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Hamas ameaça palestinos para que entreguem apoiadores de Israel
Confrontos violentos eclodiram entre o grupo palestino e rivais em diferentes regiões da Faixa de Gaza nos últimos dias
O grupo palestino Hamas pediu aos moradores da Faixa de Gaza que entreguem colaboradores e mercenários que trabalham com Israel, ou enfrentarão a “mão rigorosa da justiça”, como parte de sua reafirmação no território palestino após a implementação da primeira fase do acordo de cessar-fogo com Israel.
A força de segurança Radaa, afiliada ao Hamas, afirmou em um comunicado que estava conduzindo uma “operação de segurança abrangente” em Gaza para atingir “aqueles envolvidos em colaboração com a ocupação e seus mercenários e qualquer pessoa que os abrigue” e para “limpar a retaguarda”.
“Afirmamos que a última oportunidade de corrigir o rumo e fornecer qualquer informação disponível permanece aberta para aqueles que desejam retornar ao abraço da pátria. Depois disso, não haverá escapatória da mão severa da justiça que atingirá todos os traidores e protetores”, afirmou a Radaa.
Confrontos violentos eclodiram entre o Hamas e grupos rivais em diversas áreas de Gaza nos últimos dias, à medida que crescem as preocupações com a situação de segurança após a retirada de Israel de partes do território.
Relatos de violência foram amplamente compartilhados nas redes sociais, com um vídeo compartilhado por canais afiliados ao Hamas mostrando um grupo de combatentes mascarados, alguns dos quais usando faixas verdes do Hamas, matando oito pessoas vendadas em uma praça na Cidade de Gaza.
A CNN verificou o local onde o vídeo foi filmado, o bairro de Al Sabra, no oeste da Cidade de Gaza, mas não pode confirmar de forma independente quando o caso ocorreu.
O vídeo veio à tona após dias de relatos de confrontos entre combatentes do Hamas e a família Doghmush, um poderoso clã sediado em al-Sabra. A família Doghmush alegou que 28 membros do clã foram mortos pelo Hamas, apesar de terem recebido garantias de segurança caso se rendessem.
No domingo (12), o Ministério do Interior de Gaza, administrado pelo Hamas, anunciou anistia para membros de gangues criminosas “não envolvidas em derramamento de sangue ou assassinatos”, afirmando que o período de anistia duraria até 19 de outubro.
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PF aponta que "Sicário" recebeu R$ 24 milhões de Daniel Vorcaro

Relatório da Polícia Federal traz a informação de que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, recebeu ao menos R$ 24 milhões de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Sicário é apontado pela PF como o “espião” de Vorcaro e executor das ordens do banqueiro como a de simular um assalto para “quebrar os dentes” do jornalista Lauro Jardim, que desagradou o investigado com matérias contrárias a ele.
Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” de Vorcaro, também preso na força-tarefa. As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo.
Papel central
A investigação aponta que Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.
O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.
Ele é apontado ainda como o responsável por invadir sistemas de investigação e atuar contra publicações em redes sociais desfavoráveis ao Banco Master.
R$ 24 milhões
Os R$ 24 milhões que teriam sido pagos a Mourão foram calculados pela Polícia Federal a partir do controle mensal das despesas dele. Em planilhas de contabilidade, conforme apresentado pelo Estadão, Sicário aparecia vinculado ao pagamento mensal de R$ 1 milhão.
Ele foi preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, mesma que levou Vorcaro à cadeia, e encaminhado a uma cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais. No entanto, de acordoo com a PF, “atentou contra a própria vida”.
Após morte cerebral e protocolo executado, o corpo de Luiz Phillipi Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, no dia 7 de março.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Flávio Bolsonaro defende classificar PCC e CV como terroristas

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, defendeu neste sábado (14/3) classificar facções criminosas do Brasil como organizações terroristas.
“Nós da direita temos que taxar, sim, de organização terrorista o Comando Vermelho e o PCC. A gente tem que libertar as pessoas que moram em áreas dominadas não só por essas facções, mas por outras”, afirmou o senador em um evento partidário, em Rondônia.
A declaração ocorreu na esteira de sinalizações do governo dos Estados Unidos de que o país pode reconhecer o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como grupos terroristas. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é contrário à classificação por avaliar que a medida pode abrir espaço para interferências na soberania nacional.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, chegou a tratar do tema com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, na última semana. Como mostrou o Metrópoles, na conversa, Vieira tentou convencer Rubio de que os EUA não devem adotar a classificação.
Em discurso a apoiadores, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o governo Lula “compra briga com os Estados Unidos para defender que o Comando Vermelho e o PCC de não ser rotulado de organização terrorista”.
Flávio também afirmou que a gestão Lula adotou uma “política de colocar nas ruas presidiários”.
Em tom eleitoral, ele afirmou que o seu eventual governo vai “arregaçar” com criminosos. O senador também defendeu “punição pesada para vagabundo” e um endurecimento das penas para “quem bate em mulher”. “Deixar mofar na cadeia quem mata mulher”, acrescentou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Caiado oficializa entrada no PSD e apoia vice como sucessor em Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou, neste sábado (14/3), sua entrada no PSD, partido comandando por Gilberto Kassab. A formalização ocorreu durante um evento de campanha regional em Jaraguá, município localizado a cerca de 120 quilômetros de Goiânia. Na ocasião, o governador também anunciou o atual vice, Daniel Vilela (MDB), como nome indicado para disputar sua sucessão no governo.
No partido, Caiado disputa a indicação presidencial com os governadores Ratinho Junior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.
Segundo Kassab, a definição do candidato deve ocorrer até o fim do mês. Pela legislação eleitoral, quem pretende concorrer precisa estar filiado ao partido até 4 de abril. Caso a escolha seja feita após essa data, não haverá tempo para buscar outra legenda.
Durante o evento, Caiado afirmou que respeitará a “decisão que for tomada”, referindo-se aos três pré-candidatos à Presidência que hoje a sigla tem.
“Eu sou um homem que sei respeitar as decisões, e a decisão que for tomada, eu serei companheiro e serei candidato para caminhar ao lado de quem for por todo o Estado brasileiro, para mostrar o que nós fizemos no estado de Goiás”, disse.
O governador de Goiás deixou o União Brasil em 27 de janeiro. O anuncio foi feito por meio de uma publicação no Instagram, ao lado de Ratinho Jr. e de Eduardo Leite.
Na mensagem, Caiado agradeceu ao partido que deixou, mas afirmou que a mudança de partido ocorre com o objetivo de “construir um projeto de verdadeira mudança para um novo Brasil”.
Até o início do ano, Caiado era tratado pelo União Brasil, presidido por Antônio Rueda, como pré-candidato ao Palácio do Planalto. A saída ocorreu após a avaliação interna de que a legenda não pretende mais lançar candidatura própria, em decisão articulada com o Progressistas, sigla com a qual negocia a formação de uma federação.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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