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Implantação das práticas integrativas na Rede de Atenção Básica é tema de debate na Câmara

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A pedido do vereador Ismael Machado (PSDB), a Câmara Municipal de Rio Branco realizou na terça-feira, 7, uma Tribuna Popular na qual debateu a criação do Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares e de Educação Popular em Saúde (PMPICEPS).

Na oportunidade, o parlamentar ressaltou que estará apresentando na Casa Legislativa um projeto de lei que trata sobre o tema. “Desde já peço o apoio dos nobres colegas para apreciação e aprovação deste PL que tanto irá beneficiar nossa população cuidando do seu bem-estar, além de prevenir de forma natural várias doenças de trato mental e psicológico”, disse.

E acrescentou: “essas ações diminuem gastos com remédios, atendimentos e internações hospitalares. Dentre as práticas temos a cromoterapia, acupuntura, homeopatia, medicina antroposófica, musicoterapia, e muitas outras”.

Ismael ressaltou ainda que essas práticas de tratamento também serão disponibilizadas aos profissionais de saúde. “Tivemos um período de pandemia que mexeu com a saúde física e mental de muitas pessoas, em especial, os profissionais da saúde. Essa prática vai cuidar desses profissionais. Um PL pertinente para colocar na Saúde Básica cujo custo de implementação é mínimo”, falou.

Caberá ao PMPICEPS, visando a dar suporte à sua plena expansão, promover ações nas áreas de saúde, agricultura, meio ambiente, ensino, assistência técnica e pesquisa, bem como em outras possíveis áreas, junto a instituições que mantêm interface com as atividades propostas por esta Lei. Assim como, também, a criação de unidades de Centro de Atendimentos de Terapias Integrativas, que atuem em conjunto (através de encaminhamentos) com unidades de atendimento da rede de atenção básica, como postos de saúde e os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais).

Também participaram do encontro a professora Francisca Veras e a terapeuta Samilly Barbosa.

Veras destaca que essa modalidade de tratamento permite um atendimento humanizado a população. “Nos ambientes de saúde vemos a preocupação em torno dos atendimentos humanizados e mais modernos e essas práticas atendem a esse desejo. Teremos um atendimento mais adequado e que vai proporcionar prevenção mental, emocional e psicológica por meio do SUS”, frisou.

Samilly ressalta que apesar das práticas serem antigas, poucas pessoas possuem conhecimento a respeito. “Esse tipo de programa é de obrigação de conhecimento. Quando falamos dessas práticas e de acessibilidade aos cuidados de aceso mental poucas pessoas sabem. Temos bons programa e que seriam de extrema importância que fossem implantados na Rede Municipal de Saúde. Segundo informações da OMS, 69% dos brasileiros se preocupam com saúde mental, porém, o tratamento se restringe a quem tem condições de pagar, tendo em vista a deficiência na rede pública. Esse programa supre essa necessidade”.

A vereadora Lene Petecão parabenizou as profissionais pela dedicação em ampliar o debate em trono do assunto. “Infelizmente, o Estado não vê a saúde mental como a doença do século. Precisamos ter um olhar diferenciado, pois ela está relacionada entre as doenças que mais matam. Parabenizo as meninas por ampliarem o debate e me coloco a disposição para avançarmos nesse assunto”, falou.

A vereadora Elzinha Mendonça também reiterou apoio a proposta. “Também coloco meu mandato a disposição para ampliarmos esse debate e, consequentemente, aprovação do PL”.

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Suspeitos por envolvimento na morte de ex-vereador são presos em operação em duas cidades em RO

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A operação da Polícia Civil nas cidades de São Miguel do Guaporé e Ministro Andreazza resultou na prisão de dois suspeitos de homicídio e na detenção em flagrante de um homem por posse ilegal de arma de fogo.

A ação, realizada na sexta-feira (20), cumpriu três mandados de busca relacionados à investigação da morte do ex-vereador e comerciante José Solano.

As medidas, autorizadas pela Justiça, incluíram buscas domiciliares, prisões preventivas e monitoramento eletrônico de um dos suspeitos. A Polícia Civil informou que o crime teria ocorrido devido a um desentendimento envolvendo cobrança de valores supostamente subtraídos.

Além das prisões, a operação apreendeu material ilícito e contribuiu para a identificação de novos envolvidos, fortalecendo as provas do caso.

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Avião cai durante aula no Aeroclube de Manaus; instrutor morre

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Uma aeronave de pequeno porte caiu no Aeroclube de Manaus durante uma aula. O piloto e instrutor do monomotor não resistiu à queda e morreu no local, enquanto o aluno foi socorrido e encaminhado para o hospital da região.

O que aconteceu

Aeronave caiu durante voo de instrução na manhã deste sábado. Em entrevista concedida no local, integrantes do Corpo de Bombeiros afirmaram que encontraram o piloto do avião sem vida ao chegar no local. A segunda vítima foi retirada das ferragens e encaminhada para o Hospital João Lúcio.

Monomotor fabricado em 1977 estava autorizado para voos de instrução. O modelo Cessna Aircraft 152, matrícula PR-TSM, tem capacidade para dois passageiros e suporta o peso máximo de 757 kg. Adequado para a formação de pilotos, o modelo acidentado é de propriedade do próprio Aeroclube de Manaus.

Aulas de instrução com o avião são oferecidas nas redes sociais do aeroclube. Em publicação no último dia 4, o monomotor é usado como referência para a convocação de interessados para o curso teórico de piloto privado de avião.

Investigação das causas do acidente no Aeroclube de Manaus já começou. Em nota, a FAB (Força Aérea Brasileira) afirma que o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) foi acionado para analisar a ocorrência.

Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.

  • FAB

Veja o vídeo:

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Novo comprimido reduz colesterol e pode ajudar a prevenir infarto

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Medicamento oral experimental pode facilitar tratamento de pacientes com alto risco cardiovascular, reduzindo o chamado “colesterol ruim”

Um comprimido experimental de uso diário conseguiu reduzir em até 60% os níveis de colesterol LDLconhecido como “colesterol ruim” — em pacientes com alto risco cardiovascular. Os resultados foram publicados em 4 de fevereiro no New England Journal of Medicine e indicam um possível avanço no tratamento da doença.

O estudo clínico incluiu cerca de 2.900 participantes, que já apresentavam colesterol elevado mesmo com o uso de terapias tradicionais, como as estatinas. Após aproximadamente 24 semanas, os pacientes que receberam o novo medicamento tiveram uma queda significativa nos níveis de LDL.

Como o comprimido age no organismo

O medicamento pertence a uma classe chamada inibidores de PCSK9, considerada uma das mais eficazes no controle do colesterol. Na prática, ele atua no fígado, bloqueando uma proteína que dificulta a eliminação do colesterol LDL do sangue. Com essa ação, o organismo passa a remover mais gordura da circulação, reduzindo os níveis considerados perigosos para o coração.

Esse mecanismo já é utilizado por medicamentos injetáveis disponíveis atualmente. A principal diferença é que o novo tratamento é feito por via oral, o que pode tornar o uso mais simples no dia a dia.

Os pesquisadores observaram reduções expressivas do colesterol mesmo entre pacientes que já utilizavam outros remédios. Isso sugere que o comprimido pode ser uma alternativa para quem não consegue atingir as metas apenas com os tratamentos tradicionais.

Apesar dos resultados positivos, os cientistas destacam que ainda são necessários estudos mais longos para confirmar se a redução do colesterol também leva, de fato, à diminuição de eventos como infarto e AVC.

O colesterol LDL é chamado de “ruim” porque pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas que dificultam a passagem do sangue.

Com o tempo, esse processo pode levar ao entupimento dos vasos e aumentar o risco de problemas graves, como infarto e acidente vascular cerebral. Por isso, manter os níveis controlados é uma das principais formas de prevenir doenças cardiovasculares.

Hoje, o tratamento do colesterol alto costuma envolver mudanças no estilo de vida e uso de medicamentos como as estatinas. Em casos mais difíceis de controlar, são indicadas terapias mais potentes, muitas vezes aplicadas por injeção.

Se aprovado, o novo comprimido pode ampliar as opções de tratamento e facilitar a adesão dos pacientes, especialmente daqueles que têm dificuldade com terapias injetáveis ou não atingem os níveis ideais de colesterol.

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