Acre
Imprensa pública erra e diz que Nazareth Araújo é a primeira governadora a “revisar as tropas” militares
Do ac24horas.com
A assessoria de imprensa do Palácio Rio Branco cometeu mais uma gafe. Na manhã desta segunda-feira, 07 de setembro, uma matéria jornalística foi veiculada afirmando que a vice-governadora do Acre, Nazareth Araújo (PT), seria a primeira mulher governante a fazer a “revisão da tropa”, momento que o chefe do Executivo caminha e oberva os militares de perto.
Erroneamente, os assessores da governadora em exercício esqueceram que o Acre já teve uma governante mulher, a peemedebista Iolanda Fleming (PMDB), que chefiou o Palácio Rio Branco por 300 dias, após o então governador, Nabor Júnior (PMDB), abandonar o cargo e concorrer a umas das cadeiras do Senado Federal.
Frente ao maior cargo político do estado, Iolanda revisou tropas em eventos oficiais. Fleming foi a primeira mulher a comandar um estado brasileiro. Na época, vigorava o regime militar brasileiro, que iniciou em 1964 e se encerrou em 1985.
Na divulgação da assessoria governamental, dizia o seguinte: “Embora Nazareth não seja a primeira mulher a assumir o posto de governadora do Acre, vale ressaltar que durante o governo Iolanda Fleming, primeira mulher a governar um estado, não existiam no Acre desfiles em comemoração ao 7 de setembro”, veiculou a Agencia de Notícias do Acre.
Maria Gomes, de 56 anos, achou estranha a informação repassada pelo governo. Através das redes sociais, ela leu o informe público. Segundo ela “na década de 80 tinham sim desfiles, tanto que a gente vivia a ditadura e isso era algo básico, tinha que ter. Naquela época as pessoas iam mesmo às ruas para assistir os desfiles. Hoje, o governo faz no início do dia, todo mundo sabe que é feriado. Aí as pessoas nem participam mais como antes. Eles estão enganados se pensam que a Nazareth é a primeira mulher a revisar os militares”, criticou a acreana.
Cerca de duas horas após a publicação do texto, a Assessoria do governo retificou a matéria e disse que seria a primeira vez que uma mulher revisaria a tropa “depois da promulgação da Constituição e da redemocratização do país”, fazendo, ainda, referencia ao último regime militar (1964-1985) pelo qual passou o Brasil.
INDEPENDÊNCIA
O desfile cívico de Rio Branco marcou os 193 anos da Independência do Brasil. O ato aconteceu na Avenida Amadeo Barbosa, que fica no 2º Distrito de Rio Branco. Nazareth Araújo, que na ausência do titular Sebastião Viana (PT), comanda o Estado desde a terça-feira, 1º de setembro, além de revisar a tropa, desfilou numa caminhonete do Exercito Brasileiro. Após a passagem pela pista, acompanhou todas as apresentações da arquibancada governamental onde estavam secretários e assessores do governo.
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Avisos variam entre perigo potencial e perigo, com previsão de ventos de até 100 km/h e risco de transtornos em diversas regiões do estado

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IR: Receita abre consulta sobre novo lote residual de restituições

A Receita Federal abriu, nesta sexta-feira (20/2), a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) referente a fevereiro de 2026.
Ao todo, estão neste lote 204.824 restituições. Elas se referem a contribuintes prioritários e não prioritários, com o valor total de R$ 578.974.901,07.
O valor estará disponível no dia 27 de fevereiro. Do total, R$ 337.697.578,81 serão destinados a:
- contribuintes com prioridade legal, que são idosos acima de 80 anos (6.632 restituições);
- idosos entre 60 e 79 anos (39.290 restituições);
- pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave (3.264 restituições); e
- contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (10.735 restituições).
Também há no lote residual 127.585 restituições que são destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal. Esse grupo faz jus à prioridade por ter utilizado a Declaração Pré-Preenchida e/ou optado por receber via Pix.
Também integram o lote residual 17.318 restituições destinadas a contribuintes que não são prioritários.
Onde consultar:
Acessar www.gov.br/receitafederal, clicar em “Meu Imposto de Renda” e depois em “consultar minha restituição”.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acre
IBGE: desemprego recua em 6 estados no 4º trimestre de 2025

As taxas anuais de desemprego recuaram no quarto trimestre de 2025 em seis estados, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (20/2).
Os recuos foram verificados nos seguintes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal, Paraíba e Ceará. Nas outras unidades da Federação (UFs), houve estabilidade, conforme o IBGE.
As maiores taxas de desocupação foram verificadas em Pernambuco (8,8%), Amapá (8,4%), Alagoas (8,0%), Bahia (8,0%) e Piauí (8,0%). Por outro lado, as menores foram apuradas em Santa Catarina (2,2%), Espírito Santo (2,4%), Mato Grosso do Sul (2,4%) e Mato Grosso (2,4%).
Recorde
Os dados do IBGE também revelaram que as taxas anuais de desemprego de 20 unidades da Federação (UFs) em 2025 são as menores da série histórica.
Veja a relação das taxas anuais de desocupação em 2025:
- Mato Grosso (2,2%)
- Santa Catarina (2,3%)
- Mato Grosso do Sul (3,0%)
- Rondônia (3,3%)
- Espírito Santo (3,3%)
- Paraná (3,6%)
- Rio Grande do Sul (4,0%)
- Minas Gerais (4,6%)
- Goiás (4,6%)
- Tocantins (4,7%)
- São Paulo (5,0%)
- Roraima (5,1%)
- Paraíba (6,0%)
- Ceará (6,5%)
- Acre (6,6%)
- Pará (6,8%)
- Maranhão (6,8%)
- Distrito Federal (7,5%)
- Rio de Janeiro (7,6%)
- Amapá (7,9%)
- Sergipe (7,9%)
- Rio Grande do Norte (8,1%)
- Alagoas (8,3%)
- Amazonas (8,4%)
- Pernambuco (8,7%)
- Bahia (8,7%)
- Piauí (9,3%)
Escolaridade e sexo
A taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,1%) para brancos (4,0%) e acima para os pretos (6,1%) e pardos (5,9%). Em relação ao sexo, o índice foi de 4,2% para os homens e 6,2% para as mulheres no 4° trimestre de 2025.
Os dados do IBGE revelam que as pessoas com ensino médio incompleto tiveram a maior taxa de desocupação: 8,7%. Já entre as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (2,7%).
Subocupadas
As pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada, que formam a taxa composta de subutilização, representaram 13,4% da amostra. Piauí (27,8%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%). As menores foram verificadas em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).
O percentual das pessoas desalentadas, ou seja, aquelas que desistiram de procurar emprego, teve os maiores índices nos estados do Maranhão (9,1%), Alagoas (8,0%) e Piauí (7,3%) e os menores estavam em Santa Catarina (0,3%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Mato Grosso do Sul (0,6%). A taxa de informalidade para o Brasil fechou o quarto trimestre em 37,6% da população ocupada.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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