190 .
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Polícia Civil prende mulher condenada a mais de 11 anos por tráfico de drogas e associação criminosa em Manoel Urbano
Investigação teve início em 2023 com denúncias anônimas; durante busca, foram apreendidas cocaína, crack, munições e carabina adulterada

A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição. Foto: captada
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira (17), oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher identificada pelas iniciais J.R.S., de 31 anos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.
As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.
Apreensões
No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico dos oficiais de polícia civil, que atuaram de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.
Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre no enfrentamento ao tráfico.
Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.
Pena
Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

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