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Acre

Instituto de Educação gasta quase R$ 1 milhão com locação de aviões no AC

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Diretora diz que aeronaves são usadas para eventos em municípios isolados.
Contrato é para locação de seis aviões com capacidade para até 14 pessoas.

G1

O Instituto Dom Moacyr renovou um contrato com uma empresa de serviços de intermediação de transporte aéreo no valor total de R$ 924.815,83. As informações são do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (7). A publicação diz ainda que a empresa fornecedora do serviço deve fazer o transporte de passageiros e cargas em trechos intermunicipal, interestadual e internacional.

Ao G1, a diretora-presidente do instituto, Maria Rita Paro de Lima, disse que a locação de veículos é usada para transporte de pessoal e material nos casos de certificações e formaturas em municípios de difícil acesso como Santa Rosa, Jordão, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.

“Inclusive, quando utilizamos o serviço desse contrato buscamos atender todos os quatro municípios de uma vez só. Da última vez, além de fazer certificações e formaturas nos quatro, também fomos até Cruzeiro do Sul. Por exemplo, na última quinta-feira [2] eu fiz uma formatura lá pela manhã e à noite em Cruzeiro do Sul, tudo para otimizar o tempo e o recurso”, afirma.

Na publicação do Diário, são listados dois monomotores com capacidade para seis passageiros, um dos aviões possui base em Rio Branco e outro em Cruzeiro do Sul e um monomotor com capacidade para nove pessoas e sede também na capital. Também ficam disponíveis dois bimotores com capacidade para seis pessoas e um bomotor, que pode levar até 14 passageiros e que possui origem de voo em Rio Branco.

“Quando há a necessidade de irmos até esses municípios é necessário o avião para cumprirmos a demanda. As aeronaves são usadas no sentindo de transportar as pessoas e materiais para serem usados no trabalho do instituto. Lembrando que isso é o valor de um contrato e não de um avião. Temos o contrato e locamos o veículo”, finaliza.

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Acre

Gladson diz não poder “impedir” candidatura de Bocalom ao governo do Acre e reafirma apoio a Mailza Assis

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Governador diz que não pode impedir possível candidatura do prefeito Tião Bocalom, mas defende “chapa forte” com a vice-governadora

Governador reafirma apoio à vice-governadora Mailza Assis para sucessão estadual e defende união da direita nas eleições de 2026. Foto: captada 

O governador Gladson Camelí (Progressistas) reafirmou seu apoio à candidatura da vice-governadora Mailza Assis (Progressistas) ao governo do Acre em 2026, em meio ao cenário político que envolve a possível disputa do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL). Em entrevista à imprensa acreana, Camelí também confirmou sua pré-candidatura ao Senado.

Camelí comentou a movimentação de Bocalom, que deve se afastar da prefeitura em fevereiro — e não em abril, como a maior parte dos gestores com intenção eleitoral. O governador afirmou que não pode interferir na decisão do prefeito, mas destacou que trabalha para montar “uma chapa forte” com Mailza como candidata ao Palácio Rio Branco.

“Eu não tenho como impedir Bocalom de ser candidato, mas tenho que montar minha chapa. O que posso afirmar é que sou pré-candidato ao Senado e que Mailza é, sem nenhuma dúvida, a minha candidata ao Governo, e pronto”, declarou Camelí.

O governador também defendeu a união da direita como caminho viável para a sucessão estadual. “A união da direita seria ideal, mas não posso impedir ninguém de ser candidato. É a democracia que defendo até o último minuto”, concluiu.

Em meio à movimentação política para as eleições do próximo ano, o governador destacou que, embora não possa interferir na decisão de Bocalom, segue trabalhando para formar uma “chapa forte” com Mailza. Ele também confirmou na entrevista sua própria pré-candidatura ao Senado.

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Acre

Comece o ano fazendo o seu plano de negócios

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Sebrae disponibiliza ferramenta gratuita e digital para apoiar a gestão

Para auxiliar os pequenos negócios a evoluírem no mercado, o Sebrae disponibiliza uma plataforma totalmente digital e gratuita, dedicada à criação de planos de negócios, o PNBOX. São 14 ferramentas para o empreendedor construir um plano completo ou usar como quiser em seu momento atual.

O plano de negócios é uma ferramenta de planejamento e gestão, contendo a ideia de negócio, objetivos e passos necessários para alcançá-los. Quando bem-feito, diminuem-se os riscos e as incertezas, permitindo que a empresa cresça com segurança e entendendo o mercado em que atua.

A plataforma PNBOX é online, permite a criação ilimitada de planos e permite que o usuário escolha quais ferramentas melhores atendem às suas demandas imediatas.

O ambiente virtual conta com videoaulas e tutoriais para o uso adequado de ferramentas novas como a matriz de segmentação, jornada do cliente, funil de vendas e vários recursos de análise financeira.

Conheça a plataforma em http://sebrae.com.br/pnbox, para mais informações entre em contato com o 0800 570 0800.

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Acre

Governo federal libera R$ 2,3 milhões ao Acre para combater praga que ameaça plantações de cacau

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Convênio com o Idaf visa conter a monilíase, doença considerada uma das mais graves para a cacauicultura na Amazônia; ações de vigilância e erradicação serão intensificadas

Doença é uma das principais ameaças à cacauicultura na Amazônia; recursos serão usados em vigilância, prevenção, contenção e ações emergenciais até abril de 2027. Foto: captada 

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) celebraram um convênio de R$ 2.331.839,15 para o enfrentamento da monilíase do cacau, doença considerada uma das maiores ameaças à cacauicultura na região amazônica. Do total, R$ 2.261.883,98 serão transferidos pela União, e o estado terá contrapartida de R$ 69.955,17.

O acordo, publicado no Diário Oficial da União, visa atender ações emergenciais de prevenção, vigilância, contenção e erradicação do fungo Moniliophthora roreri, causador da doença. Os recursos serão aplicados em despesas correntes e de capital, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.

O convênio foi assinado em 31 de dezembro de 2025 e terá vigência até 1º de abril de 2027. A medida reforça a atuação integrada entre os governos federal e estadual para conter a praga e preservar a cadeia produtiva do cacau no Acre.

Detalhes do convênio:
  • Valor total: R$ 2.331.839,15

  • Recursos federais: R$ 2.261.883,98 (97% do total)

  • Contrapartida do Idaf: R$ 69.955,17

  • Vigência: 31/12/2025 a 01/04/2027

Ações previstas:

Os recursos serão aplicados em vigilância fitossanitária, prevenção, contenção e erradicação da doença, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.

Contexto da praga:

A monilíase do cacau ainda não foi registrada no Brasil, mas já avança em países vizinhos como Peru e Colômbia. Se introduzida, pode destruir até 90% da produção de cacau e cupuaçu, afetando pequenos agricultores e a economia regional.

Medidas emergenciais:

O convênio permitirá ao Idaf:

  • Reforçar barreiras fitossanitárias nas fronteiras;

  • Realizar inspeções e coletas em propriedades rurais;

  • Capacitar técnicos e produtores para identificação precoce;

  • Adquirir equipamentos para diagnóstico e controle.

O Idaf deverá apresentar um plano operacional detalhando as ações por município. Enquanto isso, a fiscalização em portos, aeroportos e estradas será intensificada para evitar a entrada do fungo no território acreano.

A detecção precoce é considerada crucial: caso a praga entre no Brasil, o Acre seria uma das primeiras rotas de entrada, devido à sua fronteira com o Peru – país onde a doença já está presente.

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